sexta-feira, 27 de junho de 2008

Accept Jesus and Get a Free PlayStation 3!


If you want a PS3 just accept jesus

This is what we call a modern church. I'm already praying for mine.

More info here http://www.landoverbaptist.net/PS3.htm

Simbologia da Rosa vermelha

Rosa vermelha, vulgarmente oferecida como sinónimo de amor. Possui 4 sinestesias que irei simbolizar, olfacto ,visão e tacto.

Olfacto - O seu perfume nos dá a nostalgia do momentos amorosos passados do lado de quem amamos, como de quem nos fez sofrer por tanto amar.

Visão - ela tem a vermelho do amor e o verde da esperança.

Tacto - tocando nas pétalas, faz-nos lembrar daquela mão macia, passando no nosso rosto, o carinho de cada momento de amor. Tocando nos espinhos, derrama a gota de sangue, que provoca o lacrimejar dos olhos, e nos faz lembrar corações partidos. Pois amar, também é sofrer, amar também é dor.

Falei de 4 sinestesias, mas enumerei 3, não foi por engano, o último, é o que dá o verdadeiro significado na entrega de uma Rosa Vermelha.

O Sentimento - o sentimento na entrega desta flor, a forma como é entregue, cria as associações fisiológicas de todas sinestesias descritas e não descritas acima, jogando com as emoções de quem dá e de quem recebe.

Esta é para todos apreciadores de rosas.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

A minha Mãe


A minha Mãe,

Mulher de infância difícil, marcada por um crescimento duro, com a ausência de uma Mãe. Marcada pela ausência de carinho, atenção, de presentes, até mesmo nas épocas festivas, em que chorou de tristeza e foi castigada.

Marcada pela educação com madrasta, em que ela e seus irmãos da mesma Mãe, eram tratados de forma diferencial, e estes, estavam sempre unidos, pois partilhavam todos a mesma infância difícil. Numa época em que a educação era feita com punhos de ferro, muito valeu a intervenção do irmão, que muitas vezes aceitava culpas, para que a irmã não fosse castigada.

De entre lágrimas, tristezas e sorrisos, sim sorriso, pois haviam também sorrisos, quando o Padrinho tão adorado a levava daquele lugar onde habitava, onde servia mais como empregada de casa do que filha, e esta é a memória mais feliz de sua infância.

Fez-se mulher, fez-se mulher tomando o seu rumo na vida, saindo de casa, não obstante as bocas mal faladas, daqueles que de moral só tinham para vender e não para consumo próprio.

Hoje admiro esta senhora, admiro pelo que lutou e continua a lutar para estar onde está agora. Passou, com o meu pai, por momentos difíceis por não ter casa própria, andavam de um lado para outro, mas enquanto isso nunca se deixaram desviar dos seus objectivos.

Lembro-me das longas horas de estudo de madrugada, ela e o meu pai para poder finalizar o curso, dos fim-de-semana sem os filhos, para poder estudar. Lembro-me das manobras e peripécias necessárias para gerir o tempo para as várias actividades.

Lembro-me da fase inicial da vida, em que muita coisa que temos agora, não passava de um sonho.

Hoje, médica especialista, tenho orgulho de muito ter aprendido contigo no que respeita à conquistas na vida, a saber lutar, estando triste ou não.

Muito te admiro como soubeste ver os teus filhos crescer e soubeste acompanhar esta evolução, evoluíste não só como Mãe mas como uma amiga, em que soubeste dizer as coisas certas nos momentos certos.

Muito te admiro pelo esforço em proporcionar o melhor para os teus filhos, dar aquilo que não tiveste na tua infância, motivar e ajudar ao desenvolvimento deles.

A garra que tenho em lutar pela vida, e ver que é possível evoluir com o nosso trabalho, foi tudo fruto da educação que tive. A capacidade de fazer múltiplas coisas, cozinhar, tomar conta da casa, tomar conta de bebés, bom gosto, muito do elo feminino aprendi contigo.

Sei que no presente existem muitas coisas que lamentas,por naquela altura não teres tido muita paciência, ou dado mais atenção, mas digo-te, muito embora achasses que uma criança não têm noção, desde dos meus 7 anos a minha motivação para te ajudar em casa sempre foi porque me apercebia das aflições a angústias que passavam. Nunca soubeste porque nunca chegaste a ler as coisas que eu escrevia.

Hoje, um dos motivos do meu empenho no trabalho é realizar um sonho teu que guardei quando eu tinha ainda 8 anos.

Por tudo isso Mãe, digo que te amo muito, tenho muito orgulho e te admiro muito.

O HERÓI DE HOJE, É O PAI E/OU MÃE, QUE TUDO FAZ PARA DAR UMA EDUCAÇÃO A SEUS FILHOS.

Obrigado Mãe.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Abraço

Hoje passei umas 3 horas na cama a pensar, sentia falta de alguma coisa, entre muitos outro pensamentos da vida corrente, mesmo estando numa maré de crescimento, sentia que me faltava algo.

Comecei por recordar outros momentos, em que mesmo cansado, sentia-me confiante em relação a qualquer adversidade, sentia-me determinado, intocável.

Ainda lembrei do melhor abraço que já tive até agora, que foi de uma criança de 6 anos, esta lembrança, fez-me esboçar um sorriso no meu rosto. Foi mesmo um grande abraço, senti-me tão protegido com aquele abraço, como se de um anjo se trata-se. Tentei lembrar-me se alguma vez me tinha sentido tão protegido com um abraço, e verifiquei que nunca recebi abraços dos meus pais quando era pequeno.

Mas não era este abraço que sentia falta, sentia falta de outro abraço, e nesta busca dos abraços, cheguei a conclusão que não só sentia falta de abraço, mas também sentia falta de abraçar alguém.

Daí, lembrei do lote de pessoas que conheço e conheci que passam ou passaram pela mesma sensação, por mais variados motivos, e que buscam desalmadamente subterfúgios para poderem esquecer a ausência. De quê,.... de um abraço? Não,.......de afecto.

Cheguei a alguma conclusão??!!!

A ausência de afecto definitivamente condiciona a boa disposição, a motivação, o objectivo de lutar para. Esta ausência afecta mesmo aqueles que dizem que querem estar sozinhos.

Toda esta falta de afecto é procurada nos amigos, em saídas, em grande gargalhadas, não obstante por detrás de cada sorriso estar no olhar um grande
tristeza.
A parte dolorosa vem depois, no fim das gargalhadas, quando cada um vai para sua casa, e somos confrontados com o vazio do nosso espaço. Aí, somente a almofada é o confidente. Porque será ela que irá absorver as lágrimas, que escorrem dos olhos, com grau de salinidade triste, deixando no rosto trilhos demarcados da falta de amor, por onde escorre numa corrente de tristeza, até chegar ao leito de todas outras lágrimas que naquela almofada desaguaram.




Na falta de um abraço, a solução não é qualquer abraço, mas sim AQUELE ABRAÇO, aquele momento de ternura, paixão, afecto e carinho, em que as partes se tocam, criando uma sinergia de sentimentos, libertando um aroma corporal, exprimindo emoções não fictícias e esquecendo o mundo.

No fim de tudo, no dia-a-dia corrente, abraçar é algo que não damos muita importância, mas que tem um poder reconfortante enorme.

HOJE GOSTARIA DE TER TIDO O TAL ABRAÇO!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Mínimo de dignidade, moral, ou ingenuidade




Existe algo que me tem feito confusão a alguns dias.

Alguém, não irei mencionar quem, depois de um período de tempo passado com muita tristeza, por ter acabado com o dito "o homem que eu venero". Faz poucos dias, num encontro causal na rua, realço o facto de a ver sorridente e com um aspecto muito mais altivo. Dei-lhe os parabéns, mesmo sem saber porquê.

Mais tarde, voltando a falar com o "alguém", voltei a elogiar o facto de estar mais feliz, aí, naquele instante, essa pessoa passou a explicação da sua felicidade.

Segundo ela, o digo "homem que eu venero" está com outra mulher porque a mulher tem um tio numa determinada posição, que poderá facilitar a entrada ou subida dele a certo posto. E então ela jazia de alegria, porque, supostamente ela ama e só está, repito, só está com a outra por causa do posto. E ainda dando-lhe esperanças de que poderiam voltar a namorar. Contou-me ela que no momento que falavam a coitada da mulher telefonou, e ao falar com ele disse que ele parecia estranho. Ele, desculpando-se, disse que o telemóvel estava sem bateria e desligou a chama. E a moça achou graça.

Confesso, foi algo que não me caiu nada bem. Perguntou-me será a falta de dignidade ou ingenuidade, para ser enganada desta forma? Até por uma questão de moral, estar com alguém por explícito interesse. Talvez eu é que estou fora de moda.

Mas confesso que arrepiou-me o facto de ver esse alguém feliz com essa notícia.

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