segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O poder de transformar

Todos os dias nos deparamos com situações que nos causam algum desconforto. Conflitos no trabalho, no relacionamento, maus estares causados por determinadas situações muitas vezes nos faz olhar para alguém e assumir que não gostamos desta pessoa.

Um dos maiores poderes que temos é o de TRANSFORMAÇÃO. O poder de transformar permite-nos mudar o que sentimos e em consequência disso toda a forma de estar envolvendo este sentimento.

Tudo começa com a PERCEPÇÃO que se tem das situações. É necessário perceber que qualquer seja a acção, a forma de a receber depende da nossa, auto-estima, sabedoria, experiência de vida, estado emocional, mágoas, amores, entre outros factores emocionais. Neste sentido, independentemente da intenção que uma pessoa ou situação pretenda causar é ESCOLHA NOSSA DE COMO A VAMOS RECEBER.

Muitas vezes não gostamos de alguém, e por este motivo tudo e qualquer coisa que esta pessoa faz é muitas vezes recebido por si só como um mau julgamento. Muitas vezes sequer foi a intenção desta pessoa em passar esta mensagem, mas pelo facto de não gostarmos dela a nossa recepção é negativa.

Tudo se RESOLVE com AMOR. Se ao contrario de julgarmos aquela pessoa, a tentamos apreciar, essa TRANSFORMAÇÃO poderá potenciar uma melhor relação entre pessoas ou situações. O exercício prático quando sente que está acumular algum tipo de sentimento negativo em relação a uma pessoa, é pedir que não tenha este sentimento e pedir que sinta AMOR por esta pessoa. Deste modo, aos poucos, mesmo que não aconteça no plano físico, no plano astral as contendas começam a ser resolvidas, quando está a dormir e isso vai influenciar no plano físico.

Quando retiramos o nosso julgamento e TRANSFORMAMOS a nossa forma de pensar em relação a pessoa, passamos a ter outra energia na presença da mesma e isso influenciar a pessoa também. 

Muitas vezes estamos muitos agarrados a conceitos pré-definidos por sei lá quem, de que para a acção A tens que ter o sentimento B. Este tipo de programação mental nos faz simplesmente reagir sem reflectir. É necessário diferenciar que reflectir não é racionalizar.

Por exemplo, certa vez num supermercado havia uma mulher com as campanhas publicitárias de uma marca de café para ser dado gratuitamente aos cliente. No entanto existia um homem que constantemente dirigia-se a ela para pedir café, e nas n vezes que ele pedia café ela o dava. No entanto ela começou a sentir que o homem era um aproveitador, porque ele vinha várias vezes pedir café e começou a sentir aborrecida com a situação. Na conversa comigo, eu perguntei a senhora se a tarefa dela não era realmente dar o café a qualquer pessoa. Ela, respondeu que sim, mas achava que aquele homem estava a aproveitar-se, como se estivesse a roubar o direito de outra pessoa. Isso é típico da percepção de ter mais ou menos que o outro. O que disse a senhora foi que experimenta-se por cada vez que homem fosse ter com ela o tratasse como se de um novo cliente se tratasse.

São vários os conceitos pré-programados neste mundo físico. Se disser a duas pessoas para fazer braço de ferro e disser que ganha quem tocar mais vezes com a mão na mesa, o que irá observar é que imediatamente os dois oponentes tentarão fazer for para empurrar a mão do adversário contra a mesa. No entanto, o desafio era quem tocar mais vezes com a mão na mesa e não especifica de quem é a mão. Esta reacção primária vez do nosso cérebro reptiliano que nos incute a noção de território e domínio. Assim, no nosso programa a forma de ganhar é sempre fazer o outro perder.

Olhando numa outra perspectiva, ao contrário de fazer força para derrubar o adversário, bastava um dos concorrentes bater a própria mão na mesa várias vezes para poder ganhar. Até porque uma vez a mão na mesa dificilmente o adversário conseguirá levanta-la.

O mesmo acontece com algumas pessoas que têm determinadas dificuldades na vida, muitas destas dificuldades é uma pura armadilha do macaco no qual a vontade de querer ter impede o ser.

Todo pensamento negativo pode ser mudado, basta mudar a perspectiva de como se olha para as situações. Muitos são sabotadores da própria vida, mas isso é um tema para um próximo post.

A base para transformação é AMOR, para tudo e para nada. Muitas vezes julgamos as pessoas sem as conhecer. Recebemos mal determinadas situações não porque tinham esta intenção mas sim porque o nosso estado emocional condiciona a nossa percepção.

Transformar a situações também tem a ver com AMOR, principalmente AMOR PRÓPRIO, dar mais espaço para o AMOR e libertar o MEDO. É libertar de alguns julgamentos e conceitos que na maioria das vezes são os causadores da nossa dor. O nosso sentido de posso nos leva a muitas vezes ter sentimentos de perda mesmo quando não queríamos o que perdemos.
É possível transformar tudo, basta abrir espaço para o AMOR e mudar a nossa forma de pensar de reactiva para reflectiva. Porque durante o processo de reflexão filtramos o que é realmente importante, conseguimos muitas vezes absorver as causa e outros aspectos que nos farão, não tão só compreender a nós mesmo, mas também os outros.

 

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Paradoxos



Sem querer competir com o blog do meu caro amigo  Paradoxo pretendo falar dos paradoxos que temos vivido nesta falsa realidade

- Fazer GUERRA para fazer PAZ.
- Na luta por um mundo melhor a maior indústria é a do ARMAMENTO
- Acumular o dinheiro com trabalho para pagar na velhice as doenças que o trabalho criou.
- O lucro do sistema de saúde depender na poupança no tratamento do doente e na quantidade de doentes que recebe.
- Luta-se contra o trabalho infantil mas deixa-se jogadores menores, actores menores, ou não é trabalho.
- Faz-se hora extra para pagar uma casa quando se passa maior parte do tempo no trabalho.
- Em DEMOCRACIA todos temos direito expressar opinião, e a minha opinião em relação a esses é CALEM-SE.
- Em DEMOCRACIA o povo é convidado para votar num partido que depois o vai aumentar todas as taxas e austeridade.
- Paga-se taxas para o estado ter carros e luxo, quando o próprio cidadão dinheiro para compra o seu próprio carro.
- O rei precisa das taxas para viver, e o povo pobre precisa do rei para quê????
- Destruimos o ambiente para fazer lucro para poder salvar o ambiente.
- Vamos salvar o MUNDO, quando se quer sabemos tomar conta de nós mesmo.
- Se Deus sabe de tudo como alguns pregam, porque motivo fez a Eva, afinal já sabia que ela ia comer a maçã. Também podia simplesmente não por a árvore lá, que tal barrar a cobra na entrada?
- Em DEMOCRACIA há liberdade de expressão, mas se fala mal de Israel é BANIDO.
- Em DEMOCRACIA há liberdade de expressão mas quando se mostra as mentiras do EUA, é ligítimo afirmar que se devia matar que falou. [Hilary Clinton]
- O "suposto" país mais democrático do mundo foi conquistado por católicos a índios que lutavam pela liberdade tendo escravos.
- O "suposto" HOLOCAUSTO morreram "supostamente" 6 milhões e foi grave, mas se for em pequenas pares de 1 milhão, 2 milhões aos poucos já não é HOLOCAUSTO.
- O supostos "judeus" de Israel dizem que vêm de uma zona de árabes quando eles não o são.
- Lutamos contra fome na Somália obrigando-os a comprar F16.
- Os ateus dizem "AI MEU DEUS".
- O sistema judicial é para todos.... que têm dinheiro suficiente para pagar bom advogado.
- Existe o medo de um país que nunca atacou o outro de ter bomba nuclear, mas ninguém preocupa com aquele que já a utilizou.

Se encontrar mais envie para mim e será acrescentado

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

America propaganda



Nos dias que correm com a agitação e busca por parte EUA para um novo motivo para fazer guerra, gostaria de fazer alguma análises. Este texto vem para realçar as falsas crenças e incutidas nas mentes das pessoas que a levam acreditar em algo mesmo vendo o contrário.

Todos nós desde que a TV existe somos educados a olhar para EUA como sendo o salvador do mundo. Esta educação começa pela TV e filmes. Repare que no filme o americano é sempre  o que vai para o país do outro salvar, chega mata o supostos (maus) e salva o supostos (inocentes). A grande necessidade de super heróis faz desta terra a que mais super heróis tem, será um problema de auto-estima?. No filme Salt, existe uma cena que é típico de propaganda de superioridade. A cena está é na chegada do presidente Russo para o funeral do vice-presidente americano. Nesta cena o presidente russo cumprimenta o presidente americano dizendo:
- Senhor presidente. A qual o presidente americano respondeu ao seu homólogo, chamando pelo nome. Isso é uma demonstração de superioridade. O que faz com que as pessoas realmente acreditem que na vida real o EUA é tão poderoso que todos se rebaixam para eles. Tipicamente são filme de Holywood, que como nome diz traduzindo, pau mágico, serve precisamente para criar ilusão.

Se observarmos, não existe nenhum outro país que tenha tido tantas guerras, e de notar que as guerras não são no seu próprio país, o que retrata a mentalidade de conquista. Para explicar melhor, ninguém matou mais gente que ingleses, franceses e americanos no mundo todo. O pior é que continuam a matar além fronteiras, sempre passando a mensagem que estão a ajudar, só não dizem a quem. No entanto é o país que se apresenta como sendo mais cristão, a própria bíblia fala disso, aquele que de Deus falam mas do diabo praticam.

Toda crença do estado poderoso que existe nos EUA vem mais da manipulação da informação e de propaganda. Canais como History, CNN, Fox, Discovery, entre outros, são usados para passar a imagem de como EUA é grande e poderoso, enquanto todos os seus supostos "inimigos" são apresentados como "maus". Este tipo de treino é largamente visível em filmes, cuja a ameaça vem sempre dos mesmos países.

A advogacia da democracia, liberdade e direitos do homem é largamente utilizada para conquistas, infiltração, "salvamento", entre outras criações de realidade. Mas se observarmos durante a história foi país que mais ditadores suportou. Existe pobreza, aliás miséria no país ainda assim se aponta para dos outros países. O jogo é de reputação. A reputação é manipulada para que possa ser utilizada como disfarce para domínio. A falsa percepção de um pais democrático é criada simplesmente pelo propaganda feita de como são importantes, e a demonização de todos que não queriam seguir as políticas impostas sobre outros países.

Este grande império que pretende conquistar o mundo, pela alteração de percepção depende necessariamente da guerra para sobreviver pois sem ela a sua indústria principal, a militar não sobrevive. Daí a necessidade constante de criar inimigos para poder combate-los e com isso gerar receitas.

Estas guerras são aceitas com truques na linguagem, onde termos são aplicado para retirar impacto no objecto ou sujeito. Termos como "complexo","vítimas colaterais", "regime", "violação de mulheres e morte de crianças" são utilizado respectivamente para desviar atenção quando  foram destruídos alvos civis, morte de pessoas inocentes, para apontar algum presidente que se quer passar como ditador mesmo que tenha ganho as eleições, sempre que se pretende fazer com que a opinião pública fique do lado de  e não do outro. Em todas as guerras essas mesmas técnicas são utilizadas.

As técnicas são sempre as mesmas, de divisão, separação, ilusão, manipulação da mídia, propaganda através de filmes e documentários criados para mudar a forma de pensar. Boa parte das guerras e seus motivos foram criados artificialmente, inclusive as duas guerras mundiais. Não são só as armas que matam, as ditas sanções matam muito mais gente que uma bala, e é uma forma bastante eficaz de subjugar vários países. Aliás foi um dos motivos da guerra de Hitler para além da criação do império foi a inveja da inglaterra e frança perante o crescimento económico alemão de forma independente.

O bom é que estes males estão em queda, daí a precipitação actual, porque estão a tentar salvar um barco que está a afundar, por enquanto como controlam a informação  ainda não está no domínio público, até chegar ao ponto de que não há solução.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dizer as palavras certas


Nada tem valor, a não ser o que nós atribuímos.

Em vários momentos na nossa vida sentimos a necessidade de dizer as palavras certas, e procuramos vocábulos, tom de voz e as vírgulas correctas para que a mensagem chegue na perfeição. A questão que se põe é que todas essas escolhas não criam necessariamente palavras certas, dado que elas não existe da parte do emissor mas sim da parte do receptor.

Dizer as palavras certas nem sempre corresponde ao emissor usar vocabulário correcto ou até mesmo educado. Muitas vezes a palavra certa é PQP, ou outro vocabulário de baixa índole. Dizer as palavras certas é tão somente a palavra que funciona, que faz o receptor despertar, tomar qualquer acção baseado nestas palavras. Para tal efeito, o emissor precisa retirar os julgamento nas palavras que escolhe. Repare que nem mesmo as palavras bonitas,  farão acordar um receptor de algo que possa estar mal.

Para o emissor dizer a palavra certa deve fluir do seu EU Superior, da sua ligação à Deus, pois ela trará a sabedoria na mensagem, que na realidade é a parte mais importante, a mensagem. As palavras de sabedoria não trazem o julgamento que o ego traz do bem e do mal, dado que o bem para um pode ser o mal para outro e vice-versa.

Para o receptor é necessário ele próprio ter a capacidade de perceber, nem tanto as palavras, mas a mensagem. É necessário o receptor perceber que mesmo que certas palavras o ofendam, a mensagem é o mais importante, até porque é sua escolha sentir-se ofendido ou não.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Aprender com os pais



Hoje quero falar um pouco da importância do aprendizado com os pais. Eu tive o privilégio de ver o início de vida dos meus pais. Pude ver como evoluiu de cadeiras de ferro e fitas plásticos até sofá de pele, toda luta, esforço de não ter casa própria até construir a sua própria casa. Esta experiência permitiu-me para além de crescer bastante, acima de tudo, o mais importante, saber lutar pelo que se quer, enfrentando as dificuldades do dia-a-dia.

Embora muita gente busque por heróis externos, não há maior herói  ou heroína que cada pai e mãe que luta para dar melhor vida a seus filhos. O tema de hoje é um resultado do que tenho observado atualmente principalmente nos jovens atuais. Hoje os jovens desistem no primeiro obstáculo que lhe apresenta, sente-se frustrado quando as coisas não correm como esperavam. Hoje em dia muitos jovens não têm noção do que é esperar, ter paciência para conquistar algo, para enfrentar as adversidades mantendo a cabeça erguida. Quando nascem vêm tudo que os seus pais têm e não têm noção do esforço despendido para poder ter o que têm.

Na sociedade actual, estamos habituados a ter tudo de imediato. Numa sociedade cada vez mais ocidentalizada, boa parte dos filhos quando nascem, já vê todas as condições criadas, e mesmo quando estás não preenchem o padrão estabelecido do condições de vida, os pais tendem a querer proporcionar todo tipo de regalias as crianças de modo a que elas sintam felizes. Esse é um instinto natural dos pais, no entanto, quando habituam a criança ao processo de pedir e ter, sem que ela sinta a necessidade de esforço, instrue a criança que tudo que quer basta pedir. 

Ao longo do seu crescimento, continuará a querer, mas verá que muito do que quer não obtém do mesmo modo. Na tentativa de obter o que pretende muitas vezes frustram logo no primeiro obstáculo, desistindo continuamente dos seus planos  sempre que não corre no tempo esperado ou como planeado.
Existe a necessidade dos adulto, pais e avós terem conversas sobre suas vida, para dar a entender as gerações vindouras como chegaram onde estão, as dificuldades da vida etc. Na minha família, por exemplo, é costume nos almoços familiares falar de tudo um pouco, sexo inclusive, onde estão as várias gerações, porque serve como forma de instrução. Existem as vezes pequenas mensagem passadas que fazem a diferença. Certa vez depois de uma discussão com o meus pais, o meu pai disse me:


- Não deves ficar zangado, viver com qualquer pessoa, independentemente do grau de parentesco haverá sempre discussões de discórdia, faz parte da convivência, mas o não deves transportar isso para o teu dia-a-dia, porque deves focar no que vos une.


Estas palavras fazem a diferença até hoje.

Na minha educação sempre ouve por parte dos meus pais a preocupação de ensinar a saber estar em qualquer meio, do mais alto ao mais baixo, como a minha mãe diz é preciso saber comer com as mãos como saber comer com talheres de ouro. Ouve sempre uma preocupação em relação a postura, foi me ensinado a estar de pé, estar sentado, saber falar, corrigio, saber expressar, entre outra coisas. Não que tivessem sempre em cima, mas sim por estímulos, como por exemplo na hora do jantar era comum estar a ouvir noticiário, e se houve alguma palavra difícil, perguntavam-me se sabia, se não soubesse, não me diziam mas diziam para ir a dicionário. Lembro-me que o meu pai perguntava como se calculava a área de uma esfera, entre outras questões matemáticas.
Coisas tão simples como usar uma toalha de rosto/mão, a muita gente não sabe como usar a toalha, principalmente aquelas que possuem bordados, pois limpam exactamente a na parte da frente. No caso particular da toalha de rosto/mão, a mão é para ser limpa na parte de trás da toalha e no aveço, desta forma ela apresenta-se sempre limpa na sua parte da frente. Esta passagem de informação é extremamente importante para educar com um certo brio, com um pouco de etiqueta.


Actualmente são poucos os pais que têm tempo para fazer essa passagem, este acompanhamento, dado a velocidade com que se vive, e as várias distrações, não canalizam para a passagem desta herança, muitas vezes os próprios pais também não tiverem e como não aprenderam não podem ensinar.

Tive o previlégio de acompanhar o início de vida dos meus pais, da cadeira de ferro e fitas a sofá de pele. Pude para além de acompanhar participar neste processo. Vi os sacrifício dos meus pais a trabalharem e estudarem para terminarem o curso com dois filhos, onde a minha mãe tinha que organizar as coisas de modo a ter tempo para tudo um pouco. Na realidade muito da minha capacidade de estruturar o tempo e fazer várias coisas ao mesmo tempo vem exactamente da minha mãe.

Foram muitas a vezes que os meus pais acordavam de madrugada para poder estudar, saíam de cada ao fim-de-semana para ir estudar na faculdade, deixando os filhos em casa. Tudo com o propósito de poder proporcionar uma melhor vida à família quando terminar o curso. Esta visão de esforço capacitou-me a executar planos para longo prazo, a esforçar-me ou mudar de estratégia quando aparecem os obstáculos, separar do que é urgente e o que é importante, saber cortar divertimentos entre outros para uma causa maior.

O aprendizado com os pais permitiu desenvolver uma postura confiante, uma educação diferenciada em vários níveis. Deu-me a capacidade objectiva e combativa na vida. Fez-me aprender que nem todas as batalhas são ganhas, mas que não é motivo para desistir. Somente hoje tenho a noção de todos estes ensinamentos e sorte de quem recebeu essa herança.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O medo como factor de segurança


Neste tema pretendo falar um pouco das pessoas que possuem os seus medos e pretendem muitas vezes liberta-los mas têm dificuldades. A maior dificuldade está no medo de perder o medo, hehehe, é engraçado, mas passo a explicar. 

O sentimento de medo funciona para muitas pessoas como fator de segurança, e o conceito de perder o medo para esta pessoa, ao contrário de estar associado à liberdade ou a segurança, está associado ao vazio. Neste sentido a pessoa que tem o medo como fator de segurança, precisa senti-lo para se sentir seguro. A noção de perder o medo para estas pessoas, cria o medo de achar que não está a ver o perigo,que na realidade é a substituição de um medo por outro.

Normalmente esta necessidade de sentir medo para se sentir seguro é usado como capa para problemas mais profundos que não se quer pensar neles. Daí, a eliminação do medo deixa um vazio que faz com que a pessoa olhe para suas emoções mais profundas. 

Se pretende libertar o medo de ficar sem medo, procure o que realmente este esconde por detrás.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A necessidade de atenção

A atenção no sentido de dar atenção a qualquer coisa é uma forma de canalizar energia sobre determinado assunto. Neste texto pretendo falar da atenção requerida e muitas vezes exigida no seio de uma relação social.

Existem crianças e adultos com uma grande necessidade de atenção por parte de outras  pessoas, no caso das crianças muitas delas requerem muita atenção dos pais [menino hiperactivo], e no caso dos adultos normalmente do seus cônjuges. Muita desta necessidade está relacionada com a infância e com o tipo de educação e atenção dada pelos pais. Muita da necessidade de atenção, também está relacionada com a necessidade de que alguém cuide de nós, ou se responsabilize por nós. Normalmente quando existe um excesso de atenção por parte dos pais sobre os filhos, eles tendem a querer ter a mesma atenção dos cônjuges (também ocorre precisamente o oposto :) ). Mas esta necessidade se desenvolve dependendo muito do tipo de criança e dos pais, pois existem crianças que gostam naturalmente se serem independentes enquanto outras gostam mais de ser dependentes.
As crianças independentes tendem a não necessitar muita atenção por parte dos pais, preferem aprender a fazer sozinhas do que os pais façam por elas. Esta forma de estar tende a manter-se até a idade adulta, tornando-se pessoas muito autónomas. Ao contrário as crianças mais dependentes, essa dependência pode vir não delas mesmas, mas sim do excesso de protecionismo dos pais, criando na criança essa necessidade. Isso torna a criança insegura, porque o excesso de proteção dos pais, passa no subconsciente da criança a sensação de que está sempre em perigo. Esta sensação transporta-se muitas vezes para idade adulta, tornando numa pessoa de natureza insegura, pouca capacidade de exploração da vida para além dos limites já ensinados pelos seus pais ou pelos seus próprios medos desenvolvidos.
A nível energético, a necessidade de atenção é também uma forma de vampirismo. Normalmente as pessoas com uma grande necessidade de atenção, tendem a sugar a energia das  outras pessoas. Este sugar de energia não é necessariamente feito de forma consciente, mas é muitas vezes o motivo pelo qual existe essa fome por atenção. Também muita vezes está relacionado com a responsabilidade e em tornar independente. Muitas pessoas não são energeticamente independentes o que as faz serem pessoas que precisam de estar com as atenções voltadas para si para poderem carregar as suas próprias energias, sugando as das outras pessoas. Daí a sensação que muita gente sente de desgaste quando estão com pessoas que requerem essa atenção.

O desgaste também pode ocorrer no relacionamento amoroso, fazendo com que muita das vezes a atenção exigida esgote a outra pessoa. Esse esgotamento está muito relacionado também ao nível de necessidade de atenção de cada um, existem pessoas que requerem mais atenção que outras.  As pessoas que requerem muito mais atenção, muitas vezes a atenção dada pelo cônjuge não é considerada suficiente, porque muitas delas querem dispor da outra pessoa sempre que necessitem de alimentar-se. Toda esta fome vem da insegurança constantes da pessoa e por este motivo quer sempre sentir-se protegida.
É comum esta fome tornar a pessoa egoísta, focada somente na sua própria necessidade a qualquer custo. E quando esta fome não é saciada cria frustração que podem afetar o relacionamento. A necessidade de atenção pode vir também disfarçada de necessidade de cuidar dos outros. É comum que as pessoas com estas necessidades gostem muito de cuidar dos outros, o que não é mau por si só, o problema está no fato de muitas delas cuidarem dos outros como forma de garantirem que façam o  mesmo por elas, como forma de investimento para obter atenção.
É necessário estar bastante consciente desta necessidade se de alguma forma que pretende trabalhar nelas. Ter atenção é bom, mas deve ser na forma de partilha, tal como o AMOR. Quando é uma necessidade deixa de haver partilha, passa a ser um vício, o que torna a pessoa uma sugadora de energia. Alguém com esta necessidade precisa aprender a estar consigo mesmo e sentir-se feliz. Porque o grande problema que tem na realidade é não amar a si mesmo e não se sentir segura por si só. É preciso aprender a não depender dos outros, não significando que não possa gostar de ter atenção, mas não deve ser uma necessidade, mas sim uma consequência de gostar de estar com alguém
A evolução para alguém com está necessidade começa por ter consciência dela. A seguir, deve começar a praticar a confiança em si mesmo, uma boa técnica é apreciar-se no espelho, escrever coisas que gosta em si. Pode treinar quando chega a emoção de fome por atenção, estando consciente do momento que está  passar, regular a respiração para uma respiração mais profunda com inspirações e  expirações mais espaçadas. Fazer afirmações para si mesmo, com voz audível, quando possível, também é uma forma de reprogramar a própria mente, ouvindo a própria voz e a vibração dela no corpo. As vezes também descrever em papel o que sente ajuda a compreender melhor a si mesmo e todo o seu processo emocional. Todo essa necessidade é uma questão de auto-estima, de falta de amor próprio, responsabilidade da criação da própria vida e insegurança.

Para sermos felizes, mesmo com outra pessoa, é preciso trazermos a nossa parte de felicidade para partilhar juntamente com essa pessoa, e não simplesmente esperar pela felicidade dos outros.

sábado, 6 de agosto de 2011

Sistema de crenças

As crenças fazem parte do nosso quotidiano, aliás, toda e qualquer sociedade é construida com base em crenças. Este tema tem como objetivo fazer compreender de que tudo aquilo que uma sociedade acredita, foi criado por alguém que instituiu como sendo uma verdade. Mas esta crença na realidade não constitui uma verdade, simplesmente um conceito mental para nos fazer comportar de determinada forma. É importante também conhecer a origem, ou seja, é importante saber de onde tudo começou para se perceber no que se acredita, e o porquê se acredita
Repare, boa parte do continente africano é cristão, muito são católicos, se os perguntar porque acreditam em Jesus, será dada uma resposta totalmente mágica do que é crer em Deus e Jesus. No entanto ele não sabe a origem da sua crença. Na realidade, ele só é cristão porque algum dia, alguém colonizou o seu país e como forma de controlo e domínio lhes foi imputado o cristianismo, e na época em questão o catolicismo. No entanto, a crença hoje é tão forte que nem questionam como era possível que a mesma igreja católica que hoje tanto africanos amam sequer os considerava Humanos, achava divino a tortura e maus tratos, porque possuíam pele escura. Isso só significa que se fosse a China que tivesse chegado primeiro, a crença já não seria cristã, seria outra coisa qualquer. Onde quero chegar é, todo sistema de crenças é instituído por meio de conquista ou força, e dizer conquista e força não tem que ser necessariamente física. Um exemplo é a religião católica, que foi instituída por reis e a força. Na época da escravatura a crença de que o branco colonialista era mais forte, permitia que 200 escravos negros fossem controlados por 5 capatazes brancos.
Todo sistema de crenças é criado com base numa perceção conjunta de um grupo de pessoas que necessariamente pode ou não constituir uma verdade para outro. Aliás o que é a verdade? O que pretendo fazer notar é que enquanto num país se acredita que a vaca é sagrada noutro come-se a vaca (animal :P). Será que em ambos os casos ninguém questionou se a vaca é realmente sagrada, e se realmente se constitui uma verdade então porque motivo os que comem não lhe acontece algo.
Assumindo que somos todos iguais e seres (humanos), porque motivo se aceitou um Rei, o que tem ele a mais que os restantes? Todo o sistema governamental, hierárquico, monárquico só existe porque as pessoas creem neles. Todo este poder mais do que riqueza foi adquirido simplesmente pelo controlo de informação, do conhecimento, algo que acontece ainda hoje.
O dinheiro também é um sistema de crenças, porque o papel impresso não tem nenhum valor a não ser o que todo o coletivo acredita que vale. Significa que cada nota que tem em mão na realidade não tem valor algum, vale aquilo que a crença incutida determinou.
Outro exemplo de crença é o diamante, para quem se lembra ninguém dava valor ao diamante até que a publicidade criou a crença de que era valioso e que era a coisa certa  para oferecer num anel de noivado. Aliás as técnicas de marketing é exatamente a criação de uma crença de que um produto nos fará mais feliz.
Antigamente na sociedade ocidental era considerado de baixo nível uma mulher fumar e beber bebidas alcoólicas, mas com a introdução  de filmes, patrocinados também pela empresas de tabaco, as mulher fumadoras apresentavam-se de forma sexy, com certo glamour e sucesso. Estava diretamente ligada a ser apreciada pelo homens e isso catapultou para uma busca das mulher pelo cigarro e por bebidas,  e moldou a aceitação do homem como sendo algo sexy e chique a mulher fumar e beber.
Atualmente observa-se a mesma estratégia em relação ao homossexualismo, apresentado em filmes séries, novelas etc. Muitos filmes, séries até mesmo novelas são ferramentas para ir moldando a forma de observar ou mesmo julgar determinados atos. Por exemplo, a aceitação de um presidente americano negro já a algum tempo foi preparada, em filmes e séries que apresentavam o presidente do EUA negro. Esta é uma forma de ir moldando a forma de pensar e aceitar das pessoas, sem que a pessoa acuse muito a diferença. Muitos não sabem, mas o conceito da máfia italiana como atualmente é conhecido só surgiu na realidade depois do primeiro filme mostrar toda essa estrutura, só a partir daí surgiram a forma de crime violento tal como passava nos filmes.
Boa parte de série e filmes são formas de propaganda. Um exemplo, é o típico filme, série, banda desenhada de super herói, americanas, que é o conceito de salvar o mundo. Não há pais com maior necessidade de super-heróis que o EUA. Repara que nos filmes se algo envolve o mundo acontece nos EUA. Essa é uma técnica utilizada para incutir o significado de que representa o mundo, aprendida da antiga união soviética. A cultura é a primeira forma de conquista de qualquer nação, porque a cultura também é um sistema de crenças. E quando cultura de um pais é amplamente aceite noutro pais torna mais fácil a aceitação por parte do povo as ideias de outro pais, por este motivo nos países comunistas via-se muitos filmes soviéticos, como agora se vê muito americanos. Todas estas técnicas fazem parte da engenharia social.
Todo sistema de crenças é incutido desde criança, e começa com os pais numa fase inicial e é crivada com a educação. Repare que o sistema educacional está diretamente relacionado com a sobrevivência, a pessoa tem que estudar para poder ter trabalho e ganhar dinheiro. A educação não é orientada ao auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal. Até o mundo científico é baseado em crenças, principalmente por pessoas que necessitam ter o ego alimentado, tendem a desaprovar formas de pensamento científico que não estejam dentro dos limites de suas crenças.
Por exemplo, hoje o sistema educacional apoia-se na teoria de Darwing, mas é só uma visão que prova a sua observação, ou seja, acreditava que tudo acontecera da forma por ele descrita. No entanto existem fatos que esta teoria já não funciona, mas estes raramente são falados pelas o sistema de crenças, porque quando são abordados por algum cientista é considerado como ir contra a teoria de Darwing, que por si só é humano como outro qualquer, passível de erro e engano na sua observação. Para perceber melhor o que quero dizer, dou o seguinte exemplo:
Para quem cresceu a conhecer a jaca, identifica a jaca como tal, e assim sendo numa escrita descritiva do fruto esta pessoa falará todos os aspetos do fruto. Para um estrangeiro que nunca viu uma jaca, ao comer e para poder identificar a jaca de modo que outras pessoas possam conhecer o fruto, na sua escrita, fará uma comparação do sabor com outro fruto que já pertença a sua base de conhecimento. Assim, quem ler a descrição deste último, se ele disse que o sabor da jaca se aproxima, por exemplo do ananás, esta pessoa, passará a ter a crença que a jaca tem um sabor parecido com o do ananás, e aí se criou uma crença. Se ela lesse a a descrição do primeiro autor só teria noção da sua descrição se já tivesse provado, senão seria somente uma ideia abstrata.

Resumindo, a crença também tem a ver com o nível de conhecimento, de informação e sabedoria que a pessoa tem. Por este motivo é que toda informação é nos dada sempre de determinada forma para manter determinada crença. Repare que hoje só aceitamos que a terra é redonda não por provas científicas, mas porque ouve uma libertação das crenças religiosas, caso contrário muito embora provas científicas, ainda se acreditaria na terra plana. Isso significa que tudo que acreditamos não vem necessariamente do que sabemos, mas sim do que querem que acreditemos para nos poder dominar ou moldar.


A importância de percebermos o sistema de crenças recai no aprendizado que se tem sobre a nossa própria forma de pensar, agir e julgar. Realça a necessidade do saber e questionar o porquê, ao contrário de ser simplesmente um seguidor por qualquer justificação que é dada. Todas as formas de domínio são exploradas com base no ignorância, controlo de informação e divisão. As crenças são incutidas e estas quando aceites sem compreensão de sua origem conduzem a perda do livre arbítrio. Mesmo no suposto estado democrático, os políticos conduzem nações com base nas suas crenças, e essas nem sempre são a do povo, poderá afirmar que não, mas a verdade é que a maior parte das coisas que se decide num pais o próprio povo que votou não sabe, porque não é dada esta informação.

Também é importante para perceber quanta influência o meio tem sobre si, pergunte a si mesmo, o que acredita que mais ninguém acredita. A crença é um tema tão significativo, principalmente para os dias de hoje, onde começa a vir à superfície muito que se considerava "teoria da conspiração". Poucas pessoas se lembram de que Hitler esteve no poder com os votos do povo, e o mesmo povo quando foi alertado também achava que eram teorias. Quando Sidney O'Connor rasgou a foto do papa, foi amplamente criticada e vaiada num concerto, hoje quase 20 anos depois, essas mesmas pessoas que vaiaram devia pronunciar-se. A crença de que padres são santos permitiu exatamente que se mantivesse essas vítimas de violência caladas. 

A maior parte das crenças de hoje são com base em técnicas de desinformação, aplicada nos meios noticiosos, a gripe A, o aquecimento global são uma delas, usado um para criar pânico e pandemia provocada por laboratórios e outro simplesmente para promover a bolsa de carbono, onde cobram e negoceiam taxas de carbono. A crença da necessidade de salvar o planeta, é para além de engano, uma autêntica estupidez, não passa de uma técnica de evangelização como a juventude nazista. Digo isso porque, primeiro, a terra tem biliões de anos ou mais, e querem dizer que miúdos de 15 a 25 anos é que vão salvar o planeta? Quando boa parte deles sequer sabe tomar conta de si mesmo, tem graves problemas de auto-estima e socialização? Até pergunto quem lhe disse que o planeta precisa de ser salvo, o planeta?

Para se ter pensamento de livre arbítrio é necessário separar o que é formas de pensamento incutidas por algumas crenças externas, a cima de tudo é necessário ter  informação correta.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

2 Visões da Bíblia

2 visões da Bíblia Sagrada:

1- Relato de história passadas e previsão de futuras.

Corresponde a forma atual como é lida, como uma compilação de escritas sagradas e  profecias, passando a palavra de Deus.

2 - Um plano para ser concretizado

Nesta visão podemos olhar a Bíblia sagrada com um plano a ser seguido, por sei lá quem, por Deus?!

O que acha?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Amor é sentido e não declarado


A maior parte das pessoas anseiam por viver um grande amor, no entanto, quando o têm não os sabem reconhecer simplesmente porque não foi declarado. A necessidade que se tem em ouvir que o parceiro ou pare diga "Eu te amo" muitas vezes condiciona os relacionamentos. A maior parte das pessoas tem necessidade de ouvir a declaração do amor, mais do que a capacidade sentir o amor. 

Este bloqueio é de tal maneira que os intervenientes sequer observam todas as outras demonstrações de amor, simplesmente porque precisam de o ter verbalizado de alguma forma. Esta verbalização ser para a pessoa que a recebe como uma forma de prova necessária de tudo que está a passar, para estabelecer uma falsa segurança  no relacionamento. Digo falsa porque, se  perguntar a si mesmo quantas vezes teve relacionamento em que disse ou lhe foi dito que é amado/a e o relacionamento acabou na mesma? Significa que dizer não tem valor algum a nível de segurança a não ser a mera necessidade de alimentar o ego. Quantos dizem que amam e ao mesmo tempo batem? 


A agora questiono se viver com alguém que nunca lhe disse que o/a ama, mas que o/a trata com todo amor, que o/a trata como realeza, precisa mesmo de ouvir ou de sentir. O problema é que a maior parte, principalmente as mulheres tendem a não sentir se não for dito, e sentem-se não amadas simplesmente porque não foi verbalizado, quando todos os dias há demonstrações de amor. Para além de ser um problema de auto-estima, está também relacionado com o facto das pessoas teres o relacionamentos baseados em estigmas sócio-comportamentais  apresentados principalmente pela TV. Neste sentido, quando numa relação o A fizer algo e o B não se comportar como no filmes, é porque não gosta ou não tem amor.


Também existe um grande preconceito de como este amor deve ou não ser demonstrado e vivido, condicionado principalmente por fatores externos, que constantemente nos dizem como nos devemos comportar. Quando as demonstrações de amor caem fora dos conceitos pré-estabelecidos existe logo uma interpretação como sendo não amor. Todos sentimento de amor, passaram a estar dependentes do 5 sentidos mais do que do que o coração que atualmente simboliza amor.

Amor é para ser sentido e não necessariamente declarado,
mas deve ser manifestado.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Preso/a na dor


Todos nós temos experiências más na vida, aliás a experiência da vida por si só envolve algum grau de experiências boas e más. Ocorre muitas vezes experiências traumáticas que fazem com que a pessoa carregue esta experiência por toda a vida. Muitas vezes a pessoa transporta a dor dessa experiências para o dia-a-dia, para ajudar a manter alerta ou mesmo como forma de identidade. 

A dor passada é tão grande as vezes que a pessoa carrega esta experiência como parte do seu próprio ser, sentido que se soltar esta dor perde a sua própria identidade. Quando nos identificamos com a dor, ficamos presos nela. Significa que todo o nosso ser não poderá existir se não for com a dor passada, e este facto faz com que muitos fiquem presos na dor, no passado, e não consigam abrir as portas para uma nova experiência.

Ocorre nos relacionamentos, depois de algum tempo em estar juntos, no seu término, os intervenientes ficam presos no fim do relacionamento por toda a dor causa pela separação. Se estas pessoas estiveram durante anos ou meses juntos, todo estes momentos bons são postos de lado para se focar no momento que a relação terminou. Essa forma de ver o fim do relacionamento, leva muitas vezes a que a pessoa se feche para encontrar um outro amor, porque tem medo que o próximo relacionamento, embora possa ter anos de coisas boas, tenha aquele dia que tudo acaba.

Pessoas que tiveram uma má infância, quando ainda estão presas nesta dor, tendem a dar uma má infância ao seus filhos, ou mesmo canalizar esta dor para outra pessoas. Quando este problemas de infância são resolvidos, normalmente esta pessoa tem a preocupação de querer oferecer algo melhor do que teve no seu tempo. Comparativamente com a mulher o homem tende em ter mais dificuldades em se libertar da dor e isso é resultado da dificuldade em expressar os seu sentimentos.

É importante a não identificação com a dor mas sim o aprendizado de como ela foi passada ou criada. Quando presos na dor todo nosso livre arbítrio está condicionado, porque pegamos nas experiências dolorosas como defesa e muitas vezes usamos como arma de ataque. O melhor é tentar transformar esta dor em AMOR, aliás qualquer emoção negativa pode ser transformada em amor. 

Transformar a dor em AMOR não significa que irá amar a dor, mas sim que vai mudar a energia associada a essa experiência passada. Afinal é nossa escolha nos lembrarmos dos anos de amor ou dos dias com falta dele, nos focarmos no fim do amor ou em cada momento de amor.

domingo, 24 de julho de 2011

Dar e Receber

É importante aprender a 
DAR  sem precisar de RECEBER 

RECEBER sem precisar de DAR.

sábado, 23 de julho de 2011

Mecanismos de defesa

Todo ser humano precisa de ter mecanismos de defesa (pelo menos na 3ª dimensão). Parte dos mecanismos são inatos à pessoa, outra vêm da educação e a última é adquirida. Este mecanismo faz parte integrante da auto-estima da pessoa, permitindo esta defender-se mais ou menos, ou mesmo escolhar não o fazer.

O mecanismo de defesa, muitas vezes pode ser confundido com o medo, o que é importante também, porque permite em muitos casos fazer com que a pessoa reaja de uma situação de perigo. Por isso, este medo também é uma ferramenta importante como um mecanismo de defesa

Ocorre muitas vezes crianças que são levadas por qualquer pessoa, porque esta não têm medo de seguir, dado que muitas crianças reagem mal quando estão presentes a desconhecidos. No caso da criança é justificável pela (talvez) falta de noção de perigo, estranheza ou outro padrão que a criança possa identificar.
No caso do adulto os mecanismos de defesa estão intrísicamente ligados a auto-estima. A forma como esta pessoa olha para si mesmo vai determinar como acha que deva ser tratada. Estes mecanismo são importantes principalmente nos casos conjugais que envolvam violência, tanto por parte do homem como da mulher.

Outra prática de falta de mecanimos de defesa são de pessoas que contam tudo a todo mundo. Normalmente estas pessoas tendem a querer atrair outras pessoas a sua volta, partilhando aspectos da sua vida, porque necessitam de aceitação ou aprovação de alguma ideia. Também acontece a muitas mulheres que não conseguem resistir a homens, principalmente quando estes impõe determinada pressão, e ao se sentirem coagidas a aceitam o que for. 

Ingenuidade é muitas vezes resultado de falta de mecanismos de defesa. A necessidade que muitas pessoas têm em fazer amigos ou conhecer pessoas, sem impor alguma filtragem, sem tentar perceber o que a pessoa realmente é. Normalmente este tipo de pessoas tem tendência em aceitar todo mundo pelas aparências mais superficiais, o que muitas vezes conduz a uma situação de estar rodeados de falso amigos. Mas este também é resultado da necessidade de querer tem amigos em quantidade e não necessariamente em qualidade.

No caso do homem é galinhisse mesmo, a carne é fraca. Na realidade no homem é capaz de ser mais grave, dado que existem aqueles que não exitam na presença de sexo fácil, muitas das vezes qualquer mulher em qualquer condição. O perigo está no facto de ele achar que é MACHO ao ter este tipo de comportamento, aliás sida reina por causa dele e delas com esta forma de pensamento.
O mais básico mecanismo de defesa é o respeito por si mesmo antes de qualquer outro. Normalmente alguém que se respeita dificilmente desrespeitará outra pessoa, porque não quer ser desrespeitado. O respeito pelo próprio corpo físico, moral, mental e espiritual é importante até para o equilíbrio da pessoa no dia-a-dia.

As pessoas com respeito por si mesmo tendem por escolher quem se aproxima delas, definem que são tratadas não com base no que as outras pessoas querem, mas sim com base naquilo que ela permite.  São pessoas que sabem dizer NÃO, aliás é uns dos primeiros passos para o desenvolvimento espiritual é aprender a dizer NÃO.
Os mecanismos de defesa devem estar balanceados, porque muitas vezes quando se tem muitos, acabamos por viver numa jaula para nos defendermos de tudo e nada. Muitas vezes estes mecanismos são activados depois de uma experiência traumática, activando então medos e receios na pessoa. Essa jaula criada pode ser boa para afastar as coisas más, mas muitas vezes afasta também as boas.

Respeito por toda integridade do indivíduo permite um melhor mecanismo de defesa que é o amor próprio.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A variável DEUS


Todos os dias deparamos com situações que devemos tomar decisões, que temos que escolher. Muitas vezes tudo isso depende de tantas variáveis, tratar de documentos, viagens o que for, toda essa organização depende muitas vezes de alguém dar uma resposta no tempo certo, de abrir uma vaga etc. Boa parte das vezes temos pessoas que nos dão opiniões ou conselhos de diversos tipos.

Toda opinião ou conselho é sempre baseado na experiência de quem dá, e o valor é exatamente este. Quando alguém dá algum conselho este carrega os seus medos e sistema de crenças, mas que podem não corresponder a realidade de outra pessoa, mesmo que tenham quase todos os parâmetros iguais.  Não significa que tenha que o conselho tenha que ser julgado como mau ou bom, mas é necessário ter em consideração a variável DEUS.

A variável DEUS  um fator determinante para criação de qualquer exceção em qualquer regra, permitindo assim que qualquer experiência que siga uma determinada linha possa tomar outra, nem que seja de forma pontual, somente para aquele momento. A variável DEUS tem como componentes outras variáveis que depende exclusivamente do DEUS que se apresenta.

A Variável DEUS é cada um de nós, com a nossa energia, forma de ser, expressão, emoções, todas características inerentes a cada pessoa. O que isto significa é que mesmo que alguém lhe diga que teve determinada experiência e lhe dê conselhos, não há garantia que possa correr da mesma forma, independentemente de ser a experiência negativa ou positiva.
A a polaridade da experiências depende muito também da polaridade da variável DEUS. Mas nem mesmo isso pode corresponder a verdades absolutas, ou seja, o facto da variável DEUS ser negativa vai afetar negativamente no resultado. Porque muitas vezes, do outro lado da experiência existe outra variável DEUS. Esta outra variável DEUS também desenvolve outras experiências, tudo isso porque a nossa experiência viva é a interação com vários DEUSES.

Resumindo, mesmo que alguém lhe diga que algo é impossível, essa realidade pode ser verdade somente para as variável DEUS desta pessoa, porque com outro DEUS pode ter resultados diferente, porque cada DEUS tem a sua energia , empatia, forma de estar. Isso significa que não obstante alguém ter dito uma experiência ela nem sempre é necessariamente igual ou diferente de outro pessoa.

A variável DEUS É VOCÊ e todos NÓS.


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Energias de Julho

Para quem se apercebe do processo que estamos a passar no universo, sabe do que me refiro. Todas essas energias transformadoras que têm entrado, causam determinadas sensações dentro do nosso corpo físico e etérico. Diplomacia a parte, as energias de Julho têm uma carga emocional elevadíssima, muito de nós estamos a comer pão que o diabo amassou, e olha que ele não é nada bom padeiro. 

Estas energias estão tão fortes que muitas vezes sinto não o corpo físico a tremer mas sim o corpo etérico, é como se a alma estivesse a vibrar fora do corpo físico. O peito parece um tambor ou batuque, porque as batidas do coração são fortes o suficiente para não deixar dormir. O corpo e a mente querem dormir mas o coração não. O acumular de energia que chega é tão grande que é necessário canalizar para outras coisas. Esta energia é tão transformadora que transforma sapato em bota e depois essa mesma bota pisa-te  ou dá um chuto no rabo.

Ainda por cima, muitas das emoções são paradoxais, outras nem sequer são nossas, mas parece que tudo se concentra em nós. A energia está tão alta que mesmo afastado do corpo a distância do meu braço sinto o calor gerado por ela. Ora estou triste, ora estou contente, parece TPM. Não consigo chorar, porque não há nada para chorar, não consigo gritar porque não há motivo para tal, mas existe uma carga emocional tão forte e difícil de descrever, porque sequer é negativa, mas intensifica todo tipo de sentimento, alegria, solidão, abandono, euforia.

Sei que nos disponibilizamos para esta tarefa como trabalhadores da luz, mas acho que não seria o único que nestas fases pensa; AI SE EU SOUBESSE!!!

Enfim, só nos resta aguentar, viver sempre em frente e encontrar uma forma de canalizar toda esta energia.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Interação social


Algo que observo quando muitas vezes saio para locais públicos, festas, discos é que interação Humana maior parte das vezes é superficial. Muitas vezes as pessoas estão presentes e conversam umas com as outras, mas elas não estão lá para além do mental. Quando saio observo que muita gente gasta muita energia e esconder os seu EU, em esconder o que a pessoa realmente É, isso também é um pouco em consequência da crença da sociedade. O gasto de energia é tão mais elevado na preocupação de esconder os problemas, aparentar o que não é, que muitas vezes não deixa que quem interage com a pessoa possa realmente sentir a pessoa.

Existe muitas pessoas que querem interagir com outras não por aquilo que estas são mas por aquilo que ela quer que elas sejam, e isso naturalmente interagir mas sim impor sobre a pessoa as nossas expetativas, significa querer fazer da pessoa nossa imagem. Normalmente isso ocorre com pessoas cuja educação foi ou é força a ter determinados padrões, e geralmente são os pais os causadores deste tipo de desequilíbrio.

As redes sociais vieram também acentuar a falta de interação, porque basta adicionar pessoas, e ter um número N para dizer que tem muitos amigos, mas na realidade não se interage com ele. Desta forma é bem mais fácil dizer que se está bem mesmo que se sinta mal, é mais fácil esconder o que se porque em geral não se vai a fundo.

Tudo isso é resultado também dá sociedade, o que significa que é nossa culpa, porque somos nós que fazemos a sociedade. Existe grande medo em comunicar e partilhar experiências, porque estamos envolvidos em crenças egocêntricas incutidas pelo exterior. Ser amigo dos nossos amigos é algo fácil, o exercício é ser daqueles que não são nossos amigos.

Que ninguém venha a ti e saia sem sentir melhor do que chegou.

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