quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sozinho



Para se estar bem com alguém, é preciso saber estar bem connosco quando estamos sozinhos.

Príncipe encantado

O problema de encontrar o príncipe encantado

é a quantidade de sapos que se tem que beijar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Peça, eu dar-te-ei! - Jesus

Tenho uma amiga muito querida, alguém que me faz aproximar a Deus, é alguém que, estando onde estiver, nunca me esqueço. Ester, no seu último email, sugeriu a leitura...Salmo 91.15. Heis a minha resposta ao email:

"Li o Salmo 91 a 91.15, é revelador, é algo que tenho que fazer, mas que talvez pela instabilidade emocional e pela quantidade de interesses que tenho, ainda não tenha a maturidade de saber o que realmente quero.
Em algumas histórias, Jesus diz:

- Peça, eu dar-te-ei!

Primeiro a questão está no pedir por si só, confesso que tenho uma certa dificuldade em pedir, para falar a verdade nem gosto de o fazer, quando sei que é possível obter por meios próprios. No entanto, o que mais tenho pedido é discernimento, algo que costumo dizer "manter o rosto sereno no fogo do inferno". Mais grave ainda é não saber sequer o que pedir, querer muita coisa, mas não saber quais são as mais importantes por agora. Não pedir, por medo do que será dado, muito embora venha abençoado. Não pedir por não se achar merecedor, por achar que existem outras pessoas que realmente precisam muito mais de ajuda.

Obviamente tudo isso denota uma pessoa em conflito consigo mesma, alguém que busca o seu caminho entre arbusto, árvores, pedras, picos, espinhos, montanhas, movido pela determinação de querer vencer, mas no entanto ofuscado pela floresta densa que o cerca, e torna difícil a sua caminhada.

De seguro afirmo que mais próximo estarei do Senhor, quando por meios próprios derrubar ou esquivar os obstáculos, sentido merecedor então da sua compaixão para ajudar o próximo. Mas ao fim de tudo, se resume exactamente no que escreveu:

“Busca 1º o Reino de Deus, e tudo te será acrescentado” "

sábado, 18 de outubro de 2008

Broke up


É comum no término das relações a frase:

"Não hás-de encontrar ninguém como eu"

Bem eu acho essa frase uma idiotice, porque se está a terminar é porque não quer precisamente alguém como esta pessoa.

Algo que me faz confusão também, é são as pessoa que quando já não querem, em vez de assumirem, preferem destruir os outros, criando situações de grande irritabilidade, discussões, vêm defeito em tudo. Também existem pessoas que, quando dizem para acabar, e o parceiro aceitas pacificamente não se sentem satisfeitas. Outros ainda que quando terminam e poucos dias vêm o/a ex com outra pessoa, sentem-se traídos, e foram eles mesmo que acabaram.

Algumas amigas minhas depois de acabar diziam, que ainda bem que acabaram, que tinha que ser, mas choravam baba e ranho. Não seria suposto estarem felizes e a encharcarem a cara de tanta felicidade, já que a relação foi assim tão má.

O contraditório, são muitas coisas que se dizem no momento de terminar a relação, discussões constantes, defeitos, ofensas, etc..... acabam,...... no fim voltam. Será masoquismo?! Confesso que não tenho esta capacidade, viver em discussões constantes, principalmente as infundadas, para acabar a relação e depois voltar!? Hum, nah! Gosto de levar as coisas na paz, mesmo nos momento críticos, porque acredito que as coisas podem ser resolvidas com conversa.

Outra frase típica:

"Não dás nada na cama" ou "És um/a fraco/a na cama" ou ainda "Impotente"/"P***", "Não dás prazer"

Epa essa é o que mais baixo se pode ter, mas é preciso manter a calma e ser sempre superior. A resposta mais eficaz para estes caso, é dizer que vai recolher uma segunda opinião e já volta para dizer se o companheiro tem ou não razão. Outra que é boa também é perguntar a pessoa se já fez uma autoavaliação neste campo.

É verdadeiramente complexo este momento, porque o ser humano enche de raiva e mágoa, de tal forma que o resto deixa de ter valor.

domingo, 12 de outubro de 2008

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A moment to remember



Vi este filme e adorei, confesso, chorei, chorei pela felicidade feliz que tinha de estarem um com outro, de se amarem, e cuidarem um do outro. Chorei, por tudo que ele tentou fazer para salvar a sua amada, pelo sentimento de impotência perante a situação.

Triste ver a troca de nomes nas declarações de amor, o desaparecimento da personalidade e as memórias ao longo do tempo. A dor que ele sentiu no peito quando leu a carta de despedida dela, fez-me lembrar uma dor sentida por mim, as lágrimas derramadas.......

De facto, amar é dor, mas nenhuma dor é maior que o próprio amor.

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