domingo, 24 de abril de 2016

Uma peça na vida de outro


Já pensou quantas vezes foi uma peça determinante na vida de outra pessoa? 

Quantas vezes esteve presente em situações importantes na vida daquelas pessoas mais próximas ou mesmo até de desconhecidas?

O dinamismo da vida é tão maravilhoso que nos torna marcos na vida de outra pessoa. Estes momentos muitas vezes anónimos na nossa consciência, digo anónimo,  porque muitas vezes estes feitos são realizados de forma completamente altruísta.

Retrato esse assunto porque com um pequeno gesto de um amigo meu, demonstrou a importância que tenho na sua vida e de sua família. Isso fez-me recordar que a dado momento a minha participação fez com que tivesse com a actual mulher.

Observando e retrocendendo, comecei a ver as diversas oportunidades trazidos ou levados por cada pessoa que interage connosco. 

Vejo muitas  coisas de meus amigos que foram resultado de alguma forma de uma peça posta por mim, tal como eu tenho muitas peças postas por outros amigos.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Diferentes perspectivas de amar [Desenvolvimento]


A pedido de um leitor que leu o post Diferentes perspectivas de amar, onde expresso duas perspectivas de amar, foi-me pedido que desenvolvesse mais o assunto.

Quando referimos às diferentes perspectivas e amar, no primeiro caso  referia-me a aquele que AMA tendo dentro de si todo AMOR que pretende partilhar. Esta perspectiva de AMAR está muito relacionado com a capacidade de AMAR de forma incondicional. Este é um AMOR que é partilhado e de modo algum necessariamente cobrado. Esta perspectiva de amor, é muitas vezes altruísta, é sincera, independente e vem de dentro para fazer.

O AMAR de dentro para fora, não depende de nenhuma recompensa. Este amor estabelece por si só que a pessoa que o carrega é por natureza FELIZ, ESTÁVEL LIVRE. Estas pessoas tendem a vibrar o AMOR ao seu redor, tornando-as muitas vezes vítimas de vampirismo energético, quando não estão preparadas, principalmente quando estão envolvidas com pessoas sedentas por AMOR. Estas relações podem ser perigosas porque pode tornar uma pessoa dependente em receber AMOR e outra refém em dar AMOR.

Esta perspectiva de AMAR é muitas vezes desapegada, não obstante quando correspondido existir uma grande entrega. Também permite muitas vezes reconciliar mais facilmente o sentimento de perda quando há uma separação, porque embora se sinta a tristeza na separação, o AMOR se mantém dentro. Aqui o conceito é partilhar AMOR.

A segunda perspectiva, é mais dependente. Não é necessariamente o AMOR, mas sim um necessidade, um factor de sobrevivência, O SENTIR-SE AMADO/A. Neste caso, esta perspectiva está sempre à espera por carinho e atenção, não obstante por mais que se dê o/a faça sentir seguro/a.

A questão desta perspectiva é que ela está largamente associada à auto-estima. É um AMOR dependente de prémio. Aliás, muitas são as pessoas que usam na realidade o seu AMOR como moeda de troca, nos casos em que ambos têm exactamente a mesma dependência.

Quando um casal partilha esta dependência amorosa, é comum tornarem-se excessivamente possessivos. Esta possessão advém do facto de que cada membro pretende encher o seu coração com o AMOR do outro. O coração destas pessoas tem pouco AMOR para o seu próprio sustento, estando sempre dependentes de outros. Tipicamente a sua auto-estima é baixa, o que por si só fará ter uma projecção pouco confiante de tudo o que sente, pois mentalmente na sua realidade, sentirá sempre refém do medo da perda.

As pessoas desta perspectiva muitas vezes tornam-se vampiras, sugando a energia de outras pessoas, tal é a sede de se sentirem amadas. Este vampirismo muitas vezes não é consciente, nem é feito por maldade, mas sim consequência de uma necessidade energética, que é resultante da forma de pensamento e dependência emocional.

Qual é a sua perspectiva de AMAR?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Coragem de ser feliz


Quantas foram as vezes que precisamos fazer uma escolha baseado em sentimentos contrastantes?


Quantas foram as vezes que esta escolha envolvia sacrificar algo que queremos, sacrificar por orgulho, mágoa, dor, e até mesmo medo?

Quantas vezes consegui de facto perdoar para ser feliz e quantas vezes ser você mesmo fará o outro infeliz?

No nosso mundo dual, infelizmente a felicidade de um muitas vezes é a tristeza de outro. Isso muitas vezes torna as nossas escolhas difíceis, principalmente no campo amoroso. A mágoa por/a nós infligida é tão grande que mesmo que se tente perdoar, a memória não consegue apagar o sentimento. Neste momento tudo irá depender muito da polaridade do ser vivente.  Ou se deixa levar pela dor ou o seu AMOR é tão grande que consegue abafar qualquer dor.

A coragem para ser feliz passa muitas vezes por ultrapassar tabus, conceitos e preconceitos, modelos pré-determinados do que é viver. Muitas vezes fará uns chorar e outros sorrir, outras somente nós iremos sorrir.

A coragem de mandar tudo par o alto e correr para sua felicidade não uma uma coragem qualquer, principalmente quando se sente e se sabe o que quer. Mas será a escolha certa?

O que é a escolha certa?

Eu considero a escolha certa aquela no nos faz feliz. A questão que se põe é qual é o nível de felicidade que necessita para ser feliz.

Pessoas há que necessitam de sentir o AMOR apaixonado,  outras simplesmente se conformam com o nível que conseguiram. Se indagar algumas pessoas à sua volta quanto lhe faz sentir feliz, ou seja, até que ponto esta pessoa se sente feliz consigo.

Deduzo que a maior parte dos casos terá sempre uma resposta mediana, irão dizer que estão felizes, mas irão sempre realçar que há algumas coisas que poderia melhorar para o fazer ainda mais feliz. Nesta equação está também o seu próprio nível de felicidade. Quão feliz você é? Quão feliz alguém lhe faz? Medida difícil não é?

Lembre algum momento em que foi muito feliz. Explore este momento e tente comparar com o AGORA. Agora, pergunto, se teria coragem de voltar aquele momento feliz. Com o quê, com quem, onde, precisaria de estar?

Por incrível que pareça é praticamente impossível reproduzir certos momento. Mesmo que tenhamos todas  as variáveis aproximadamente iguais, existe algo que está diferente. Nós.

Nós estamos diferentes, a vivência, experiência, muda drasticamente a nossa percepção de tudo que já "fora" vivido no presente.

Muitas vezes o sopro da vida nos leva aquela coragem, aquele espírito aventureiro, romantismo, paixão, amor...felicidade. As vezes o nosso cérebro é o nosso maior inimigo, porque nos impõe regras, medos, lógica, quando a felicidade e o amor não é nada disso. O Amor simplesmente É.

Já pensou que se tivesse tido coragem de fazer aquela chamada, pedir para conversar, se tivesse tomado a "tal" decisão, muita coisa estaria mudada no seu presente. Será que seria mais feliz? Dá que pensar não é?

Vá, tenha coragem, tente ser FELIZ.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Os libertadores e defensores da liberdade...mais uma vez


Mais um vez vemos os "libertadores" que não deixam os outros fazerem a sua escolha. Desta vez Na Argentina. O que acho incrível, é que estes abordam um conceito de liberdade que me assusta. São tão perigosos como aqueles que combatem o homossexualismo.

Estes são os falsos libertadores, grupos pagos por aqueles que controlam o mundo para permitir aprisionar os menos despertos. O objectivo não é a luta dos direitos humanos, mas sim, dividir, e quanto mais dividir melhor.

Reparemos. Tem havido uma série de mortes "acidentais" entre polícias brancos e "bandidos" negros. Normalmente para qualquer caso, sempre que há um destes acidentes, a tendência é diminuir a acção da policia, e tentar aliviar mais ou menos a pressão de modo a não criar atrito. Se repararmos aconteceu precisamente o contrário, sempre a aumentar, como se alguém quisesse aquecer a panela.  E queriam.

Estes grupos não têm nenhum objectivo associado à liberdade de ninguém, eles estão criados para destabilizar determinados países. São grupos patrocinados, por empresas, governos, entre outras pessoas com outras agendas. 

Actualmente a mulher tem os mesmos "direitos" que os homens, e celebra-se esta data porque foi patrocinado pelo governo Americano, especificamente pela CIA a criação de um grupo feminista, que foi para as ruas exigindo mais direitos para as mulheres. Pintaram os homens como sendo maus e daí prosseguiram a sua agenda. O que muitas mulheres não sabem é que elas que o estilo de vida delas hoje é resultado da necessidade que o estado americano tinha de aumentar os rendimentos dos impostos com os trabalhadores

Isso chama-se ENGENHARIA SOCIAL. Se tem dúvida, vá investigar.

A subversão é técnica em que uma ideia que até faz todo sentido é utilizada para atingir outros fins por manipulação. Umas das primeiras sub-versões na mulher foi fazê-la beber e fumar, foi algo patrocinado pelas empresas de tabaco e de bebidas. Isso foi programado nas mulheres como sendo moderno, utilizando filmes onde mostrava mulheres sensuais a fumar e elas eram desejadas pelos homens. TODA MULHER QUER SE SENTIR DESEJADA PELOS HOMENS, ELAS ESTÃO ASSIM PROGRAMADAS.


A ira destas bestas contra as pessoas religiosas, pode ser justificada pela opressão feita pela igreja no passado? Podemos mesmo justificar um erro com outro?

Ninguém é libertador quando não respeita liberdade do outro.

Defender e proteger a mulher? Sim, definitivamente. Para tal só precisamos de AMOR INCONDICIONAL. E não de pessoas desequilibradas com seu próprio EGO que agora pretendem determinar o que é liberdade ou não. Se não gosto, tenho que respeitar, porque o outro gosta.

Estes grupos tal como O Greenpeace que já teve o tempo que de facto possuía ideais, e agora é basicamente um grupo pago para ir fazer confusão à concorrência de quem paga.

A organização dos direitos humanos só funciona para alguns humanos e não para outros, sim, existem uns que são mais humanos que outros. Ao ponto de a morte de 12 valer mais que a morte de 200 mil.

Como as pessoas, principalmente na Europa, têm uma facilidade em se chocarem com certas coisas, elas são facilmente manipulada. A TV faz também a sua participação na apresentação destes cenários como algo engraçado, ou até certo. A TV vende promiscuidade como sendo normal e de moda, vemos em filmes e novelas, cada vez mais. Tudo isso faz parte do plano de criar ordem através do caos.

Outra aldrabice é o Aquecimento Global, pelos motivos que são apresentados. Se alguém se lembra de biologia, se lembrará que as plantas por si só libertam CO2. Na realidade a abundância de CO2 aumenta drasticamente o desenvolvimento da agricultura. No entanto, foram pagas pessoas "cientistas" entre outros agentes de propaganda para falar de algo que é completamente normal, só para tirar dividendos.  

Anos antes da nossa existência a temperatura já foi ainda mais quente, sem a existência de carros. Ainda por cima a media não é parar com fábricas mas sim cobrar taxas, principalmente em países em vias de desenvolvimento.

Faz parte do ciclo da terra tudo isso, porque nesta fase estamos mais perto do Sol. No entanto, é escondida esta informação para criar cultos de jovens que mal se conseguem salvar, mal conseguem resolver os seus problemas de auto-estima, mas que querem salvar a Terra e Mundo.

Existe um inimigo entre nós e de que ninguém fala, estes financiam e subvertem tudo que terá a ver com algum sentido de moralidade, e se falarem serão rapidamente apagados, e o pior é que este se apresenta sempre como vítima.

domingo, 13 de setembro de 2015

Vampirismo Energético



Alguma vez já aconteceu após estar com alguém sentir a sua energia muito fraca? Já aconteceu que quando chega a um determinado espaço sentir a sua energia vital sair pelos pés? Sentir emoções negativas aparentemente sem motivo?

Todos nós temos energia, mas existem pessoas ou outros seres que não são capazes de produzir ou reciclar a sua própria energia. Logo, sugam a energia de outras. 

Existem também pessoas que para atingir determinados feitos energéticos, como manipulação, ganhos financeiros, manipulam e vampirizam a energia de um conjunto de pessoas. Um exemplo prático disto são muitas religiões espalhadas pelo mundo.

Muitas "pessoas" que aparecem à nossa frente, na realidade não realmente seres humanos. Elas projectam-se mentalmente como seres humanos, mas não o são. Dentro da cultura africana, esta afirmação que faço, principalmente dentro das hostes  dos grandes sábios esse é um facto conhecido.

O filme matrix, embora apresentado como uma ficção, é uma metáfora para o que acontece actualmente. Actualmente a maior forma de vampirismo energético é a TV. 

Como apresentado no filme, nós, seres Humanos, somo alimento energético para os "controladores do mundo actual". Como eles se alimentam de nós? Pela energia que produzimos, principalmente negativa e as que estão muito associadas a adrenalina.


Quais são as energias? Medo, drama, ódio, sexual, decepção, tudo que possa afectar a sua confiança no Amor e no SER Feliz. Por este motivo é que a nossa TV nos alimenta constantemente destes temas. Por isso proteja-se.

As pessoas que são vampiras, muitas delas não fazem conscientemente, mas boa parte são manipuladores. Estes normalmente têm uma grande necessidade de ter pessoas à sua volta, de modo a que possam alimentar-se da energia das pessoas. Muitas destas pessoas, tornam líderes de ceitas, religiões, organizadores de festas, trabalhos que lhes permita estar e manipular multidões.

O sexo também é uma forma de drenar a energia de outro

Muitas pessoas vampiras usam a nossa energia para limpar a delas, fazendo com nós fiquemos com a energia negativa dela. Outra forma de ocorrer vampirismo e a projecção de emoções sobre nós. Principalmente as pessoas que têm muita sensibilidade, são projectadas emoções baixas e que se não souber identificar que essas emoções na realidade não são suas, deixar que essa energia flua no seu corpo.

Existem também zonas na terra, construidas por estes SERES NÃO HUMANOS que são autênticos pontos de drenagem energética. Se a pessoa não estiver preparada, mal chegue aquele espaço, sentirá a sua energia a sair pelos pés.

Dependendo da sua energia, existem manipuladores que não conseguirão estar no mesmo espaço que vocês. Isso ocorre porque eles percebem que a energia da outra pessoa pode revelar o que eles disfarçam.

Há muito mais que se pode falar sobre esse tema, investigue e aprenda a proteger-se contra estes tipo de ataques.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Viver de dentro para fora


No nosso quotidiano todos nós, almas manifestadas sobre este plano na 3ª dimensão nos vivemos condicionados pela percepções circundantes à nossa vida. Hoje vou falar um pouco do conceito errado que vivemos actualmente que é de fora para dentro. 


Toda a nossa vida é uma doutrina, seja ela educacional, cultural ou religiosa. O que se quero dizer que toda a vida sua vida está rodeada destas doutrinas quer queiras quer não. Uma delas é de que o externo determina a nossa vida. Um exemplo disso é que a maior parte de nós conhecemo-nos não do ponto de vida interno, mas sim porque o exterior praticamente nos vai dizendo o que somos. Muitas vezes, quando, na fase de crescimento e conhecimento, estamos a aprender ainda sobre nós próprio ( aprendizado eterno),  e confrontamos o que sentimos comparativamente ao que dizem e não nos encontramos.

O conhecer-nos com base no que exterior diz pode até ser bom para auto-estima, quando os comentários são positivos, mas mesmo os negativos podem criar uma falsa percepção de si mesmo. Esta percepção pode ter efeitos muito negativos na construção e desenvolvimento da pessoa, principalmente se ela se deixar subjugar por estes comentários. 

A repetição contínua de uma ideia num cérebro, programa a mente. Daí ser uma das técnicas base utilizadas em comícios, quando se quer fazer massas partilhar a mesma ideia. Como consequência, a mente da pessoa vai repetindo para ela mesmo vezes sem conta a mesma ideia. A produção destas ideias provocam a manifestação de energias à volta da pessoa, e esta energia é polarizada consoante o pensamento negativo ou positivo

O princípio de viver de dentro para fora é DESEJAR ser FELIZ, contrariamente do querer que os outros nos façam feliz. O objectivo é manifestar a felicidade de dentro para o exterior, o que provoca também uma atracção de mais energias positiva do UNIVERSO, e tornar um circuito fechado.

Quando uso a palavra desejar e não querer, faço-o porque é necessário distinguir ambas palavras. O desejar tem um carga emocional maior, e pressupõe ser algo que se sente no coração e que produz acção. Já pode não passar de nada mais do que um simples pensamento, que na realidade não faz grande diferença à pessoa.

Viver de dentro para fora, requer que se tenha AMOR, qualquer amor, mas principalmente o AMOR PRÓPRIO, porque quando tem este AMOR BASE, estará apto a partilhá-lo com o universo.

O resultado da projecção do AMOR  sobre o UNIVERSO, que basicamente é o viver de dentro para fora, transformará drasticamente tudo a sua volta. Trará pessoas que estiverem no mesmo nível de energia, tornará mais difícil acontecimentos negativos e projectará futuros mais risonhos.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Navegar contra si mesmo

Quantas vezes durante a vossa vida navegaram contra si mesmo? O quero dizer com navegar contra si é, dizer não mesmo querendo dizer sim, dizer sim quando quer dizer não, recusar quando se quer aceitar entre outros.

Muita vezes na nossa vida, existem situações existem situações (experiências) que por mais que queiramos viver não a deixamos ocorrer. Aqui está a falar de emoções que por mais que gostasse de sentir, são suprimidas e mortas logo a partida. Muitas vezes estas escolhas têm tal impacto na nossa vida, que o medo das consequências nos faz navegar contra aquilo que é o que "talvez" queiramos. Digo "talvez", porque não sabemos se determinada experiência pode ser simplesmente uma mera fantasia.

Como imagem uso o símbolo do signo peixe, porque, para além de ser o meu signo retrata bem o que digo. Porque o peixe parece ter duas personalidades, uma que diz segue em frente e outro que está mesmo a frente a dizer fica parado :D. Já tiveram esta situação em que um lado quer e outro lado nosso nos tenta convencer a não querer?! É exactamente isso que chamo navegar contra si mesmo.


quinta-feira, 25 de junho de 2015

O futuro no presente


Existem situações na vida em que estamos presos na dor, e que não nos ajuda muitas vezes a estar em contacto com a nossa alma nem sabedoria.

Muita vezes pretende ter uma grande ideia, e não consegue ter criatividade para tal. As vezes, tem uma dúvida sobre a decisão certa a tomar, muitas vezes está deprimido/a por alguma circunstância da vida. Uma forma de ajudar a resolver é manipular o tempo.

O manipular o tempo no sentido de aceder ao futuro da situação e traze-lo para o presente. Essa técnica é particularmente interessante quando tem deadlines, e existe algum obstáculo que ainda não conseguiu ultrapassar. Assuma que até a deadline estará tudo pronto. Diga a si mesmo que já conseguiu ultrapassar o obstáculo, que só precisa lembrar.

Nos casos de tristeza consciencialize de que essa dor terá que passar, tente trazer para o presente o futuro aonde se sentirá bem.

O objectivo é canalizar a energia positiva do futuro para alterar o presente. Sinta-se no futuro feliz e traga isso para o presente.

domingo, 5 de abril de 2015

Suas crenças, sua vida.


A sua vida é resultado das suas crenças.

Após o nosso nascimento, todo nosso ser é transfigurado durante o crescimento pela o ambiente social. Não obstante de cada SER já possuir o seu próprio carácter, este pode mudar com base em novas experiências e na convivência com o ambiente.

Na fase de crescimento, a partir dos 12 aos 25 quando se vai consolidando o EU do EGO é a fase onde se tornam mais intrínseco as crenças. As crenças têm um papel importante na nossa vida, e são determinantes para o nosso sucesso.

Muitos são que não acreditam na sorte, logo, não a terão. Para ter sorte é necessário que acredite nela, mais do que isso, é necessário que sinta que mereça. As vezes perguntamos porque motivo certa pessoa tem sorte, e de algum modo se considera mais esforçada que a outra pessoa. Só tem a ver com a abertura que a outra pessoa aceita que lhe seja oferecida.

Quem não acredita que se lhe possa oferecer algo de mão beijada, nada lhe será oferecido. Se tem dificuldades em receber, nada lhe será dado.

Toda nossa vida é manifestação das nossas crenças e formas de pensar. São muitas as pessoas que têm pensamento envenenado, pois não detêm o controlo sobre os pensamentos. Todas as pessoas pessimistas têm estes problema, também as pessoas com baixa auto-estima.

A falta de controlo sobre o que pensamos também está muito associada ao controlo da ansiedade, preocupações. Pessoas há que não conseguem descansar porque não educaram o cérebro a fazê-lo. Isso está directamente relacionado com a respiração. Uma respiração mais profunda, irá proporcionar maior tranquilidade às células.

O que muda em muita gente quando entra numa igreja, seja ela qual seja, é exactamente a crença. Também a entoação da voz, os cânticos, porque a vibração da voz reprograma a consciência e o corpo.

Se acredita que não consegue, não conseguirá, se acredita que não merece, não merecerá e por aí a fora. Se quer mudar de vida, mude as crenças, polarize o seu cérebro de modo a que se foque no positivo e não no negativo. O texto "Confiança no Universo" quer retratar exactamente isso.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Projecção


Em psicologia, projecção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais de determinado indivíduo, sejam pensamentos inaceitáveis ou indesejados, sejam emoções de qualquer espécie, são atribuídos a outra(s) pessoa(s). De acordo com Tavris Wade, a projecção psicológica ocorre quando os sentimentos ameaçados ou inaceitáveis de determinada pessoa são reprimidos e, então, projectados em alguém [Wikipedia]


A projecção é uma acção praticada por todos nós em diferentes níveis. A projecção está em cada ensinamento, na educação, na sociedade, em tudo que envolve o meio ambiente.


Nas minhas conversas ou relações inter-pessoais, tento sempre manter um certo cuidado no que diz respeito a minha opinião sobre determinado assunto referente a outra pessoa, bem como a opinião da outra pessoa em relação a mim.


Do meu lado, quando me fazem a pergunta, "o que devo fazer..." ou, "achas que devia fazer isso..." eu pergunto sempre a esta pessoa o que sente que deva fazer. Esta pergunta é feita precisamente para evitar projecção do meu ser para o outro lado. Não significa que não possa dar opinião, mas existem situações que são particulares de cada SER vivente.


Por exemplo, para a minha personalidade, não sou de chorar por muito tempo pelo problema, é minha característica RESOLVER, e muitas vezes posso ser até radical. É minha filosofia ser feliz, neste sentido, não gosto de situações prolongadas de sofrimento desnecessário. Estando do lado de fora da situação, a ideia de resolução pode não ser a melhor para o outro lado, dado que é inatingível saber o nível de importância que o assunto tem para a pessoa em causa. Quando damos muitas vezes a nossa opinião, projectamos a nossa PESSOA, só que quando as consequências chegam, não é sobre a nossa pessoa que se manifestará.


A projecção, vêm de várias formas, opiniões, pensamentos, sugestões até mesmo em discussões. Esta projecção não vem só das pessoas, mas também das emissões em massa, que tentam definir uma forma de pensar, agir, vestir, em suma, qualquer tendência.

A projecção ocorre muito vezes quando as pessoas se apaixonam. Muita gente apaixona-se e torna-se cega não porque o cônjuge esconde algo, mas porque projecta o que acredita que a pessoa É. Muitas pessoas nas relações, projectam muito as suas expectativas amorosas sobre o parceiro/a, o que leva muitas vezes a fazer exigências que ultrapassam o SER da parceiro/a.

Toda projecção tem subjacente os medos, experiência, ego e todas outras emoções positivas ou negativas que a pessoa tem. Logo, é muito importante conhecer a si próprio para saber distinguir quando está a ser alvo de projecção e quando está a projectar sobre os outros.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Rejeição

Já pensou até a data actual, quantas vezes foi rejeitado/a? Quantas vezes esta rejeição o/a marcou ao ponto de fazer sentir com baixa auto-estima?


Quantas vezes após uma rejeição, encontra algo melhor. Muitas vezes não necessariamente melhor no sentido que pensa mas na realidade é o que precisava. Existe uma diferença muitas vezes do que queremos e o que precisamos.  Sabe reconhecer esta diferença

Quando retrato de rejeição, não refiro no sentido de uma relação amorosa exclusivamente, mas num sentido mais lacto. Quero referir na realidade a todos os sonhos e desejos não realizados ou até mesmo falhados.

As vezes, as rejeições nada mais são formas de sermos dirigidos  para determinado caminho, ou até mesmo afastar-nos de determinados caminhos. São como rédeas que nos impedem  de mudar o curso ou mesmo de empurram para um novo curso.

Muitas rejeições permitem precisamente alcançar algo melhor do que queria. No entanto, estamos programados para dar mais importâncias as perdas do que aos ganhos. Por este motivo, desperte!

Sempre que uma porta se fecha, outra se abre. No entanto, são muitas as pessoas que quando uma porta se fecha, fica preso diante à porta fechada, a espera que se abra. Estas tendem a lamentar amargamente pela porta fechada, em vez de olhar para a volta e ver quais as que se abriram.

Aprender o ciclo da sua vida, também é importante pois ajuda também a reconhecer determinados padrões. Na minha vida por exemplo, percebi que muitas vezes quando quisesse algo e não o conseguia, por mais esforço que despendesse, conseguia melhor, praticamente sem  esforço algo. Isso é resultado de acreditar que mereço o melhor para "MIM". 

Assim sendo, sempre que algo pretendo, se torna esforço excessivo, considero uma porta fecha e olho para as que se abriram, porque tem sempre outras que se abrem.

Preste sempre atenção o que lhe rodeia, preste atenção as pessoas e situações novas que lhe são apresentadas, entre outras dicas que a sábia vida nos apresenta, pois estas são as portas que se abriram. Olhe sempre a volta a procura delas!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Integração Corpo-Alma

Com o decorrer de todo o processo evolutivo e energético que está a ocorrer na terra, cada vez sentirá mais uma integração corpo alma. A integração do corpo e alma significa que será mostrado ou vivido cada vez mais por cada ser o seu verdadeiro SER.

Isto significa que a manifestação da alma ficará cada vez mais acentuada na vivência da pessoa de modo a que transparecerá no seu corpo físico, para além do etérico. A maior integração da alma com o corpo, poderá criar algum desiquilíbrio, no que concerne aos vários aspectos associados ao SER. Este desequilíbrio advém do facto do corpo necessitar ajustar a uma vibração maior, o que provocará algumas alterações nos padrões de vida, humor, e até mesmo físicos.

As questões kármicas também estarão ao de cima, o que por si só pode parecer negativo, mas é exactamente uma possibilidade de as limpar que esta maior integração permitirá fazer. Permitirá reconciliar, todos efeitos negativos associados ao karma, para transforma-lo em perdão e AMOR incondicional.

A alma mais vibrante, numa primeira fase, passará uma sensação de falta de sincronia com o corpo, como se quando o corpo fosse para direita a alma fosse para esquerda. Este desfasamento, está directamente associado à frequência harmónica do corpo, que muitas vezes embora já tenha elevado a sua frequência, a mesma está num frequência múltipla da frequência de alma. Isso poderá causar, cansaço, tonturas, dores de cabeça, ou até alguma sensação de flutuação.

As frequências de alteração são normalmente enviadas em forma de notas para os tímpanos, são puras ondas de energia que podem ter uma intensidade maior no início com frequências mais graves, e ao longo do tempo tornarem mais agudas com menor intensidade. Esta alteração também será notada nos glândula pineal, aonde no início a frequência era mais grave e passará a ser mais aguda. A frequência com que se recebe estas ondas de energia será com base na necessidade de cada SER.

A maior integração da alma permitirá maior integração do espírito, fazendo com que a vida corpórea seja mais equilibrada. Este equilíbrio permitirá a manifestação do espírito no dia-a-dia, a manifestação da sabedoria divina, que serve de guia para ainda maior crescimento.

Com a maior integração da alma, verá que quererá viver sempre a verdade. Formas de pensar e agir que outrora faziam parte do seu ser, deixarão de ser, e sentirá a necessidade de se exprimir e manifestar-se pela verdade. Sentirá maior tolerância, amor e paz.

domingo, 6 de julho de 2014

O Silêncio...

As vezes, o silêncio diz tudo.

As vezes o silêncio diz tudo, mas a sua compreensão pode não ser o que o silencioso espera que se perceba.

No silêncio pode existir mais ruído que a rua mais barulhenta. 

Porque do outro lado só ouve o silêncio barulhento dos seus pensamentos, cheios de incertezas, dúvidas e medos.

O silêncio até pode ser bom para o silencioso, mas é um martírio para o ouvinte não centrado.

O silêncio até pode dizer tudo,
 mas não esclarece nada,
não inicia nada,
muito menos termina.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Porquê agora...????


Existem momentos na vida que nos questionamos. Porquê agora...?! São situações que nos apresentam opções cuja decisão pode alterar por completo o curso da vida, abalar toda estrutura da vida, fisicamente, mentalmente e espiritual.

Estas situações ou novidades, mexem de tal forma com a nossa estrutura interna que nos faz sentir a pisar o chão em terramoto, em busca de um equilíbrio.

Solução!?!?

Bem, aí ou entra no turbilhão de mudanças, e decide abalar a estrutura, aguentando tudo e todos, tsunamis, tornados, maus olhares, críticas, julgamentos...etc, etc.

Ou....

...comece a CORRER, CORRA, FUJA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Conhecer o outro

Em qualquer relação, principalmente as amorosas, é necessário conhecer o outro. A interação humana não só implica conhecimento do outro, como de si próprio e de si próprio em relação ao outro.

Um dos maiores problemas nas relações amorosas começa com as comparações dos respectivos parceiros com outros intitulados modelos. Cada um tem uma forma diferente de exprimir emoções, e muitas vezes, o parceiro tende a comparar a forma de expressão, ou qualquer outro aspecto com outra pessoa ou modelo.

É importante que aprenda a conhecer o outro e desta forma perceber como esta pessoa expressa as suas emoções.

Conhecer o outro implica aprender também a forma de expressão, o olhar, as falas, a expressão corporal, que nos indica o estado espiritual do parceiro/a. Sem comparações, nem ideias pré-concebidas de como se deveria agir. Conhecer o outro, implica também ter AMOR,  implica aprender muitas vezes aceitar ou gostar dos defeitos, porque na realidade são todas estas particularidades que nos fizeram muitas vezes gostar desta pessoa.

Muitas vezes tentamos moldar alguém ao nosso gosto, de tal modo a que satisfaça o nosso ego. No entanto, é necessário tomar cuidado, se o que acha defeito e quer mudar no outro, na realidade não é o core que o fez apaixonar. Assim sendo, depois da mudança, a pessoa deixa de ser o que realmente É, perdendo assim a magia, e em consequência alterando completamente a relação.

Sempre que se pretenda corrigir ou até mesmo melhorar algum aspecto do/a nosso/a parceiro/a, a pior atitude é comparar-lo/a com outra pessoa, principalmente do mesmo sexo. Isso irá criar um fecho completo, e poderá até piorar a situação. A melhor estratégia muitas vezes passa enaltecer as qualidades do/a parceiro/a e fazer entender que determinada atitude não coaduna com as suas qualidades.

Conhecer o outro, implica AMAR, transformar, tolerar, à si próprio, o outro, à sim próprio em relação ao outro. Experimente olhar o seu parceiro/a não no ponto de vista do que quer que ele/a seja, mas sim do que ele/a É. A minha descrença no amor à primeira vista está exactamente pelo facto de considerar que esta pessoa se apaixonou não pelo/a parceiro/a em si, mas sim pela ideia do que ela acha que o/a parceiro/a representa.


domingo, 18 de maio de 2014

O que não se fez



Do que não disse,
do que não nos foi dito,
da pessoa que não se amou,
da pessoa que não nos amou,
dos lábios que não beijou,
da mão que não segurou,
do caminho que não caminhou,
as palavras que não ouviu,
da emoção que não exprimiu,
da aventura que não viveu,
da paixão que não correspondeu,
da lágrima que não escorreu,
do choro que não chorou,
da decisão que não tomou,
da dor que não doeu, 
da ferida que não cicatrizou,
do adeus que não despediu,
do telefonema que não atendeu,
da mensagem que não leu,
da carta que não entregou,
do encontro que não apareceu,
do perdão que não perdoou
das infinitas coisas que não se fez...

é impressionante que muitas vezes nos arrependemos mais pelo que não fizemos do que pelo que fizemos. Grande parte deste "não feito" vêm do medo, ego e dor. Estes condicionam muita vezes a capacidade de viver, de segurar, de soltar, de amar, ser amada/o, de falar, ouvir, e vários outros infinitos factores, diversificados pela infinidade de almas que habitam no universo.

sábado, 10 de maio de 2014

Decisões

Já pensou quantas decisões já tomou que alterou em grande o curso da sua vida?

Há pouco tempo estive a reflectir sobre isso, sobre decisões tomadas por mim. Não com o objectivo de me julgar, mas sim como mais de múltiplas ideias que me vêm à cabeça, as quais penso com alguma profundidade.

Durante a nossa vida existem várias tomadas de decisões, muitas delas são simples escolhas que quase não notamos no nosso dia-a-dia. No entanto, existem aquelas decisões. Decisões que lhe põe exactamente onde está agora, como se sente agora, e como se sentirá no futuro, independentemente do ser bom ou mau.

É interessante verificar que algumas decisões tomadas por mim, mudaram por completo o curso da minha vida, mas agora começo também eu a pensar em quantas decisões não tomadas por nós, e que também alteraram o curso da nossa vida.

Será que viemos para ser o que somos, ou éramos para ser outra coisa e acabamos sendo o que somos, por causa das decisões de outros ou nossas? 
Pense nisso!!!

domingo, 27 de abril de 2014

A Cultura do Heroísmo


O nosso mundo é cheio de dualidade, de situações dúbias e de falsas boas intenções.

Actualmente vivemos uma fase de mudanças no mundo, e esta fase trará muitas verdades à superfície. Pretendo falar um pouco da Cultura do Heroísmo. Algo que está cada vez mais patente, principalmente nos filmes, que são na realidade máquinas de propaganda. Quero falar principalmente do "Tipical American Movie".

O TAM tem sempre o mesmo enredo, melhor a massa do bolo é sempre igual o que muda é o melaço. Nestes filmes existe sempre 1 Americano, que vai para outra parte do mundo, lutar o suposto "Bad Guys". Este personagem sozinhos mata tudo e todos, sim, porque ele é o bom e os outros são os maus. Este  conceito não se estende unicamente para os filmes, vê-se o mesmo conceito a ser apresentado em desenhos animados (Cars 2), sem documentários como National Geography. A ideia é sempre uma luta do bem contra o mal.

Este texto não é uma crítica, mas sim uma constatação, reparemos que EUA é o país com maior número de Super-heróis (Banda desenha), todos para defesa dele mesmo. Para quem já viveu em países Comunistas da Europa do leste, poderá fazer uma analogia exactamente a propaganda massiva deste sistema governativo. A actual democracia praticada em muitos países nada mais é do que um versão comunista mas num nível superior. Até porque a única diferença entre o comunismo e o capitalismo basicamente reside onde o dinheiro fica, estado ou privados respectivamente.

A cultura do heroísmo trabalha com uma área de base emocional que todo ser Humano tem, A VAIDADE (não é atoa que é um dos pecados mortais). Na realidade não é só isso, mas tem outros factores como, QUERER AJUDAR, CRENÇAS etc. Mas o principal é mesmo a VAIDADE.

Tudo começa desde criança, com a necessidade de se sentir especial, ter atenção, ser um astro, apreciado por todos e todas, forte, robusto, como o Gaston no Bela e o Monstro. Também está altamente relacionada com aspectos naturais, como o conquista de território e o acasalamento.  No mundo natural, existe uma escolha objectiva sobre os parâmetros a serem tidos em conta para o acasalamento.

A necessidade de sentir, ESPECIAL, RECONHECIDO, ACEITE, ACLAMADO, HERÓI, que é vendida pelos meios de comunicação, faz crer e justifica como certo fazer-se mal a outra pessoa desde que esta pessoa seja MÁ.

O problema desta forma de pensar, está no facto de que MAU ou BOM  é uma questão de perspectiva. Neste sentido, o herói num lado é criminoso noutro. Assim como um bandido e seus amigos festejam terem morto um polícia, os polícias o acham um criminoso, e vice-versa.

Digo isso porque vejo muitas vezes documentários sobre o poder militar do USA, e constantemente dizem que é para combater os "BAD GUYs". Isso passa uma impressão de eles são os "GOOD GUYs", mas não são. Com toda esta propaganda de heróis, se repararem, os USA é o pais com mais super-heróis. Desde, Capitão América, Homem-Aranha, Batman, e blá blá blá, em prol  da justiça, blá blá blá, e termina sempre com o Save América.

Por incrível que possa parecer, todas estas técnicas vêm do..... comunismo. Faz tudo parte de propaganda, e de criar desde pequeno o gosto de ser herói. Desta forma em adulto, estará sempre disposto a oferecer a vida pela causa. 

Se analisamos, toda esta luta contra os BAD GUYs, quem mais mata no mundo são os intitulados GOOD GUYs, ao ponto de quando não têm BAD GUYs, criam e financiam BAD GUYs (e estes são mesmo bad), para que eles possam ser GOOD GUYs (estes são tão BAD como os primeiros).

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Combatemos o racismo?


Após ver alguns filmes, que retratam a escravatura negra, como "Django", "12 anos escravo", pergunto-me se de facto estamos a "combater" o racismo.

A minha opinião é que este tipo de filme já não fazem sentido de ser. Muitos podem advogar que serve para lembrar da crueldade da escravidão, mas eu defendo que não.

Este tipo de filme só serve para incitar ódio nos negros em relação aos brancos. Quer queiram quer não, é preciso lembrar que muito embora um filme possa ser uma obra de ficção, onde os factos são muitas vezes diminuídos ou exagerados, o telespectador carregará emocionalmente como se de uma coisa real se tratasse. Noutra visão, também serve de lembrança dos negros que foram escravos e para envergonhar o branco.

Há uma parte da história que não é contada, que muitas pessoas não têm noção, até mesmo os brancos. Antes de existir a escravatura dos negros, melhor dizendo, antes de existir a escravatura dos não brancos, já os brancos eram escravos.  Sim, porque a estrutura de reinado existente iniciou com base na escravatura.

De facto, a escravatura negra ganha preponderância por causa da logística associada, com o comércio triangular. Mas não obstante a isso, acho que este tipo de filme já não devia ser feito. 

Também defendo esta opinião porque estes filmes usam a técnica de preparar o espectador para aceitação da violência desmedida. Se repararem, estes filmes apresentam cenas de de pura maldade de uma parte, para que mais tarde a outra parte possa praticar maldade, mas já com o consentimento do espectador. Criando aquela sensação de justiça e vingança justificada. Observei isso no filme Django, e confesso que não gostei.

É preciso lembrarmos que sem o apoio dos brancos não existiria a liberdade dos negros e outros, pois eles também enfileiram na luta pela liberdade dos povos.

Acredito que a luta também passa por reconciliar, pois nenhuma relação sobrevive se se mantiver a lembrança das coisas negativas infligidas um ao outro, principalmente de forma gráfica.

Quanto o conceito de racismo, sendo supostamente uma sociedade democrata, acho que qualquer um tem esse direito de pensamento, desde de que a sua ideia não o subjugue ou prejudique o outro. Até porque, hipocrisia à parte, todos nós temos qualquer tipo de preconceito.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Momentos


Há momentos na nossa vida que vivemos de forma tão intensa, livres e felizes que nos faz sentir que o presente não nos agrada. As vezes, há vivências tão loucas que nos faz desejar não sair das mesmas. 

O crescimento, o aumento da responsabilidade da vida, nos faz muitas vezes cair em situações as quais, de certa forma, removem a nossa felicidade. Nos faz seguir padrões sociais que nos afastam daquilo que realmente nos faz livres e felizes. Por cada ano de vida, é necessário nos reinventarmos para que possamos criar outros momentos da nossa vida de forma aumentar a vivência, e  as experiências boas.

Quando não somos capazes de recriar momentos novos na vida, a nossa felicidade tende a ficar presa no passado. Fazendo com que o presente se torne enfadonho, triste, aborrecido e muitas vezes infeliz. Este tipo de sentimento é particularmente perigoso nas relações à 2, porque provoca muitas vezes a percepção de que é o cônjuge o motivo da infelicidade.

Se paramos para reflectir um pouco, poderemos analisar que na nossa vida faz falta viver momentos intensos. Faz falta a paixão, o apaixonar, o namorar, o amar. Os casais que conseguem transportar isso  para o casamento, conseguem manter a criação de novos momentos, o que é muito bom, caso contrário a relação cai na monotonia.

A liberdade é das coisas que mais se sente falta, a forma livre como se movia, decidia, permitia naturalmente uma melhor expansão das emoções, da alegria, a despreocupação e até mesmo a irresponsabilidade.

Naturalmente que este tipo de sentimento, esta falta, está directamente relacionada com a forma de ser de cada um, a necessidade de vida de cada indivíduo. Pessoas há que não necessitam de tanta excitação em suas vidas, pelo que, ao contrário dos outros, a "monotonia" é considerada uma base segura e uma zona de conforto. Outras há, que a necessidade de excitação é tão grande, que acabam desequilibradas e acabam por não conseguir construir a própria vida.

Isso tudo faz muitas vezes questionar, porque motivo abdicamos da nossa liberdade? Se conseguir responder a esta pergunta com um sorriso nos lábios, significa então que está feliz, se não sabe, significa que ainda não percebeu o seu presente, e se responde com tristeza significa que sente que não detém o controlo para mudar o seu presente.

Na realidade o que precisa é criar novos momentos, novas vivências, para que se possa libertar do passado e aceitar melhor o presente, e assim construir um futuro, seja lá o que isso possa significar.

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