sábado, 12 de agosto de 2017

Amor Eterno. Algumas perguntas sobre o amor.

É o Amor estático?

A nossa sociedade está muito focada na constituição de uma família. Está focada no amor e posterior casamento de entre duas pessoas assumindo que estas se amarão para o resto de suas vidas.  Não gosto muito da expressão do resto da vida, porque parece que acabou  a partir do casamento. Acho que deveríamos chamar a construção de uma nova vida.

Ao longo da vida pós-casamento, o amor permanece estático, evolui, ou regride?

Quantas vezes ao longo de um "Amor Eterno" alguém não se apaixona por outro?

É o Amor Mutuamente Exclusivo?

Só se poderá amar uma pessoa de cada vez? Que condicionante se impõe para que não se possa amar mais do que uma pessoa?

A partilha do amor entre duas pessoas está muito associado à forma como elas partilham. A diferentes combinações de indivíduos pode proporcionar diferentes recompensas amorosas. Não será isso uma amostra que se pode gostar de mais do que uma pessoa pela recompensa afectiva que ela nos proporciona?

O Amor tem que ser Eterno?

Não necessariamente mas pobre daquele que ama sem pensar que é eterno. Deve acreditar que ele é eterno se este estiver directamente associado a nossa felicidade. Mas quando termina este se transformar noutro estado amoroso.

Ele pode até não ser eterno, mas os seus momento sempre o serão pois estas memórias se manterão dentro até a sua morte.

Amor. Do we really need it? Why?

YEAAAAAAAAAH! Faz tudo mais bonito, mais vivo, mais alegre e mais luzidio. Faz-te sorrir sem precisar de motivo, faz-te leve.

Amor. It hurts?

ALOT! Amor também tem a sua componente de dor que não está sempre associada ao término de uma relação, mas sim muitas vezes como estamos na relação. Esta dor muitas vezes é a dor da ansiedade, da vontade de se querer mais e mais.

Amor te fará chora algumas vezes. Chorar sem controlo onde as lágrimas simplesmente irão escorrer como se de um rio se tratasse. Mas vale sempre a pensa a experiência.

Amor, dá-se?

Não. Partilha-se. Amor é algo que deve ser partilhado.

Amor deve ser dependente?

Nem de brincadeira. A partir do momento que se torna dependente não está a partilhar ao amor. As dependências amorosas estão mais associadas a outro factores do que ao amor. Auto-estima é um dos factores principais.

Amor quando sentir?

Sempre que puder, nem que seja para sentir peito quente e o fazer triste, mesmo que não seja correspondido/a sinta-o sempre que puder. Viva-o quando puder e o tempo que puder com a intensidade que puder. AME.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Aceitação do Outro


Até que ponto aceitamos o outro nas nossas diferenças e igualdades.

Tudo que se estabelece como se tratando de relações humanas possui a componente de aceitação do outro de modo a que se possa tirar partido de ambos lados de todas sinestesias partilhadas por cada um. No entanto, quando a relação se torna mais íntima muito do que anteriormente estava estabelecido muda drasticamente.

Como aceitamos o outro quando muitas vezes sequer aceitamos a nós mesmos?

A aceitação do outro pressupõe também a evolução ao mesmo nível. À medida que vamos crescendo e amadurecendo,  a nossa forma de pensar, sentir e avaliar as coisas vai se moldando. A maleabilidade da nossa consciência recebe a forma do que aprendemos das experiências de vida que vamos tendo ou do que queremos dar a ela. Assim sendo, à  medida que vamos crescendo pessoas, amizades, relações está relacionado também com o nosso próprio padrão de pensamento.

Qual seria a sua capacidade de aceitar que o seu conjugue sobre de défice de atenção e precisa dela e doses fora do comum? 

Qual seria capacidade de aceitar que o seu conjugue não precisa de atenção?

Como se sentiria se ele não desse tanta importância  muita coisa que você dá?

Até que ponto precisamos nós de ter semelhanças, gostos e entre outras coisas em comum para amar alguém?

Será possível amar na diferença?

Muitas vezes temos amizades que são completamente opostas a nós e ainda assim conseguimos partilhar dentro das nossas diferenças. Outras vezes temos aquela amizade  que até muito partilhamos mas existe algo que nos afasta.

O maior exercício de aceitação é o casamento. O casamento entre duas pessoas que assumem o compromisso de partilharem a vida em comum baseado no conhecimento que se tem um do outro e de nós mesmo naquele momento. Quando este perdura até ao fim do seu tempo é o maior exercício de aceitação já visto, porque ficar com alguém por anos, ou alguém ficar connosco por anos, significa que ao longo do tempo ambos foram aceitando um ao outro e a si próprio.

Certa vez alguém disse-me que éramos dois porcos-espinho que tentavam dormir um encostado ao outro, mas que para tal era necessário ajustarmos cada um os nossos espinhos de modo a não ferir o outro.

Até que ponto conseguimos de facto aceitar os outros?

domingo, 16 de julho de 2017

Lembrança do ser Criança


A importância de nos lembrarmos do ser criança sermos felizes e fazermos uma feliz.

A medida que crescemos, quando atingimos a idade adulta, são poucos que conservam o seu lado criança, o seu lado infantil. O que pretendo falar é um pouco de como tem um grande impacto de nos lembrarmos como éramos crianças, principalmente para quem está a educar.

Acredito eu que neste sentido a tarefa é mais fácil para as mulheres por causa da sensibilidade mais desenvolvida ou apurada. No entanto, o lembrar o que faz uma criança sorrir, como pensa, faz com que consiga ter uma melhor aproximação e relação tanto com a criança como consigo mesmo. Como já referi num texto passado, criança feliz é adulto feliz.

A lembrança de quando éramos criança tem particular atenção para a fase de puberdade  pois é a fase mais complexa, pois é a fase do aprendizado do EU.

A pouco tempo  depois de voltar de viagem trouxe uns presentes para o filho do meu sócio  e vi a alegria do rapaz por causa do presente. Isso fez-me recordar da sensação  quando sabia que alguma tinha estava para voltar de uma viagem.  Foi acto que não é necessariamente recorrente, mas que após ter visto o resultado da alegria e sorriso daquela criança fez-me pensar que deveria proporcionar mais esta emoção a outras crianças próximas. Quando o rapaz me cumprimenta agora, o vigor em suas palavras carrega mais emoção, mais importância, mais AMOR.

Isso também fez lembrar do João Carlos o jovem de 13 anos na época, que tinha fugido de casa e que tive que conversar com ele fazendo-lhe ver outro ponto de vista.

O que tento partilhar é que a tua experiência infantil é uma ferramenta para lidares melhor com outras crianças. Fazê-las sorrir, brincar, sentir feliz, só conseguimos quando também nos lembrarmos o que nos fez sentir estas sinestesias quando tínhamos a mesma idade.  

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A necessidade de aprovação, do agradar e do Elogio


Todos nós temos um certo grau de aceitação dos outros e elogios é sempre bom de se ouvir. No entanto, como tudo, não devemos necessitar dele.

Existem pessoas que precisam muito da aprovação dos outros para aceitar as suas próprias vitórias. Precisam do elogio, cumprimento e quase uma plateia para  atestar que o que está feito está bom. Este é um problema comum da falta de confiança em si próprio.

É preciso ter em conta que qualquer pessoa que nos dá uma opinião, está carrega, emoções, experiências, medos e nível de conhecimento de quem a dá. E a visão dela pode não ser a que partilha.

Este problema muitas vezes está personalizado, ou seja, existe aquela pessoa que tanto queremos agradar, aquela pessoa de quem esperamos sempre uma atenção, que se orgulhe de nós e para qual nada nos parece suficiente. DEITA FORA ISSO!!!

Normalmente quando a necessidade de aprovação e elogio está personalizada, também tem muito a ver com o sentimento de não ser o suficiente, nunca chegar, não agradar o suficiente. Este sentimento é particularmente mais vincado na mulher do que nos homens e está muitas vezes associada a infância e a uma figura paternal ou maternal.

Esta necessidade se não estiver equilibrada fará com necessite sempre de opiniões de terceiros para tomar decisões ao contrário de ver com os próprio olhos. Fará com que nunca será capaz de apreciar algum feito seu sem que tenha aprovação do outro. Fará também que muitas vezes estará tão entusiasmada/o com alguma realização e quando for contar ou apresentar não receba o mesmo entusiasmo de terceiros. Isso fará sentir-se triste, em baixo e desmotivada/o, de baixa auto-estima, não porque o trabalho não vale, mas sim porque nem sempre os outros têm a sensibilidade para perceber o que foi feito. Não se pode falar de cores a cegos.

A necessidade de agradar, está directamente associado ao medo. Medo da perda nas relações, medo do confronto, falha de comunicação e muitas vezes apatia (IDFC - I Don't Fucking Care).

A necessidade de agradar, principalmente quando este acto te causa dor é falta de amor próprio. Tudo na medida, certa, devemos agradar os outros na medida que nos possa também agradar. É importante dar, mas também é muito importante sabermos receber.

Para evoluir recomendo os seguintes exercícios:
  1. Aguente o máximo de tempo sem contar a ninguém algum feito de que se orgulhe.
  2. Sempre que fizer algo que acham bom, escreva uma frase de motivação. Por exemplo, eu usava a frase "TU ÉS UM GÉNIO".
  3. Se existe alguém que o pressiona sinta a necessidade que se orgulhe de si, deve primeiro deixar de alimenta-lo com o que conquista. O que pretendo dizer é não deve ir a correr dizer a sua nova conquista, deixa que ele oiça por outros.
  4. Elogie a si mesmo e fique satisfeito somente com o seu elogio. Não funcionou?? Repita, vezes em conta. Faça o seu cérebro ouvir a sua voz.
  5. Não se preocupe em afirmar que é boa/bom em algo. Ser convencido é alguém que se acha melhor que os outros. Afirmar que é bom em algo é ser confiante que é totalmente diferente.
  6. Diminua o agradar ou diga que de momento não pode satisfazer. Paulatinamente vai educando o seu cérebro a não sentir-se culpado quando nega algo. Lembra que o conceito de boa pessoa é totalmente sujectivo e falso.
  7. Permita que lhe agradem também. Aprenda a ser agradado/a. Muitas vezes você agrada tanto o outro que não dá espaço para ele fazer por si também. Permitaaaaa.
  8. Reine na sua vida. O que quer dizer que que deve ser Rei/Rainha na sua vida, e não  um servo dela.
  9. Se existe destino pelo menos 50% é seu, porque você é que faz a escolha, logo use-o à 100%.
  10. Por algum tempo pratique o DGF (Don't Give a Fuck) para opiniões que o levam para baixo.

domingo, 23 de abril de 2017

Aprender o Estado de Permissão


Actualmente a nossa sociedade educa-nos com o conceito de que devemos trabalhar arduamente para atingir abundância. Esta forma de pensar está enraizada principalmente na geração dos anos 50, cujo percurso de vida ensinado foi de estudar para arranjar emprego.


Por causa da nossa educação, esta formatação de pensamento, faz-nos ter uma postura para os desafios, a conquista da abundância como um percurso que tem que ser necessariamente penoso até se poder atingir os objectivos. Também esta geração foi-lhe incutido que nada é de graça, e que não merecem se não se esforçaram muito. Por este motivo muitas pessoas, vindouras da educação ministrada, têm dificuldade em receber.

Aprender a estar no estado de Permissão é aprender a Merecer. Merecer do bom e do melhor oferecido pelo Universo. Não significa que pessoa pratique a inacção, mas sim que ela estará focada tanto no esforço físico como no esforço energético/espiritual.

Estar no estado de Permissão significa a aceitação de receber. Muitas pessoas não permitem que lhes seja ajudado, oferecido sem que seja pela crença que de desempenhou um grande esforço para lá chegar.

Sua Crença = Sua Vida.

Se acreditar que devem existir obstáculos para atingir a sua metas, estes então existirão. No estado de Merecer, não obstante os obstáculos poderem existir, a crença é que merece o melhor, logo merece que o obstáculo seja de alguma forma ultrapassado ou eliminado.

Deve aceitar que merece receber e continuar a trabalhar mas não de forma obsessiva, de modo a permitir a manifestação da vibração de permissão e eliminar os bloqueios que muitas vezes existem no subconsciente.

Esqueça sacrifício, esqueça luta e abraça o AMOR, manifestando-o no universo, impregnando-o no seu trabalho de modo a proporcionar o feedback universal na mesma vibração energética.

Se é dado e é bom, receba.

Esqueça o conceito de que não merece. Você merece tudo que você manifestar no ambiente/universo bem como obter toda abundância na sua vida.

sábado, 1 de abril de 2017

Olhos captam e a mente vê


Olhos captam a imagem mas é a nossa mente que a vê.

Tudo que captamos no nosso dia-à-dia fazemo-lo através dos nosso olhos é processado pela nossa mente que faz o julgamento. Por este motivo, na realidade o que vê é a mente e não os olhos.

A mente construimos ao longo do nosso crescimento vai na realidade definir toda nossa percepção do que é o nosso mundo. Neste sentido, toda nossa avaliação do que está a nossa volta, não obstante ao caos que possa existir, depende tudo da sua mente.

A nossa mente na realidade é a nossa percepção de tudo que vê e como vê. Os olhos são tão somente uma simples ferramenta de captação da Luz, sendo a mente o grande responsável pela classificação e julgamento de tudo que é captado.

Diariamente captamos no nosso mundo coisas que muitas vezes não compreendemos e vemos o que a nossa mente desenvolveu. A ignorância cria medo para tudo que é desconhecido, fazendo-nos ter um julgamento errado do que observamos.
O crescimento e o desenvolvimento mental e espiritual, permite-nos observar  em vários pontos de vista, permite-nos adquirir uma maior compressão do todo para entender o UM.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Enriquecer o outro



Enriquecer o outro é fazer o outro evoluir, crescer, brilhar de modo que este possa manifestar o melhor de si no mundo e no universo.

Enriquecer o outro passa pela partilha de ideias que possam fazer o outro crescer, elogios, críticas construtivas, ideias novas para obter sucesso.

Enriquecer ou outro é inspirar esta pessoa a ser melhor, a fazer melhor a tirar o que é melhor de si para partilhar com outros

Enriquecer o outro passa pela partilha da alegria de ver o outro crescer, de alcançar metas e vê-lo a construir.

Enriquecer o outro passa por tentar fazer esta pessoa luzidia, feliz, vibrante.

Jesus veio até nós para nos enriquecer, suas palavras não eram para fazermos a nós, mas sim aos outros.

Enriquecer o outro passa por partilhares o teu AMOR incondicional sem EGOS, com a compreensão de que altos e baixos representam nada mais do que aprendizado para evolução.

Enriquecer o outro contempla o tratamento carinhoso, respeito, admiração uns pelos outros daquilo que cada um representa no seu SER.

Enriquecer o outro implica ter também AMOR próprio e partilha-lo, pois é com ele se atinge as vibrações mais altas para elevar o espírito.

Enriquecer o outro significa dar a mão e acreditar que o lugar de vencedor não é para UM mas sim para TODOS.

Enriquecer o outro significa partilhar o melhor que está dentro de ti sem esperar receber e partilhar o melhor de dentro do outro sem sentir a necessidade de dar.

Dê ao universo melhor de si e tente potenciar que os outros façam o mesmo.
Amem

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Nada é "assim"


É comum ouvir expressões como "é assim" ou "as coisas são mesmo assim" entre outras variantes.
NADA É "ASSIM"!!!!!

Absolutamente nada na nossa vida é simplesmente "ASSIM". Esta expressão tende a conotar um pouco que a situação em causa é algo normal ou de alguma forma aceitável. Esta forma de pensar é uma crença que muitas vezes não permite a mudança e evolução.

Absolutamente tudo, mas TUDO que vivemos são consequências de escolha nossas como indivíduo e como sociedade. Aspectos culturais, crenças, comportamentos, conceitos morais etc, é tudo resultado desta massa crítica.

Em geral a maior parte das pessoas vive aquilo que socialmente encontrou dentro do extracto social onde se enquadra. Neste sentido, tudo que é aceitável naquela sociedade será encarado como "É ASSIM".

Existe também a expressão "O MUNDO É ASSIM", não, não é. "Nós" o fazemos tal qual como ele é.

Esta visão está implantada na maior parte da consciência terrestre o que nos torna seres complacentes com toda injustiça que identificamos. As revoluções por assim dizer são quebras nesta forma de pensar, mas infelizmente hoje este "instrumento" é utilizado também para obter controlo sobre as massas.

Podemos fazer também um paralelo do "é assim" com a nossa vida. Muitos aceitam certas condições ou situações de vida não porque esta é "é assim", mas sim porque na realidade ainda não têm consciência do controlo dela. De certo modo este conceito faz com que a pessoa não seja dona do seu "destino".

Lembre-se, se existe destino, pelo menos 50% é seu porque você é que faz a escolha.

Este modelo de pensamento na realidade retira o poder da sua vida, porque altera o centro para o exterior.

Tudo que nos acontece é da nossa inteira responsabilidade. 

Até mesmo a nível religioso, o ter FÉ implica sermos responsável de nós mesmos em consonância com Deus.

DEUS, UNIVERSO seja lá o que acredita, não trabalhar para NÓS mas sim CONNOSCO.

Para podermos atingir determinado nível de consciência e deste modo alterar o "é assim",é necessário ter noção do que é o desenvolvimento ou caminha espiritual da sua vida. Por outras palavras, é necessário que desenvolva cada vez mais o nível de OMNISCIÊNCIA DE SI E DOS OUTROS.

Génesis 1, 26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;...

...é, significa que na nossa semelhança também temos que ter omnisciência. Elimine o "é assim", altere a consciência e essa por sua vez altera as suas vibrações que manifestam no universo. Esta elevação e alteração permitir também limpar o KARMA.

O KARMA na realidade é um FRACTAL.

O KARMA é um padrão espiritual que se repete vezes sem conta até que haja uma  mudança ou aprendizado. Porquê do Karma agora? Porque muita gente justifica o "é assim" com o Karma. Existe uma certa verdade nisso, mas está associado ao facto de ainda não ter aprendido ou alterado a consciência do que está a viver.

Nada "é assim". Tudo é o resultado que individualmente e em conjunto construimos a medida que evoluímos.

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