quarta-feira, 2 de junho de 2021

Os Curadores


Os Curadore/as são pessoas que, pela energia que possuem curam tudo que estiver à sua volta.

Os Curadore/as por natureza são pessoas que passam muitas vezes despercebidos no contexto físico-cognitivo, mas são muitas vezes percebidos pelas pessoas pelo bem estar e sensação de conforto quando estão na presença de um/a.

Muitos são os Curadore/as que não estão conscientes do seu dom. Muitos que estão conscientes dos seus dons, procuram diferentes técnicas e métodos para aplicar a sua cura. 

Em verdade, o curador natural não precisa fazer nada mais do que manifestar a si mesmo para curar. O processo de manifestação nada mais é do que a forma como este se manifesta para expandir a sua energia. 

A palavra, imposição das mãos, a capacidade de ligar quando está em baixo mesmo que nada diga, a simples presença desta pessoa na vida de alguém, a atenção que recebe dela em qualquer circunstância são actos de cura.

Poucas são as pessoas que se apercebem que foram curadas ou tratadas pois o trabalho é tão subtil, que se não for divulgado, a pessoa abençoada só sente o resultado mas não percebe o porquê.

Os Curadores, curam tudo, desde físico, mental, emocional ao espiritual. As curas mais difíceis são as curas emocionais, pois as pessoas tendem a apegarem-se a elas. Boa parte das doenças físicas, são psicossomáticas, o que quer dizer que na realidade elas são manifestações de emoções negativas acumuladas.

A energia dos Curadore/as pode variar muito na forma e intensidade. Existem curadores com energia mais amorosa, outras mais intensas. Normalmente está muito relaccionado também com a personalidade interna do curador. Digo personalidade interna pois a personalidade externa pode ser totalmente diferente da interna.

Muitos curadores por não estarem equilibrados e centrados na sua energia, não conseguem ser eles mesmos, o que faz com que muitas vezes, a manifestação da sua energia pode se tornar caótica. Para que isso não aconteça, é necessário que este desenvolva o seu ser e o seu centro aprendendo a conhecer o seu dom.

Todos podemos nos tornar curadores, basta que desenvolvamos a nossa energia espiritual para este efeito


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Compreensão vs Aceitação

Aceitação da crítica e satisfação no trabalho

É comum no que é a nossa experiência de vida, vivermos situações que nos causa dificuldade em aceita-la. Esta dificuldade em aceitar acaba muitas vezes nos aprisionar num loop para tentar compreender o que se passou.

A necessidade de compreensão de tudo, nada mais é do que a necessidade do ego em tentar controlar ou impor crenças sobre o que simplesmente É.

O nível a que conseguimos compreender algo, está directamente associado a como aceitamos o que nos é apresentado. 

Como seres Humanos, tendemos a projectar-nos sobre qualquer situação com o nosso julgamento, credos e experiência de vida, de modo a que possamos compreender o sucedido.

Qualquer que seja projecção sobre um acontecimento do nosso julgamento, credo e experiência de via, nada mais é do que uma interpretação. 

Esta visão chega a ser confusa, pois pode pensar que existem ocasiões onde o acontecimento é partilhado por várias pessoas e elas compreendem o que está a passar.  No entanto pergunto, quantas vezes os próprios sujeitos têm a aceitação do que são, para perceberem a si mesmo, ao ponto de aceitar ou não o julgamento de si próprio? Vemos muito das situações com as emoções.

Quantos são aqueles que conseguem de facto admitir/aceitar o que sentem? Se aceitar já é difícil, imagina compreender o que sentem?

Imagine alguém aceitar que é conflituoso e que por causa disso compreende que em situações que possam geral conflito deverá afastar-se. É algo raro e difícil.

A aceitação puxa o indivíduo para a compreensão, logo, para melhoria de si mesmo, pois ela não impõe os filtros construídos pelas suas crenças.

Para atingir este nível é necessário que o indivíduo aceite a si mesmo, consiga afastar-se do acontecimento ou olhar para si mesmo como se de uma terceira pessoa se tratasse.

Jamais compreenderá algo que não aceita, mas pode sempre aceitar algo que não compreende. 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Sair da Merda


Sair da Merda é tão somente uma forma muito directa de expressar a saída de todo um conjunto de situações da vida que nos deixa em baixo.

Expressão grosseira, mas ainda assim preferencial. Quem viveu lá sente-se muito mais alegre em descrever deste modo do que enfeitar com sinónimos bonitos.

O estar na Merda é estar na onda vibracional onde acontecem coisa que mexem com todo o nosso equilíbrio emocional, psicológico e espiritual. É normalmente um fase atribulada onde se passa por várias tempestades e terramotos, como também pode ser uma fase em que se está na tela da vida completamente em branco e não se sabe o que escrever nela.

A discussão da positividade ou negatividade do estar na merda, só depende de como se sai dela. Quando se cai nela, muitas vezes é sinal de que a nossa vida precisa de mudança. Mudanças sempre tem 2 pontos importantes, A Morte e o Novo Nascimento.

A Morte

Corresponde a libertação de todos velhos hábitos, sentimentos e padrões de vida. Na realidade, esta é a parte responsável por fazer com que a pessoa fique na Merda. Muitas vezes é tão espessa que se fica presa nesta situação por tanto tempo, que se acaba mesmo por se identificar com este estado de espírito.

O grau de espessura desta merda está directamente relacionada de como a pessoa passa pela fase de luto de tudo que foi e nunca mais será. Quanto mais denso more and more shit happens, é a fase em que parece que tudo corre mal. Digo parece porque na realidade no final é que conta. E é importante lembrar que bom, mau é a perspectiva de quem vive.

O Novo Nascimento

Corresponde a fase de mudança. É a fase em que se reinventa, é a fase que se dá um murro na mesa e se ergue o punho para dizer um basta e iniciar um novo EU. Este renascimento não é imediato, é um processo, é um parto. E este parto é o que é sair da Merda.

O Parto

Quando se está nesta fase é importante saber que a medida que se emerge uma série de situações que nos tenderão a puxar de volta para onde estávamos. O que se passa é que este processo é um trabalho de persistência e resistência. temos que manter o foco em conseguir emergir vitoriosos.

Personificando um bocado. É como se existissem uns FDP na mesma merda, que quando queremos sair dela ficam puxando para baixo. Esse FDP normalmente é VOCÊ e a P*** dos teus pensamento. Tu num ajuda 😄😄😄.

Um dos grandes problemas quando se pretende sair de toda esta densidade, é a insistência em carregar bagagem. A bagagem são muitas vezes os velhos hábitos que ainda se está apegado e se pretende carregar para a nova vida.

Bagagens

1. Porquê?! Tentar entender o Porquê é uns maior pesos e fica mesmo em cima da cabeça. 

Seja lá o que tenha acontecido, perceba que tudo que nos acontece na vida é por nossa culpa. Olhe para si, aprenda e simplesmente aceita que SHIT HAPPENS.

Aceite que a vida é um aprendizado, e a nível espiritual essa experiência o fará crescer. Também pode optar mandar tudo e todos a PQP e sacudir um pouco toda merda. Palavrões ajudam bastante a soltar .😆😆😆

2. Agradar os outros. Essa é uma prisão mental forte, principalmente se tem muita necessidade de atenção. São pesos  nos pés e pescoço. 

Muita vezes é precisamente este tipo de situações que lhe fez cair na merda. Principalmente quando se pretende ser uma "boa pessoa" para o outros e se esquece de ser uma melhor pessoa para si mesmo. Isso também está muitas vezes associada ao medo de perder certas pessoas.

Lembre-se que a própria Bíblia diz, ame ao próximo como ama a si mesmo. Não significa que tenha que dar tudo aos outros ao ponto de prejudicar a si mesmo. O aprender a dizer NÃO é de extrema importância. Aliás é um dos primeiros passos para o desenvolvimento espiritual.

Muitas da vezes para que possa estar com estas pessoas de forma mais saudável, é necessário romper com a actual forma de se relacionar, para que, com o novo nascimento se estabeleça outro modelo de relacionamento. Assim sendo, por algum tempo é preciso adoptar uma postura de DON'T GIVE A SHIT.

Esta postura significa afastar-se de pessoas que possam ser tóxicas, que lhe façam mal ou que nada acrescentam à sua vida ou nesta fase da vida. Reconstrua-se primeiro e depois naturalmente muitas destas pessoas, se forem importantes para si estarão de volta. Lembre-se, mude a si próprio e todo resto mudará à sua volta.

3. Eu não mereço. A falta de auto-estima. Esta é o peso no peito, é uma pressão muito grande no coração. Prende as mãos, pés e boca.

Este peso pode ter muito que ver com situações externas, mas na maioria das vezes é um problema interno. Normalmente situações externas acabam por servir de catalisador para agudizar todo este auto-flagelo.

Bom, primeiro é preciso que perceba que na sua vida terá sempre qualquer motivo para justificar o que sente. O que quero dizer com isso é,  vai encontrar na sua vida todos os justificativos para dizer e sentir-se não merecedor. O que não sabe é que, todas mas todas as pessoas têm os seus motivos para não se sentirem merecedoras. E naquela fase, assim se sentem mas daí saem. Lembre-se, LIFE IS A BITCH.

O bom é que a solução está dentro de nós e nunca foram. O mau é conseguir tirar toda Merda da tua cabeça que te apresiona em não atingir o seu maior potencial. O feio é todo esse processo de libertação. Má vamo lá.

A auto-estima é uma percepção de nós mesmos. Normalmente construída ou destruída pelo ambiente que nos envolve a medida que crescemos. Para sairmos da merda é necessário acreditarmos mais em nós e esse é um trabalho que nem todo mundo consegue fazer sozinho. Um dos primeiro passos é tratar-se bem, cuidar de si, principalmente dos pensamentos que tem sobre a sua pessoa. tem que adoptar uma postura de DUMP ALL YOUR SHIT.

A última postura começa com a escrita de tudo sobre o que pensa de si e como se sente. Noutro outro dia leia e escreva noutra folha tudo que quer resolver. Frases como "Ser mais positivo". Recomendo que para cada momento seja utilizado folhas com cores diferentes. 

Escolha a sua côr favorita para escrever sobres o que quer fazer e melhorar. Escolha a côr que menos gosta para escrever sobre as coisas más que tem. Após isso passará andar sempre com as folhas favoritas consigo e ler o seu conteúdo várias vezes ao dia. Se conseguis estabelecer horas do dia específicos para o fazer seria bom.

Enquanto isso as folhas detestadas ficam perto onde a merda fica. Coordenadas WC bem ao lado da sanita. A medida que for lendo e sentir que já não se identifica com o problema, queime o papel e deite na sanita. Não esqueça de puxar o autoclismo (elementar).

Lembre-se, se não se ama, ninguém o poderá amar. Porque quando alguém o fizer, nunca acreditará. Nunca nenhuma medida de amor será suficiente, porque a parte que falta não é externa é a SUA PARTE.

4. Ao menos é a merda que conheço! O ficar na zona de conforto.

Esta postura, está directamente associada ao medo do desconhecido. Muitas pessoas quando estão neste estado de espírito e tem abaixa auto-estima, tendem a acreditar que se deixa o que têm vão encontrar algo pior. Liberte-se deste pensamento porque se saí de merda para merda significa que está a usar as mesmas fórmulas para fazer as suas escolhas. Precisa aprender TO STOP PICKING SHIT.

Lembre-se, se usa a mesma fórmula que lhe fez cair na merda, como espera não cair de novo? Novos resultados necessitam de novas fórmulas ou pelo menos novos parâmetros.






domingo, 12 de abril de 2020

Conquistar um Homem


Ao longo do tempo, tenho observado alguns aspectos associados ao relacionamento entre homem e mulher. Observo uma crítica muito grande em relação a como homem se relaciona com a mulher. Umas das  conclusões que cheguei foi que na maioria das vezes;


A mulher não conquista o homem.


Se formos observar a maior parte dos relacionamentos começam pela iniciativa do homem. Ele parte para a conquista a partir do momento que sente que está interessado por alguém. Isso não significa que o homem está conquistado. Ele simplesmente, ama, gosta, apaixona, ou sei lá o que conceito que ele criou ou observou na pessoa que lhe despertou interesse. A partir daí uma relação pode crescer e estas duas pessoas passam a fazer uma vida em comum.

O homem cria poucas expectativas emocionais.

Muitos podem questionar o que digo, e perguntar ainda porque motivo muitas vezes funciona. A resposta é simples. O homem é um ser de poucas expectativas emocionais. É um ser de prazeres imediatos e curtos. Daí, muitas mulheres pensam que o homem é muito básico. A verdade é que muitas vezes esta postura de "básico" é o acomodar da relação que ele conquistou. O homem também gosta de fantasias, também gosta que lhe façam rir e do seu jeito também gosta de ser conquistado.

O macho não gosta de sexo, ele precisa de sexo.

Muita mulher questiona porque motivo muitos homens traem. Deixe-me fazer um panorama que talvez muitas mulheres não têm noção. Um homem na idade entre os 14 aos 25 pode ter várias erecções espontâneas num dia. Ele é capaz de masturbar 5 até mesmo 7 vezes num dia. Na fase adulta é comum durante o dia o homem ter 2 ou 3 erecções, sem qualquer estímulo externo. Se conhece, sabe do "tesão" da manhã? Imagine isso ao longo do dia. 

Estudos científicos dizem que o homem pensa em sexo de 8 em 8 minutos. 

Naturalmente que isso vai variar também com base na região onde se vive e condições socais e educacionais. Muitas destas erecções  são sem necessidade de estímulos externos, ou seja, são geradas simplesmente pelo cérebro. Logo, o sexo para homem é algo físico, uma necessidade, e que está dissociada da questão emocional. Basicamente o homem é um sex junkie.

A mulher usa o sexo como consolidação da relação.

Em contrapartida o sexo na mulher é uma forma de consolidação da relação que ela tem com o seu parceiro. Tirando aqueles momentos em que o corpo pede e é preciso dar. A mulher geralmente prefere ter um parceiro por quem ela tem afeto para o acto sexual. Hoje as mulheres sente-se mais liberdade a nível sexual, mas ainda assim a preferência recai em ter um único parceiro.

A mulher quando cozinha, é uma demonstração de amor. Mas nem todos homens sabem ou percebem isso.

Muitas vezes a mulher apoia-se muito nas coisas que faz para o homem como demonstração de amor, como cozinhar o tratar dele. O problema em apoiar nestas demonstrações de está no facto de que nem todos os homens percebem que a mulher quando cozinha para ele é uma demonstração de amor. Para maioria dos homem que cresceu a ver a sua mãe a fazer isso, para ele é simplesmente uma actividade normal. Logo, mulher nenhuma deve apoiar nestas acções exclusivamente como demonstração de amor.

O homem também fica em relacionamentos por causa dos filhos.

O que pretendo dizer é que a conquista tem que ser em fazer a diferença. Muita mulher acha que homem também não se sacrifica pelos filhos, mas digo que muitos casamentos também só estão unidos não só por causa dos filhos, mas também da envolvência familiar e não pela relação à 2. Isso acontece porque o homem consegue viver só, viver simplesmente seguindo o dia-a-dia, sem grande expectativa.

Cuidado que o homem sente e não fala muitas das vezes.

O homem é dos seres com menor habilidade em compreensão e expressão emocional. Primeiro é preciso aceitar que ao contrário da mulher, o homem tem pouca necessidade em partilhar. 

O sistema de evitar conflito. Por isso muitas vezes metem.

Os homens mentem infantilmente por causa do medo de conflitos. Muitas vezes é só mesmo para a mulher não lhe "chatear" mais. Tipicamente ele aprende isso na adolescência, quando a mãe pergunta algo e ele percebe que a resposta certa é a que dá menos trabalho, evita chatices ou ter que ouvir muito. Não é necessariamente a resposta que corresponde a verdade.
 
Muitas mulheres questionam porque motivo muitos homem preferem estar com os amigos do que com ela;

O homem gosta do vazio, principalmente de não tem compromisso ou obrigação para com alguém.

Quando o homem está com a mulher, muitas vezes ele não é ele mesmo porque tem receio/medo das críticas da mulher. Aí, ele tem que manter uma determinada postura e responsabilidade a frente dela. Já com os amigos ele vai se sentir "livre" porque não tem qualquer tipo de obrigação para com estas pessoas. Neste momento ele não sente a pressão de corresponder às expectativas de ninguém e também pode expressar melhor naquilo que é do interesse masculino.

O próprio homem não sabe o que lhe conquista as vezes.

Muitos homens não sabem o que na realidade os conquista. Como seres humanos, é preciso perceber que cada pessoa com quem nos relacionamos transmite-nos energias diferentes. Diferentes pessoas influenciam diferentes formas de SER. Existe a mulher que transmite segurança, carinho, sexualidade etc. A dado momento na vida, o homem quer coisas diferentes e sentirá falta da conquista da aventura ou outra coisa qualquer. Ele nunca irá dizer, porque o homem em geral tem pouca habilidade em comunicação ou comunica mal as suas emoções. Também sob pena de que na primeira frase a conversa mude logo de lado e em vez dele falar, a conversar será centrada mais uma vez na mulher.

O homem tem desvantagem na expressão do que sente.

Nas relações, o homem muitas vezes está em desvantagem no que concerne a expressar o que sente. Isso acontece porque a mulher monopoliza o sentimento de vítima numa relação. É comum que quando a mulher vai conversar com o homem em relação aos sentimentos, ela começa a chorar. Isso irrita o homem. Principalmente porque este choro coloca-o logo na posição de agressor e mau feitor, mesmo que o assunto não seja dentro deste contexto.

Em consequência disso, normalmente a mulher consegue falar do que sente, mas depois de todas as  suas lágrimas o homem poucas vezes é capaz de falar das suas próprias insatisfações. Porque se o que o homem tiver para dizer forem coisas que possam causar mais choro ele prefere não dizer para não continuar a ter o sentimento de culpa, ainda que a culpa não seja dele.


O físico conta 70% até uma certa idade.

A parte sexual do homem está directamente ligada ao físico que o atrai. Depois disso são as memórias das aventuras com aquela pessoa será o que passará a estimular também o homem. Quando refiro do físico, falo em qualquer físico. Nem todos homens gostam das ditas "modelos". Mas no fim de tudo resume-se no que a mulher lhe faz sentir.


O sexo tem que recompensar.

Se um homem que sempre foi muito activo sexualmente não a procura frequentemente na cama, tirando todos aspectos do dia-a-dia como, cansaço, doença, etc. Se quando o tentar estimular sentir que existe alguma dificuldade, ou até preguiça da parte do homem.

Não pense logo que ele possa ter outra. 

O que pode estar acontecer é que ele pode não sentir recompensa em fazer sexo consigo. A partir de certa idade vai importar a forma como se pratica, pois isso ficará na memória do homem. O que lhe fará deseja-lhe é a combinação do seu físico e a sua magia no acto. E na maior parte das vezes será mesmo a magia.


A Mãe é o princípio do emocional do homem.

O desenvolvimento emocional de um homem está muito associada a ligação com a sua mãe. Assim como a forma de tratamento estará muito associado a forma como viu o seu pai tratar da sua mãe. Observar estes aspectos poderá servir de indicador da personalidade de homem. Se conseguir observar um pouco, de como também é ou foi a convivência com os seus pais, poderá também ajudar a perceber a pessoa com quem está.

Dependendo muito da relação que o homem tem com a sua mãe, muitos deles acabam por procurar a "mãe" nas mulheres que conquistam. Muitos nem por isso.


A relação com a mãe é um bom indicador de como ele se relacionará com a companheira.


Homens quem têm uma relação próxima a sua mãe tendem a serem também muito próximos das companheiras. Atenção que não há regras sem excepção. Mas, por exemplo, tendencialmente homens que são muito independentes da mãe, muitas vezes têm a mesma postura em relação a companheira.


Mães que mandam nos filhos pode ser perigoso.

Muitos homens têm mães dominadoras e possessivas, isso pode ser um risco para a relação, porque muitas destas mães acabam por competir pelo domínio do homem.


Emocionalmente o homem traumatiza de uma forma muito vincada.


O homem quando sofre decepções amorosas, tende a traumatizar. Principalmente quando se tratava alguém de quem ele gostava verdadeiramente. Este trauma muitas vezes vai recair sobre outra relação em que ele não se entregará de todo.

Estímulos emocionais são importantes.

Tal como havia referido anteriormente, o homem, tal como a mulher precisa de estímulos emocionais também. Se ele estiver acomodado é precisamente por falta de estímulo. Podem não acreditar boa parte dos homens acha o casamento desestimulante. Aliás, daí muitos procurarem novas conquistas, pois de certo modo ele questiona se ainda mantém o jeito para engatar. Este também é o motivo de muitos não pararem em casa.

Homens não são todos iguais, mas partilham boa parte.
Não obstante tudo que foi dito, não assuma nada e tente conhecer aquele que estiver ao seu lado.

Muitas vezes a mulher assume que o homem gosta de algo de determinada forma. No seu entendimento ela ira fazer aquela coisa, daquela forma para o agradar. No entanto na realidade o homem ou ate nem gosta ou pouco lhe importa. 

Na visão do homem, se não mata, tolera.

Na visão da mulher ela esta a tentar agrada-lo, mas para ele nem sequer tem importância. Ele nunca irá dizer-te que não gosta para não parecer mal.

Cada um tem a sua linguagem de amor. Homem que quer concertar coisas para a mulher, ou tratar de assuntos por ela, pode ser uma forma de demonstrar amor.

O homem por natureza sofre uma pressão intrínseca em produzir para família.

A pressão sobre o homem em providenciar sustento é algo que está tão intrínseco no seu ser que gera muitos problemas quando não o consegue fazer. Daí, muitos quando não têm uma situação laboral estável, ficarem instáveis emocionalmente.

To be continue...
 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Sentido de Cura e Libertação


LUZES DO AMANHÃ - JOSÉ AUGUSTO CAVALCANTE: MÃOS HUMILDES

Feliz 2020. Neste primeiro texto de 2020 quero falar do sentimento de cura. Quer falar de quando é que realmente qualquer que seja a situação que tenha vivido e que a/o tenha magoado está curado ou ultrapassado.

Durante a nossa experiência encarnados, vivemos várias situações que nos magoam e que acabamos por as carregar muito curtos ou longos períodos de tempo. Numa primeira fase, quando a vivência dos acontecimentos ainda está muito próxima, é muito comum se pensar e falar muito do assunto. Normalmente nos é dito que temos que deixar o tempo fazer o seu trabalho para que tudo se dilua por si só. No entanto, a dissolução ao longo do tempo, nem sempre se significa que houve uma reconciliação em relação ao sucedido.
Muitas vezes o assunto simplesmente ficou escondido dentro de um local obscuro, que, ao contrário do que se pensa, pode até estar a crescer algo negativo.

Se quer saber se está de facto reconciliado ou curado de determinada situação, pense o que diria se encontrasse todos intervenientes da mesma. Se tiver ainda algo a dizer é porque ainda não se curou nem libertou. Muitas vezes este sentimento não é porque lhe fizeram mal, mas porque por algum motivo também magoou alguém e pretende a aceitação do perdão desta pessoa.

Quando não tiver necessidade de dizer seja lá o que for as pessoas, quando não sentir qualquer tipo de dívida para com outrem, nem necessidade de ser cínica/o, quando lhe for indiferente aí poderá dizer que está liberto.

A indiferença que falo não pode estar associada a qualquer tipo de desprezo ou tentativa de humilhação. Se conseguir sorrir com estas pessoas como se pessoas estranhas fossem, sem que esteja a ser cínica/a, olhar para o passado sem que o estremeça no presente. Então está mesmo curado.

A libertação e cura do que possa ter acontecido muitas vezes só vem com a compreensão do que era e tinha que ser. Não obstante no mundo físico muitas vezes não entendermos, existe sempre o seu sentido espiritual, que transcende muitas vezes o nível de compreensão dos intervenientes.

Quando está curado e liberto, mesmo que os intervenientes quiserem falar do assunto, para si já não tem importância, porque muitas vezes chegou a compreensão que de na realidade precisava viver o que viveu. Muitas vezes não só precisava de viver como o seu próprios subconsciente ou espírito pediu por esta experiência.

Lembre-se que o exercício do perdão é uma das experiências mais difíceis para o crescimento espiritual de uma alma. 

É um dos problemas Cármicos que faz com que muitas almas vivam situações iguais vezes sem conta até a conseguirem aprender.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Não se apegue à NADA


Não se apegue a nada que não seja o AGORA. Nada e Tudo valem somente no agora. Nada se perpetua, nada tem valor a não ser no fugaz momento da sua criação e partilha. 

O Tudo tem valor até ao momento em que perde o perfume da novidade, até que deixa de ter significado, até ao singular instante que se tem o sentido de posse. A partir daí, Tudo vale Nada.

Não se apegue às palavras, sejam elas boas ou más. Elas valem o que valem no momento. Não se apegue ao amor, porque só vale por cada instante que o consegue partilhar e manifestar.

Não se apegue as carícias de outrora, as paixões sem glória, de mágoas salgadas com lágrimas, de alegrias conjugadas no pretérito perfeito nem de qualquer emoção no particípio passado.
Não se apegue à beleza, aos elogios a si feitos, as ofensas, aos braços que a dado momento envolveram o seu corpo. Não se apegue à pessoas se não pode partilhar o seu melhor com elas.

Não se apegue nem a si mesmo, pois o conhecer da sua verdadeira dimensão, implica a libertação do Nada que É, para aprender Tudo que Será.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

O cemitério dos sentimentos

Todos nós temos dentro de nós um cemitério de sentimento. Local este onde tentamos enterrar as nossas mágoas, tristezas, decepções e até mesmo alegrias.

Este cemitério se suas campas abrirmos, encontraremos enterradas nelas não só sentimentos como também todo um conjunto de recordações boas e más que lá pusemos simplesmente para que numa dada fase da nossa vida só queríamos esquecer o que se sentia de modo a não sentir, recordar, pensar.
Neste cemitério existe um carrasco, um executor para além do coveiro. Este executor ocupa-se de matar tudo e todos que foram necessários para que aquela memória, pessoa, objecto deixe de fazer sentido e se torne totalmente indiferente às nossas percepções. A forma brutal de execução destas memórias está directamente associada à raiva, dor e mágoa que cada um sente. Muitas vezes é uma projecção negra daquilo que é de mais escuro dentro de nós. Este executor não justo, muito menos piedoso. Ele executa tudo e qualquer coisa que vier à memória e que cause dor.
No cemitério dos sentimentos existem almas penadas. São aquelas pessoas que por muito gostarmos delas, conseguimos matar o corpo mas não a sua alma. Estas ficam sempre deambulando pelo cemitério muitas vezes assombrando todos os dias que se fizer uma visita. Com estas almas também acompanham os fantasmas de momentos bons e maus. Que tocam repetidamente ao vivo no cemitério como se de um filme holográfico se tratasse, fazendo lembrar dos momentos de alegria como dos momentos de discussões e tristeza. A relva neste cemitério é composto fotos, objectos de recordação que somente o seu toque são capazes de causar dor, abrir lascas tão grandes que muitos desejariam enterrarem-se lá mesmo, mas não podem, pois este cemitério é para enterrar os outros.
O cemitério dos sentimentos tem uma particularidade, que é quando pretendemos matar e enterrar sentimentos mas só conseguimos matar e enterrar os objectos mas não os sentimentos. Este sentimento sai e persegue-nos tornando a nossa maior tortura. Este sentimentos ocupam a nossa alma como se de sanguessugas se tratassem, retirando a nossa energia vital para movermos para frente.
Neste cemitério existe um oásis, mas que poucos encontram pois não levantam a cabeça. Este oásis é a busca pelo perdão próprio e do outro. É a busca pela reconciliação com nós mesmos e pela compreensão e aceitação que tudo é de Deus. É busca pela luz que ilumina toda as sombras de sentimentos negativo, fazendo que se torne grato por absolutamente tudo que viveu sem arrependimentos.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

A Pouca Necessidade de Atenção.


No passado escrevi sobre a Necessidade de Atenção. Hoje vou falar um pouco do contrário. Vou falar da pouca necessidade de atenção.

Enquanto existem que têm uma grande necessidade, pessoas há que precisam de pouca atenção, ou têm pouca necessidade de atenção.Estas pessoas tendem a ser muito independentes, e ela têm um grande de estar normalmente consigo mesmo.

As pessoas com pouca necessidade de atenção, normalmente só precisam das pequenas coisas que gostam de fazer para estarem satisfeitas, o passar o tempo com elas mesmas, ouvirem a sua  própria música fá-las criar um estado de harmonia com o seu próprio eu. Estas pessoas nos relacionamentos muitas vezes pecam, porque a sua pouca necessidade de atenção  muitas vezes aparentam que não se importam com nada.

A pouca necessidade de atenção, está muito relacionado com o bem estar interno. Aliás, é precisamente este bem estar que faz com que a pessoa sinta, por exemplo, saudades de estar com ela mesma depois de estar constantemente rodeada de outras pessoas. Elas normalmente não gostam muito de ter atenção voltada a si, mas não são necessariamente pessoas introvertidas. Muitas delas são Ambivertidas

A pouca necessidade de atenção, muitas vezes cria uma situação de aparentar que a pessoa seja pouco afectuosa. Estas pessoas tendem a serem muito independentes e viver a vida num sentido de explorar novas experiências e vivências. Têm muitas vezes dificuldade em enquadrarem-se nos modelos de vida que a maior parte da sociedade define.

A pouca necessidade de atenção muitas vezes faz com que a pessoa partilhe pouco ou mesmo que não deseja tanto em estar com alguém. Isso não significa que esta pessoa não precise de atenção, mas a sua necessidade de atenção, até mesmo de receber afecto é algo muito pontual. Isso pode-se tornar um problema em relações amorosas, pois tipicamente as pessoas demonstram afecto que elas próprias querem receber.

É necessário não confundir as pessoas com pouca necessidade de atenção com aquelas que na realidade se isolam por terem medo de se magoar ou por trauma das várias mágoas por que passaram. Ao contrário destas últimas as pessoas de pouca necessidade de atenção são pessoas bem resolvidas com elas mesmas.

Pessoas com pouca necessidade de atenção tendem a gostar muito da liberdade e novidade. O que é novo é interessante, e para as manter é necessário que o outro lado partilhe um pouco este sentido de liberdade. Bem equilibrado conseguem muito bem terem demonstrações de afecto e serem bem atenciosos para com os outros. Desde de que isso não prive a sua liberdade.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A dinâmica da separação

Já observaram como é "engraçada" a dinâmica das separações amorosas?

Num dia se promete tudo, se partilha tudo, se criam nomes carinhosos, uns dizem que não conseguem viver sem o outro. Faz-se promessas de amor, ri-se sem motivo, tirasse aquela hora, minuto, segundo para mandar mensagem ou pensar no outro.

Muitos são os casos, em que se partilha o que muitos consideram o "impartilhável". A intimidade é única, a ligação é forte, os defeitos nos agradam, o perfume nos faz flutuar, o olhar nos faz vibrar o corpo todo e o estar nos faz viver.

De um dia para outro tudo muda. Você já não é aquela pessoa a quem tudo isso se projectava. Você já não é prioridade, ele/a não é a prioridade para você.

De um dia para outro os corpos se escondem, nada se promete, mais se afasta, pouco se fala, muito lembra, muito se chora e os sorrisos são como chuva no deserto, e de chuva só lágrimas.

Há perda de direcção, o norte não é norte, o que fazia antes a uma hora específica já não sabe, o que se partilhava já não faz sentido, o chão caiu, o céu caiu, do sonho despertou, o conforto acabou e a insegurança e incerteza se instalou. 

Os conhecidos não se conhecem mais, já não se quer fazer o outro sorrir, as vezes se quer magoar o outro. A revolta é muita, a confusão ainda maior e o sentimento é dúbio.
 
Em muitas situações, há ódio. Incrível não é? Aquela pessoa que um dia se amou, de repente  se odeia. 

Muitas vezes se odeia porque ela já não nos escolheu para nos amar. O tratamento caloroso arrefece, muitas vezes gela, o contacto diminui e as mágoas se vão curando ao longo do tempo.

Aqueles há que caminham para frente sem olhar para trás, outros vivem amargurados pelas queda, outros caminham para frente com saudades eternas do que ficou para trás, alguns continuam a busca de algo igual, uma parte se traumatiza e nunca mais volta a tentar. Qual você acredita que é?

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Reconstrução Mental e Emocional

Quantas vezes teve que se reconstruir para a sua cabeça e/ou o seu coração por causa de mudanças?

Sempre que ocorrem mudanças na nossa vida, existe um movimento de readaptação a uma nova realidade. O nosso cérebro necessita de reconfigurar velhos hábitos e as nossas emoções também. Quando a mudança é positiva tudo é uma maravilha, pois a alegria e amor torna tudo mais fácil. Quando a mudança é negativa é que é mais difícil.

Quando somos assolados por alguma alteração desagradável na vida, é tendência da nossa mente fixar neste pensamento. Se houve alguma perda, toda nossa carga emocional se focará também nesta perda. Por este motivo as separações são sempre muito difíceis, pois o sentimento de perda ou de abandono assola a sua mente e o seu coração.

Nesta fase é necessário reconstruir tudo aquilo que pensava que seria a sua vida, planos, aspirações, sonhos, sentimentos, saudade, hábitos diários,  pensamentos, de modo a não se deixar ir a baixo. Muitas pessoas nesta fase passam pela vontade de querer voltar, do ir atrás de quem se sente que perdeu, de tentar perder. Principalmente que a perda é um troca, porque existe para além do sentimento de perda o sentimento de "Não ser suficiente" ou "não valer a pena". É uma mágoa, é uma dor que pode destruir as mentes e corações mais fracos.

A rejeição também um dos sentimentos frequentemente sentido quando se termina uma relação, quando um cônjuge quer e ou outro não, ferido e de que maneira os dois com intensidades diferentes. As vezes a situação é o gostar de alguém e ser rejeitado/a, ou gostar de alguém e ver esta pessoa com outro/a.

A reconstrução mental e emocional a após o fecho de um ciclo não um exercício fácil. Na realidade é uma fase @*#&%"!!"#. É geralmente nesta fase que muita gente desenvolve vícios como beber, fumar drogas, entre outros, como forma de escape à energia da perda. Mas é sempre possível acender a um nível de energia maior para ir passando esta fase.

Algumas sugestões para a reconstrução mental e emocional.
 
  1. Aceitação:É preciso aceitarmos a escolha ou situação a que estamos presentes. É preciso aceitarmos nós mesmos no que estamos a viver.
  2. Reconcilie com você mesmo explicando em voz alta o motivo pelo qual precisa de mover para frente e aceitar a situação em vez de ficar a lamentar pela perda.
  3. Se puder evitar coisas que o/a façam recordar, evite.
  4. Escreva tudo que sente quando sentir. Papel é um óptimo ouvinte.
  5. Tenha paciência que muitos amigos estarão cansados de o/a ouvir, porque de certo falará muito do assunto. É normal, mas vale falar do que guardar no peito.
  6. Fique atento/a às novas oportunidades que irão aparecer. Passeios, trabalho, viagens, saídas etc.
  7. Trate de si, produza-se. Mesmo que se sinta na @3!"#$%$"$%.
  8. Converse muito consigo mesmo no sentido de apaziguar muitos momentos de solidão, mesmo estando acompanhado/a.
  9. Não fique preso/a no passado ao ponto de deixar que ele influencie o futuro. 
  10. Chore tudo que tiver que chorar, mas com consciência de que são lágrimas de libertação.
  11. Desenvolva mais amor por si mesmo. Porque repare que se alguém partiu ou escolheu diferente do que esperava, não faz desta pessoa má nem de você vítima.
Toda necessidade de reconstrução advém do nosso apego às coisas. Tudo a que nos apegamos nos faz ter o pensamento de perda quando nos é tirado e até mesmo quando somos nós que damos. Todo este sentido de posso, até nos casos em que sabemos que irá ter que acontecer, ainda assim este sentimento de apego nos tenta aprisionar. Isso porque nós assim fomos programados. Logo, o processo reconstrução é o processo de eliminação deste apego até ao ponto que se possa voltar a estar perto e não sentir nada a não ser respeito.

domingo, 10 de setembro de 2017

Permita-se Aprender



Permita-se aprender venho falar sobre termos a abertura de aprendermos mais sobre nós através de novas experiências. Quando falo de novas experiências, refiro-me não só daquelas que você quer mas também daquelas que você não quer necessariamente passar. Aquela experiência que você acha que não é muito bom em, experimente, experimente e aprenda o que você é, desde que não perigue e não destrua a sua vida ou a vida de outros,

Toda a nossa vida desde de que nascemos é tudo é uma aprendizado sobre nós. Aprendemos instintivamente certas habilidade de modo a podermos evoluir. O nosso aprendizado instintivo está normalmente voltado ao desenvolvimento psico-motor para o nível de sobrevivência. Assim que o indivíduo se estabelece também se estabelece os limites de abertura do seu aprendizado.

Quando falo em permita-se aprender, quero dizer que, você nunca vai descobrir que corre rápido se nunca lhe aparecer o motivo para o fazer correr com tanta rapidez. O motivo para que tenha que correr tão rápido pode ser diverso, pode ser perseguido por um cão e o medo o fazer correr muito rápido. No entanto, após essa experiência, a maior parte de nós ficará preso pelo trauma do medo de poder ter sido mordido, mas não vai reparar no quão rápido foi capaz de correr.

Certa vez um professor disse-me: - Todos nós devíamos aprender a defender causas das quais não acreditamos.

Nem tudo que vivemos e fazemos é porque planeamos que assim seria, ou de antemão sabíamos o que seria. Na maioria das vezes o que acontece é que vamos aprendendo e adaptando, umas vezes mais rápido e outras mais lentamente a nova realidade.

O permitir-se aprender é estar aberto mesmo ao que não se acredita ou se gosta. É dar a possibilidade de aprender sobre si mesmo  tudo o que É e o que NÃO É, mas ainda assim  estar dentro dos limites que sente que deve estar.

Muitas almas velhas como a minha, não pertencentes a este mundo, vêm a vida na terra de forma caricata e de certo modo não se identificam muito com o modo de vida. Muitas destas se recolhem num canto, segregando de si mesmos pois estão num contexto que não lhe permite conhecerem o seu verdadeiro EU. Se não houver a abertura de aprender, se não se soltar os pré-conceitos não se irá descobrir o outro EU que em nenhuma outra circunstância seria possível desabrochar.

Você só descobre se pode será um bom pai/mãe se tiver filhos, marido/esposa se casar, não obstante quão subjectivo o ser bom possa parecer.

Não sabe dançar, tem 2 pés esquerdos? Vai por teimosia aprender, mas não o faça já assumindo que não é capaz, pois assim estará fechado para nova experiência.

O permitir-se aprender o irá fazer descobrir capacidades novas, como estive numa fase da minha vida, onde não obstante a dor forte de um relacionamento terminado mantinha ainda o foco nos objectivos. Descobrir que era capaz de apaixonar-me e chorar por alguém, ser traído, ser amante, perder alguém, entre outras experiências mais caricatas da minha vida. Tudo isso ajudou-me a conhecer melhor as minhas capacidades.

Este mesmo espaço, este blog começou simplesmente para permitir adormecer em algumas noites difíceis, onde a cabeça não parava de ter ideias e pensar, nunca pensei que chegaria ao ponto de ter tantos textos. Já me foi dito que deveria escrever um livro. Bem, talvez seja algo que me deve permitir aprender. ☺☺☺☺


domingo, 20 de agosto de 2017

Os empurrões e quedas da vida


Quantas vezes teve aquelas quedas na vida, acontecimentos que causaram grandes abalos na sua vida? Separações, paixonetas proibidas, amor não correspondido, despedimento, falências, depressões, basicamente estar na merda. Esses são os empurrões da vida.

Os empurrões na vida aparecem muitas vezes para nos fazer despertar para nós mesmo. No nosso dia-à-dia vivemos somente ao nível físico e não prestamos muitas vezes atenção as questões energéticas nem espirituais. Todos nós temos guias que nos acompanham e que muitas vezes tentam comunicar connosco. Podemos olhar aos guias seres que estão no plano astral e que nos protegem e comunicam muitas vezes nos sonhos. Muitas vezes são familiares próximos já falecidos. É comum quando temos algum problema no plano físico e não conseguimos resolver neste plano e acabamos por o resolver no plano astral.

Na nossa vida diária a correria é tanta que não prestamos atenção aos sinais, muito menos ouvimos as vozes dos nosso guias e a nossa sabedoria divina. Muitos vivem tão rodeados de pessoas que não conseguem ouvir a si mesmo. Quando estamos neste nível de vivência é quando...SHIT HAPPENS.... é um termo científico.

WHEN SHIT HAPPENS... Quando muitas destas coisas acontecem, na realidade são manobras feitas para que possamos parar, mudar, aprender, escutar para evoluir. Normalmente acontece para nos fazer sair da zona de conforto e ir abrirmos a mente e o coração para o caminho que a nossa alma veio para percorrer.

Já viu alguém que quando a vida está boa pára para ouvir? Só quando recebem um bom embate, um bom susto é que procuram o lado espiritual, até igreja vão.

Naturalmente com o embate normalmente prendemo-nos na dor, perda, na morte associada à mudança e não no novo nascimento ou nas novas oportunidades que se abriram. É um factor Humano olhar para a perda pois o nosso cérebro está assim programado.

Estas mudanças forçadas são resultado do que viemos aprender nesta encarnação para que a alma encarnada evolua. Como muitas vezes a pessoa se desvia, os guias usam estratagemas para nos confrontarmos connosco. 

É preciso perceber que ao nível astral, muito do que achamos certo ou errado é uma mera perspectiva social do plano físico. No plano astral o mal que você vê no plano físico não é nada mais do que a alma da "vítima" que veio para passar por aquilo de modo a puder evoluir e do "agressor" veio experimentar a agressão. Muitas vezes são questões kârmicas que ambos vieram resolver. Não obstante isso tudo nos causar dor e consternação, tudo está relacionado com o nível de evolução da alma encarnada.

Tendo em conta o parágrafo anterior os embates que sofremos nas nossas vidas, muitas vezes são para nos ajudar a encontrar a nós mesmos, mais do que a causa em si do problema. Muitos de nós precisamos de beijar muitos sapos antes de encontrar o príncipe encantado, enquanto outros simplesmente encontraram o príncipe sem que nunca tenham beijado um sapo.

Muitas vezes a demanda que temos até encontrar o amor passa por tantas vicissitudes até que ele finalmente chega. Se fizer uma retrospectiva, verá que muito provavelmente o estado mental das experiências passadas dão muitas vezes a maturidade para perceber as experiências actuais.

Os empurrões e quedas nem sempre não negativos. Podem também ser de forma positiva em que abalam a nossa zona de conforto. Coisas como apaixonar-se, novos desafios empresariais,  ganhar na loteria etc. 

Resumindo, tente aprender mais sobre si a próxima vez que tiver novos abalos na sua vida, são oportunidades de evolução e de aprendizado. Se for algo negativo não se prenda na dor, no medo, no trauma. Evolua e tente perceber o que é que se quer que aprenda ou preste atenção. O que está a tirar do centro daquilo que você realmente é.

sábado, 12 de agosto de 2017

Amor Eterno. Algumas perguntas sobre o amor.

É o Amor estático?

A nossa sociedade está muito focada na constituição de uma família. Está focada no amor e posterior casamento de entre duas pessoas assumindo que estas se amarão para o resto de suas vidas.  Não gosto muito da expressão do resto da vida, porque parece que acabou  a partir do casamento. Acho que deveríamos chamar a construção de uma nova vida.

Ao longo da vida pós-casamento, o amor permanece estático, evolui, ou regride?

Quantas vezes ao longo de um "Amor Eterno" alguém não se apaixona por outro?

É o Amor Mutuamente Exclusivo?

Só se poderá amar uma pessoa de cada vez? Que condicionante se impõe para que não se possa amar mais do que uma pessoa?

A partilha do amor entre duas pessoas está muito associado à forma como elas partilham. A diferentes combinações de indivíduos pode proporcionar diferentes recompensas amorosas. Não será isso uma amostra que se pode gostar de mais do que uma pessoa pela recompensa afectiva que ela nos proporciona?

O Amor tem que ser Eterno?

Não necessariamente mas pobre daquele que ama sem pensar que é eterno. Deve acreditar que ele é eterno se este estiver directamente associado a nossa felicidade. Mas quando termina este se transformar noutro estado amoroso.

Ele pode até não ser eterno, mas os seus momento sempre o serão pois estas memórias se manterão dentro até a sua morte.

Amor. Do we really need it? Why?

YEAAAAAAAAAH! Faz tudo mais bonito, mais vivo, mais alegre e mais luzidio. Faz-te sorrir sem precisar de motivo, faz-te leve.

Amor. It hurts?

ALOT! Amor também tem a sua componente de dor que não está sempre associada ao término de uma relação, mas sim muitas vezes como estamos na relação. Esta dor muitas vezes é a dor da ansiedade, da vontade de se querer mais e mais.

Amor te fará chora algumas vezes. Chorar sem controlo onde as lágrimas simplesmente irão escorrer como se de um rio se tratasse. Mas vale sempre a pensa a experiência.

Amor, dá-se?

Não. Partilha-se. Amor é algo que deve ser partilhado.

Amor deve ser dependente?

Nem de brincadeira. A partir do momento que se torna dependente não está a partilhar ao amor. As dependências amorosas estão mais associadas a outro factores do que ao amor. Auto-estima é um dos factores principais.

Amor quando sentir?

Sempre que puder, nem que seja para sentir peito quente e o fazer triste, mesmo que não seja correspondido/a sinta-o sempre que puder. Viva-o quando puder e o tempo que puder com a intensidade que puder. AME.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Aceitação do Outro


Até que ponto aceitamos o outro nas nossas diferenças e igualdades.

Tudo que se estabelece como se tratando de relações humanas possui a componente de aceitação do outro de modo a que se possa tirar partido de ambos lados de todas sinestesias partilhadas por cada um. No entanto, quando a relação se torna mais íntima muito do que anteriormente estava estabelecido muda drasticamente.

Como aceitamos o outro quando muitas vezes sequer aceitamos a nós mesmos?

A aceitação do outro pressupõe também a evolução ao mesmo nível. À medida que vamos crescendo e amadurecendo,  a nossa forma de pensar, sentir e avaliar as coisas vai se moldando. A maleabilidade da nossa consciência recebe a forma do que aprendemos das experiências de vida que vamos tendo ou do que queremos dar a ela. Assim sendo, à  medida que vamos crescendo pessoas, amizades, relações está relacionado também com o nosso próprio padrão de pensamento.

Qual seria a sua capacidade de aceitar que o seu conjugue sobre de défice de atenção e precisa dela e doses fora do comum? 

Qual seria capacidade de aceitar que o seu conjugue não precisa de atenção?

Como se sentiria se ele não desse tanta importância  muita coisa que você dá?

Até que ponto precisamos nós de ter semelhanças, gostos e entre outras coisas em comum para amar alguém?

Será possível amar na diferença?

Muitas vezes temos amizades que são completamente opostas a nós e ainda assim conseguimos partilhar dentro das nossas diferenças. Outras vezes temos aquela amizade  que até muito partilhamos mas existe algo que nos afasta.

O maior exercício de aceitação é o casamento. O casamento entre duas pessoas que assumem o compromisso de partilharem a vida em comum baseado no conhecimento que se tem um do outro e de nós mesmo naquele momento. Quando este perdura até ao fim do seu tempo é o maior exercício de aceitação já visto, porque ficar com alguém por anos, ou alguém ficar connosco por anos, significa que ao longo do tempo ambos foram aceitando um ao outro e a si próprio.

Certa vez alguém disse-me que éramos dois porcos-espinho que tentavam dormir um encostado ao outro, mas que para tal era necessário ajustarmos cada um os nossos espinhos de modo a não ferir o outro.

Até que ponto conseguimos de facto aceitar os outros?

domingo, 16 de julho de 2017

Lembrança do ser Criança


A importância de nos lembrarmos do ser criança sermos felizes e fazermos uma feliz.

A medida que crescemos, quando atingimos a idade adulta, são poucos que conservam o seu lado criança, o seu lado infantil. O que pretendo falar é um pouco de como tem um grande impacto de nos lembrarmos como éramos crianças, principalmente para quem está a educar.

Acredito eu que neste sentido a tarefa é mais fácil para as mulheres por causa da sensibilidade mais desenvolvida ou apurada. No entanto, o lembrar o que faz uma criança sorrir, como pensa, faz com que consiga ter uma melhor aproximação e relação tanto com a criança como consigo mesmo. Como já referi num texto passado, criança feliz é adulto feliz.

A lembrança de quando éramos criança tem particular atenção para a fase de puberdade  pois é a fase mais complexa, pois é a fase do aprendizado do EU.

A pouco tempo  depois de voltar de viagem trouxe uns presentes para o filho do meu sócio  e vi a alegria do rapaz por causa do presente. Isso fez-me recordar da sensação  quando sabia que alguma tinha estava para voltar de uma viagem.  Foi acto que não é necessariamente recorrente, mas que após ter visto o resultado da alegria e sorriso daquela criança fez-me pensar que deveria proporcionar mais esta emoção a outras crianças próximas. Quando o rapaz me cumprimenta agora, o vigor em suas palavras carrega mais emoção, mais importância, mais AMOR.

Isso também fez lembrar do João Carlos o jovem de 13 anos na época, que tinha fugido de casa e que tive que conversar com ele fazendo-lhe ver outro ponto de vista.

O que tento partilhar é que a tua experiência infantil é uma ferramenta para lidares melhor com outras crianças. Fazê-las sorrir, brincar, sentir feliz, só conseguimos quando também nos lembrarmos o que nos fez sentir estas sinestesias quando tínhamos a mesma idade.  

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A necessidade de aprovação, do agradar e do Elogio


Todos nós temos um certo grau de aceitação dos outros e elogios é sempre bom de se ouvir. No entanto, como tudo, não devemos necessitar dele.

Existem pessoas que precisam muito da aprovação dos outros para aceitar as suas próprias vitórias. Precisam do elogio, cumprimento e quase uma plateia para  atestar que o que está feito está bom. Este é um problema comum da falta de confiança em si próprio.

É preciso ter em conta que qualquer pessoa que nos dá uma opinião, está carrega, emoções, experiências, medos e nível de conhecimento de quem a dá. E a visão dela pode não ser a que partilha.

Este problema muitas vezes está personalizado, ou seja, existe aquela pessoa que tanto queremos agradar, aquela pessoa de quem esperamos sempre uma atenção, que se orgulhe de nós e para qual nada nos parece suficiente. DEITA FORA ISSO!!!

Normalmente quando a necessidade de aprovação e elogio está personalizada, também tem muito a ver com o sentimento de não ser o suficiente, nunca chegar, não agradar o suficiente. Este sentimento é particularmente mais vincado na mulher do que nos homens e está muitas vezes associada a infância e a uma figura paternal ou maternal.

Esta necessidade se não estiver equilibrada fará com necessite sempre de opiniões de terceiros para tomar decisões ao contrário de ver com os próprio olhos. Fará com que nunca será capaz de apreciar algum feito seu sem que tenha aprovação do outro. Fará também que muitas vezes estará tão entusiasmada/o com alguma realização e quando for contar ou apresentar não receba o mesmo entusiasmo de terceiros. Isso fará sentir-se triste, em baixo e desmotivada/o, de baixa auto-estima, não porque o trabalho não vale, mas sim porque nem sempre os outros têm a sensibilidade para perceber o que foi feito. Não se pode falar de cores a cegos.

A necessidade de agradar, está directamente associado ao medo. Medo da perda nas relações, medo do confronto, falha de comunicação e muitas vezes apatia (IDFC - I Don't Fucking Care).

A necessidade de agradar, principalmente quando este acto te causa dor é falta de amor próprio. Tudo na medida, certa, devemos agradar os outros na medida que nos possa também agradar. É importante dar, mas também é muito importante sabermos receber.

Para evoluir recomendo os seguintes exercícios:
  1. Aguente o máximo de tempo sem contar a ninguém algum feito de que se orgulhe.
  2. Sempre que fizer algo que acham bom, escreva uma frase de motivação. Por exemplo, eu usava a frase "TU ÉS UM GÉNIO".
  3. Se existe alguém que o pressiona sinta a necessidade que se orgulhe de si, deve primeiro deixar de alimenta-lo com o que conquista. O que pretendo dizer é não deve ir a correr dizer a sua nova conquista, deixa que ele oiça por outros.
  4. Elogie a si mesmo e fique satisfeito somente com o seu elogio. Não funcionou?? Repita, vezes em conta. Faça o seu cérebro ouvir a sua voz.
  5. Não se preocupe em afirmar que é boa/bom em algo. Ser convencido é alguém que se acha melhor que os outros. Afirmar que é bom em algo é ser confiante que é totalmente diferente.
  6. Diminua o agradar ou diga que de momento não pode satisfazer. Paulatinamente vai educando o seu cérebro a não sentir-se culpado quando nega algo. Lembra que o conceito de boa pessoa é totalmente sujectivo e falso.
  7. Permita que lhe agradem também. Aprenda a ser agradado/a. Muitas vezes você agrada tanto o outro que não dá espaço para ele fazer por si também. Permitaaaaa.
  8. Reine na sua vida. O que quer dizer que que deve ser Rei/Rainha na sua vida, e não  um servo dela.
  9. Se existe destino pelo menos 50% é seu, porque você é que faz a escolha, logo use-o à 100%.
  10. Por algum tempo pratique o DGF (Don't Give a Fuck) para opiniões que o levam para baixo.

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