segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Confúcio


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.


– "Qual é o gosto?" – perguntou o Mestre.
– "Ruim " – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e fosse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem atirou o sal ao lago. Então o velho disse:

– "Bebe um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:

– "Qual é o gosto?"
– "Bom!" – disse o rapaz.

– Sentes gosto do "sal" – perguntou o Mestre?

– "Não" – disse o jovem.
O Mestre então sentou-se ao lado do jovem e disse-lhe:

– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então, quando sentires dor, a única coisa que deves fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixa de ser um copo. Torna-te um lago...

Pablo Neruda


"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem

......... não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro ao invés do branco e os pingos nos iis a um

......... redemoinho de emoções, exactamente o que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração aos

......... tropeços.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto

......... para ir atrás de um sonho.

Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que

......... desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.


Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos. Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade."

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Factos engraçados da minha vida




- Oferecerem lugar de executivo quando tinha bilhete para económica ( Lisboa -> Munique)

- Ir pagar a estadia do hostel e o computador dizer que já estava pago (Luxemburgo)

- Comer no hotel durante toda estadia e no checkout não tinha conta a pagar ( Brasil)

- Perder o avião para Dublin e a pessoa que tinha conhecido a 20 min pagar-me o bilhete. (República Checa)

- Estar na cama com uma mulher e por 5 min pensar que ela foi homem....shiiiiit (Republica Checa - Praga).

- Oferecer 32 rosas as raparigas do restaurante e desaparecer.... (República Checa -Brno).

- Ser apanho pelo pica a fazer o que não devia no comboio (Eslováquia).

- Ser apalpado num bar gay (Irlanda - Dublin)

- Namorar com alguém que conheci em 4 horas (UK - Londres)

- Namorar com alguém que sequer sonhei que poderia namorar (Lisboa - Portugal)

- Ver uma rapariga a tirar gases em alto e bom som logo ao acordar, no hostel (Budapeste - Hugria)
- Ver uma rapariga a tirar gases em alto e bom som logo ao acordar, no hostel (Budapeste - Hungria)

- Ser assediado por uma cinquentona com os filhos dela mesmo a minha frente...weird (República Checa - Brno)

- Correr nu na neve (República Checa)

- Dormir como morto no carro, preso pelo cinto de segurança ao ponto de babar. (Áustria - Viena).

- Descobrir que minha namorada estava grávida.... mas eu nunca a tinha tocado :).

- Reparar numa parte do meu corpo que se escandalizou quando vi o corpo da minha namorada na praia, recordando uma passagem da Bíblia que diz: "Se alguma vez o seu olho te escandalizar, mais vale corta-lo do que ter todo corpo no inferno".... senti dor só de pensar.

- Começar a rir porque estava a chorar.

- Chorar em baixo da chuva, encostado na igreja, enquanto recebia umas bofetadas da mãe do meu amigo que dizia: "Não sejas parvo, ela não te merece" - (Portugal -Gardete ).

- Acabar o passagem do ano sentado em frente ao prédio, depois de ver quem gostava a ser ..... pelo primo, que era meu amigo.

- Namorar com uma rapariga que não sabia o nome, durante 2 meses.

- Ter que fumar n'ganza, para fingir de bandido, para o outro bandido não me assaltar. (a final sempre é verdade, ladrão não rouba ladrão).

- Dançar em baixo de chuva.

- Apresentar um trabalho ao professor que na realidade não sabia sequer se funcionava, até tinha bom aspecto.

- Fazer exame de Análise vectorial sem máquina e com 2 horas de estudo, resultado 11, de duas positivas.

- Fazer exame chupado, 6 exercícios certos em 15 min, mas tive que desistir, tinha chichi.

- Fazer exame em 30 min e tirar A.

- Dormir no exame. Humm... nas aulas também, confesso.

- Entrar na casa mais desarrumada e suja que já vi, ao ponto de domir a flutuar com medo de apanhar qualquer doença.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O homem que queria amor


Heis o homem que tanto queria o amor, mas nunca o pediu, por ter medo do que lhe poderia ser dado.

E SE EU NÃO EXISTISSE !?


Boa parte dos problemas existenciais ocorrem com algumas das seguintes perguntas: Quem sou eu, porque vim, para onde vou etc... Convido o leitor a responder a um conceito totalmente diferente, responda com o seu comentário o seguinte.

Assumindo a tua não existência, ou seja, que não tinha nascido, que mesmo que tivesse nascido, não tinha o aspecto físico e psicológico que tem, que diferença faria ao mundo? Atenção que quando me refiro ao mundo não num todo, mas sim ao mundo de cada um de nós, onde deste mundo fazem parte certas pessoas, assim como fazemos parte do mundo das outras pessoas. Qual seria a diferença significativa ou não, da TUA NÃO EXISTÊNCIA.

Porque não prometo nada a ninguém

Eu vivo instintivamente, embora algumas coisas na minha vida sejam planeadas, a maior parte é com base na direcção dos 5 elementos da terra. A minha vida chega a ser tão dinâmica que 2 dias pode fazer uma grande diferença, imagine num mês o que pode acontecer.

De uns anos para cá optei de certa forma em estar sozinho, precisamente por causa do dinamismo que me cerca. Este dinamismo não me permite estar muito tempo em lugar algum, pelo menos por enquanto, não me permite garantir quase nada a ninguém para longa data, aliás, nem mesmo para mim consigo prometer algo.

As consequências deste dinamismo é situação dúbia de querer ter alguém e ao mesmo tempo querer estar livre para movimentar para qualquer lado. Não que tenha medo de assumir alguma responsabilidade, mas noto no meu ciclo de vida que, mesmo sem querer, o dinamismo que me envolve leva-me a mover-me para outros pontos, adquirir sempre novos conhecimentos, culturas e perspectivas.

Muitas vezes parece que certas coisas foram feitas mesmo para acontecer, porque conheço sempre as pessoas certas, nos lugares mais improváveis. A sorte rodeia-me, a tal ponto que muitas vezes, mesmo nas situações em que deveria estar stressado, fico calmo, e acontece sempre algo que faz a tempestade passar. Ainda vivo coisas planeadas ao 12 anos, mas por incrível que pareça, aos 9 anos, já amava os meus filhos antes mesmo de os ter, mais incrível ainda, é que nem os tenho.

Sinto que a minha vida é como se já tivesse sido escrita, há certas coisas que parece que simplesmente me pertencem e serão minhas dentro do tempo certo. Aos 12 anos disse a mim mesmo que nasci para ter boa vida, aos 8 anos já tinha um sonho para realizar, e ando trabalhar para tal.

Deste meu mundo, as pessoas que me envolvem são espectaculares, muitas têm um grau de sensibilidade tão grande, que mesmo estando sempre nas minhas viagens sinto a sua proximidade. O que mais aprecio nestas pessoas é o facto de não terem receio em mostrar quanto apreciam a minha pessoa, assim como eu os aprecio. A estes, a única promessa que dou é que jamais os esqueço, não importando onde esteja.

A minha vida é quase tão imprevisível como a bolsa, eu gosto disso, dificilmente se consegue fazer uma estatística sobre quando vai subir ou descer. Quanto às promessas, continuo sem poder prometer nada e como o dinamismo na minha vida já gerou algumas lágrimas, continuo sozinho.

Home Stage Studio - My Home Studio


I decide to share some photos from my homes studio, it's bit changed since last time now i have new equipment.
























Well I use both Linux and Windows for recording. My mixer is connected to computer by firewire and my Motifx XS by USB. I have a Boss GT-8 effect pedal for electric guitar.

Just missing an electronic drums.












T-rex like always, is looking is masturbating, but he is good guy.

My monitor speaker are 120 W each, and yes, Yamaha too :P, almost every thing here is Yamaha, please don't ask me why:).

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Menino hiperactivo


Certa vez, estava eu na paragem do autocarro, em Benfica. Já era tarde, a noite se fazia silenciosa. Na paragem havia uma senhora que também esperava pelo autocarro. Aos pouco, começamos a conversar. Durante a conversa, a senhora disse que o filho a cansava como um marido que durante anos a tivesse batido.

Foi curioso, vê-la relatar as peripécias do rapaz, como criança, era um rapaz hiperactivo. Desabafava a senhora pelo facto de vir cansada do trabalho, e ainda ter que cuidar dos 2 filhos sozinha. Sim, ao que parecia, era mais uma mulher que criava os filhos em um pai.

Pelo o horário que ia trabalhar, naquela noite, e o tipo de função que desempenhava, gostava completamente a paciência no trabalho. Quando chegava a casa, segundo ela, naturalmente os filhos faziam o seu barulho, a sua bagunça. Muitas vezes, dizia ela, o mais velho queria conversar, e o seu tema preferido era o Noddy. Foi engraçado ver as expressões faciais que ela fazia enquanto dizia:

Ai meu Deus, Noddy para cá, Noddy para lá, o Noddy fez, o Noddy disse - dizia ela As vezes quero dormir e lá está ele com estas conversas ou quer brincar comigo, e estou muito cansada. Muitas vezes tenho que dar berros para parar de me chatear.

Perguntei, o que ele mas gostava dentro de casa.
De mim, é meu fã incondicional - respondeu ela.

Foi então que questionei porque motivo queria exigir do menino, uma responsabilidade que não quaduna com a idade dele. Era mais que normal que a criança nesta fase esteja a viver exactamente aquilo que a idade proporciona.

Era compreensível que ela estivesse stressada, mas que a criança não tinha culpa era mais que evidente. O gritar é algo que não ajuda nada no controlo emocional da criança, já noto muito que as crianças têm uma grande tendência para falar alto.

Aconselhei a senhora a tentar reagir com sabedoria, para tornar a criança mais calma. Sempre que o rapaz estiver muito inquieto, fazer com que ele fique ao seu lado, ou mesmo pedir que ele faça massagem ou algo semelhante. Durante este momento, deve ir conversando com ele em tons calmos, para ele ir aprendendo a ser mais calmo. Uma boa solução é aprender música, porque faz com que a criança mantenha a sua concentração e a torna também mais calma.

Hoje em dia, com a exigências sociais mais apertadas, os pais vêm obrigados a fazer os filhos passar mais tempo com estranhos do que os próprios pais. Nesta vertente, é necessário que os pais tentem ter sempre consciência da necessidade dos filhos, nos vários domínios.

Disse a senhora que, se ela não quer criar uma criança tão stressada como ela, ela deve aprender a ser mais serena quando está em casa, mesmo que quiser chamar atenção as crianças, deve fazer sempre sem gritar.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Para quê Viver


Se tens medo de arriscar, viajar, conhecer coisas novas, se tens medo da diversidade, semelhança, diferença, do amor, da tristeza, do sorriso, do choro, do passado, do futuro, de lutar, de desistir, de falhar, de acertar, de vencer, de perder, de apreciar o dia, de apreciar a noite, do mal, do bem e da esperança.

Pergunto, para quê vives, se a vida te foi abençoada precisamente para poderes desfrutar de tudo isso?

domingo, 14 de setembro de 2008

A pena e o tinteiro

Uma pena, presumida de escrever grandes sentenças, falava das suas obras, tão sublimes como extensas. Certo dia, disse ela ao tinteiro:

- Sem mim pouca figura farias.

O tinteiro inspirado, vazou logo a tinta fora, e voltou-se para a pena dizendo:

- Escreve agora!

Assim se responde aos ingratos, como a pena uns são e como o tinteiro outros são.

As músicas que adoro..



... são expressões sentimentais sob forma de som, contendo na melodia o estado emocional, na letra o drama, e na voz o sentimento.

Saber sobre a vida


Um amigo meu disse-me que sabia muito sobre a vida. Sinto-me lisonjeado, mas devo dizer que pouco sei dela. Na realidade, a diferença, está como eu olho para as várias situações da vida.

Primeiro eu observo muito os outros, pois adoro a diversidade, as diferenças, semelhanças, etc.

Segundo, encaro a dor como parte integrante da vida, algo que nos faz valorizar muitas vezes certos momentos, nos faz reflectir com maior profundidade sobre coisas menos triviais.

Terceiro, faço sempre introspecção do que sou, faço, penso e reflicto. Atenção que introspecção não é o mesmo que reflexão. Se estamos vivos, é para melhorar, por isso durante a vida devemos tentar melhorar o máximo que podermos.

Quarto tenho uma curiosidade saudável pela vida, conhecer novas coisas, culturas, pessoas, sensações e emoções.

Quinto procuro o lado positivo da vida, porque muitas vezes aquilo que de mal pensamos que correu, está a salvar ou para ter algo melhor, vindo de um provérbio chinês "seek the good in bad".

Sexto, sei que ser corajoso/a não é não ter medo, mas é partir para luta mesmo tendo medo.

Sétimo, a sorte só existe para quem acredita nela. E quem acredita na sorte, não acredita no azar, somente na pouca ou muita sorte.

Oitavo, aprendi a gostar de mim assim como sou, aspecto físico, sim aprendi, porque como todos nós em geral, existe sempre algo em nós que não gostamos.

Nono, senti que Amor também é dor, mas que essa dor não é maior que o próprio Amor.

Aprendi a estar triste, desmotivado, em baixo, desapontado, pois todos este estados, a ela pertencem, à vida. Mas, por cada um dos estados, sempre me lembrei que devo erguer a cabeça no tempo certo para sair deles, e olhar para um futuro.

Aprendi encarar os estados anteriores mencionados, como a morte de uma fase, para o nascimento da outra. Tradicionalmente choramos a morte, e lembramos a dor que nos marca, entretanto não fixamos tão facilmente a alegria de um novo nascimento, heis o que faço, foco no nascimento.

Em suma, simplesmente sou alguém, que em vez de ver a vida passar, decidiu passar pela vida, decidi aprender observando os outros, e explorar o melhor que a vida me pode oferecer. Aprendi como a minha celebre frase a "Manter o rosto sereno no fogo do inferno".

sábado, 13 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Por amor de Deus

Quarta-feira conheci alguém, uma rapariga, que muito sorria, de muita alegria, e disse-me interessante quando lhe perguntei se ela acreditava em Deus. Confesso que é uma pergunta um tanto fora de hora para o momento, mas que gosto de fazer nos momentos de alegria a certas pessoas.

A resposta obtida dela foi:
"Não acredito em Deus porque ele matou o meu pai."

É interessante que muita gente culpa Deus por todas desgraças que acontecem, mesmo aqueles que nele não acreditam, aliás, é dos motivos muitos justificam a não existência de Deus. A questão que eu ponho é a seguinte:

Assumindo a existência, não obstante o leitor acreditar ou não, assumindo que acredita, queria que Deus lhe dissesse tudo que tem que fazer na vida?

Foi o que perguntei a rapariga, se foi Deus que escolheu os namorados.

Tenho andado a fazer uma pesquisa entre o meus amigos, e verifico que quase nenhum acredita em Deus.

É interessante que expressões como "Aí meu Deus", "Por amor de Deus", entre outras, são ouvidas tanto dos crentes ou descrentes, porque tornou-se somente uma expressão, da linguagem corrente.

Verdade

As vezes ficar na ignorância é o melhor do que ficar a saber certas coisas. Nem toda verdade é para ser conhecida, pois há verdades que lamentamos saber, pois nos impõe certas barreiras para tudo que no futuro se seguirá. Saber certas verdades não é o problema, mas aceita-la é um sinónimo de maturidade. Também existem verdades na qual lamentamos não termos sabido, pois teria alterado o rumo da nossa vida. Destas verdades, só nos resta dizer, "ai, se eu soubesse". Por este motivo muitos dos que vivem na ignorância, vivem felizes.

O Amoroso e o Vilão

Enquanto o amoroso se esforça para conquistar a confiança e o coração de quem ama, enquanto este procura entender o que vai no coração daquela que ama, enquanto este pretende partilhar sentimentos, segurar as lágrimas de quem sofre por amor, vem o vilão e simplifica o processo, satisfazendo a necessidade sexual mais básica, retirando a pureza do sentimento único.

As mulheres preferem os vilões, não importando quanto elas choram para encontrar o amoroso.

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