domingo, 24 de abril de 2016

Uma peça na vida de outro


Já pensou quantas vezes foi uma peça determinante na vida de outra pessoa? 

Quantas vezes esteve presente em situações importantes na vida daquelas pessoas mais próximas ou mesmo até de desconhecidas?

O dinamismo da vida é tão maravilhoso que nos torna marcos na vida de outra pessoa. Estes momentos muitas vezes anónimos na nossa consciência, digo anónimo,  porque muitas vezes estes feitos são realizados de forma completamente altruísta.

Retrato esse assunto porque com um pequeno gesto de um amigo meu, demonstrou a importância que tenho na sua vida e de sua família. Isso fez-me recordar que a dado momento a minha participação fez com que tivesse com a actual mulher.

Observando e retrocendendo, comecei a ver as diversas oportunidades trazidos ou levados por cada pessoa que interage connosco. 

Vejo muitas  coisas de meus amigos que foram resultado de alguma forma de uma peça posta por mim, tal como eu tenho muitas peças postas por outros amigos.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Diferentes perspectivas de amar [Desenvolvimento]


A pedido de um leitor que leu o post Diferentes perspectivas de amar, onde expresso duas perspectivas de amar, foi-me pedido que desenvolvesse mais o assunto.

Quando referimos às diferentes perspectivas e amar, no primeiro caso  referia-me a aquele que AMA tendo dentro de si todo AMOR que pretende partilhar. Esta perspectiva de AMAR está muito relacionado com a capacidade de AMAR de forma incondicional. Este é um AMOR que é partilhado e de modo algum necessariamente cobrado. Esta perspectiva de amor, é muitas vezes altruísta, é sincera, independente e vem de dentro para fazer.

O AMAR de dentro para fora, não depende de nenhuma recompensa. Este amor estabelece por si só que a pessoa que o carrega é por natureza FELIZ, ESTÁVEL LIVRE. Estas pessoas tendem a vibrar o AMOR ao seu redor, tornando-as muitas vezes vítimas de vampirismo energético, quando não estão preparadas, principalmente quando estão envolvidas com pessoas sedentas por AMOR. Estas relações podem ser perigosas porque pode tornar uma pessoa dependente em receber AMOR e outra refém em dar AMOR.

Esta perspectiva de AMAR é muitas vezes desapegada, não obstante quando correspondido existir uma grande entrega. Também permite muitas vezes reconciliar mais facilmente o sentimento de perda quando há uma separação, porque embora se sinta a tristeza na separação, o AMOR se mantém dentro. Aqui o conceito é partilhar AMOR.

A segunda perspectiva, é mais dependente. Não é necessariamente o AMOR, mas sim um necessidade, um factor de sobrevivência, O SENTIR-SE AMADO/A. Neste caso, esta perspectiva está sempre à espera por carinho e atenção, não obstante por mais que se dê o/a faça sentir seguro/a.

A questão desta perspectiva é que ela está largamente associada à auto-estima. É um AMOR dependente de prémio. Aliás, muitas são as pessoas que usam na realidade o seu AMOR como moeda de troca, nos casos em que ambos têm exactamente a mesma dependência.

Quando um casal partilha esta dependência amorosa, é comum tornarem-se excessivamente possessivos. Esta possessão advém do facto de que cada membro pretende encher o seu coração com o AMOR do outro. O coração destas pessoas tem pouco AMOR para o seu próprio sustento, estando sempre dependentes de outros. Tipicamente a sua auto-estima é baixa, o que por si só fará ter uma projecção pouco confiante de tudo o que sente, pois mentalmente na sua realidade, sentirá sempre refém do medo da perda.

As pessoas desta perspectiva muitas vezes tornam-se vampiras, sugando a energia de outras pessoas, tal é a sede de se sentirem amadas. Este vampirismo muitas vezes não é consciente, nem é feito por maldade, mas sim consequência de uma necessidade energética, que é resultante da forma de pensamento e dependência emocional.

Qual é a sua perspectiva de AMAR?

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