domingo, 19 de fevereiro de 2012

Polaridade mental

A polaridade mental reflete sobre a forma de pensar e encarar o mundo. Da escolha de aceitação de determinadas emoções ou mesmo da transformação das mesmas.

A maior parte das pessoas tendem escolher situações negativas, pensamentos negativos e emoções negativas, sem que se apercebam que isso maltrata o corpo. Esta forma de estar está associada a parte réptil do cérebro, que é a zona mais defensiva, possessiva e reactiva. Os pensamentos negativos, pessimismo auto-estima, confiança, são efeitos de uma sociedade empenhada em minorar a energia Humana e o seu potencial. A TV em si tenta incutir na mente da pessoa, realidades de baixa energia, entretenimento que esvazia no expectador, tornando-o num mero recipiente de conteúdo, ditando o que deve ser mau ou bom, o que deve ser considerado verdade ou não, polarizando a nossa mente para as direcções que cada um pretende.
Numa época em que de denigre a imagem do intelectual, desrespeita-se o professor, aplaude-se o populismo, o vulgar, pornográfico, o satânico, a moral, tudo possa desvirtuar o bem estar da pessoa. Tornando a pessoa frágil e insegura é mais fácil moldar a sua mente, onde o principal alvo é a camada jovem.

A polaridade está relacionada com a capacidade de escolha no que pensar, sentir, viver, sem que se deixe levar unicamente pelo ambiente à volta. Viver com base no centro, no interior do que é. Para isso, Desligue a TV, e reflita sobre o seu centro. Faça escolhas.

Tudo tem escolha, até mesmo em relação a uma traição pode escolher não sentir desta forma, se alguém a/o ofende isso só acontece porque escolheu sentir-se ofendida/o. Por isso perceba que ninguém o magoa, pelo menos não fisicamente :), se não escolher sentir-se magoado.

Boa parte das crenças do que devemos sentir, seguir, chorar, alegrar é determinada pela TV, centre-se no que é, e escolha o que sentir. Muitas vezes, embora se diga que a violência não resolve, mas as vezes um bom soco  resolve muito bem.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cargas

Bem vai ser o 1º post de 2012. Falemos sobre cargas, neste caso falemos sobre os vários tipos e cargas que o ser Humano carrega na sua vida. Cargas emocionais, físicas, responsabilidades excessiva, stress entre outras cargas.


É necessário realçar desde já que tudo isso é escolha, e essa escolha depende da forma como olha para si próprio como projecto de vida. No nosso dia-a-dia, existe uma grande necessidade de correr atrás dos bens materiais dado que nesta sociedade materialista, não ter máteria representa não existir. Muitas pessoas carregam muitas cargas na vida, reclamam sobre stress, mas não se apercebem que na realidade eles são os próprios responsáveis desta situação. Boa parte das vezes começa por não ter capacidade de dizer não, ou até mesmo definir como prioridade interesses próprios.



Um exemplo, é o trabalho excessivo que muita gente despende para poder pagar uma casa que na realidade nunca está presente. Muitas vezes comprasse coisas que o seu pagamento por si só não nos deixa dormir sossegado por ter feito crédito. Pode dizer que precisava, mas a pergunta é, será que realmente precisava? Será que este objecto vale todo stress que tem, só para o ter, e poder dizer que o tem?

O mesmo acontece quando fazemos coisas não porque é o nosso objectivo mas porque temos que satisfazer expectativas de outras pessoas como pais. Muitas vezes são nossas próprias criações ao achar que temos que ser responsáveis pela responsabilidade dos outro que nos tira a PAZ interior, a insegurança nos faz querer, por exemplo, proteger sempre o filho, e isso por si só se reflecte como sendo uma carga tanto para pessoa como para o filho em si. 
É engraçado como muitas pessoas pagam por luxo que não usufruem, têm uma piscina a qual raramente nada, uma grande casa que nunca está nela, tudo porque tem que trabalhar para pagar tudo o que tem. 

Actualmente passamos a vida toda a trabalhar para acumular dinheiro para pagar as doenças que o trabalho criou. Quando temos vitalidade na vida e que devíamos explorar o mundo e não quando a velhice e doenças já assolam o corpo.

As vezes a obsessão em ter, controlar ou quer certas coisas, nem nos deixa sequer descansar, e lamentamos que estamos cansados, mas não temos consciência que tudo isso é causado por nós mesmo, porque temos pouca capacidade de soltar cargas. 
O maior obstáculo em soltar as cargas são os nosso polícias do dia-a-dia. Quem? Os amigos e conhecidos,  que irão criticar, apontar e julgar porque você tomou isso e acham que devia ser assim ou assado. Muitos vão achar que está louco, mas isso muitas vezes é tudo uma questão de perspectiva.

Muitas vezes ter menos representa ter muito, porque tem muito mais vida. Para se ser livre é preciso de soltar  de determinadas dependências e dar prioridade ao nosso bem estar, e paz de espírito também. Para tal é necessário o equilíbrio.

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