terça-feira, 29 de Julho de 2014

Rejeição

Já pensou até a data actual, quantas vezes foi rejeitado/a? Quantas vezes esta rejeição o/a marcou ao ponto de fazer sentir com baixa auto-estima?


Quantas vezes após uma rejeição, encontra algo melhor. Muitas vezes não necessariamente melhor no sentido que pensa mas na realidade é o que precisava. Existe uma diferença muitas vezes do que queremos e o que precisamos.  Sabe reconhecer esta diferença

Quando retrato de rejeição, não refiro no sentido de uma relação amorosa exclusivamente, mas num sentido mais lacto. Quero referir na realidade a todos os sonhos e desejos não realizados ou até mesmo falhados.

As vezes, as rejeições nada mais são formas de sermos dirigidos  para determinado caminho, ou até mesmo afastar-nos de determinados caminhos. São como rédeas que nos impedem  de mudar o curso ou mesmo de empurram para um novo curso.

Muitas rejeições permitem precisamente alcançar algo melhor do que queria. No entanto, estamos programados para dar mais importâncias as perdas do que aos ganhos. Por este motivo, desperte!

Sempre que uma porta se fecha, outra se abre. No entanto, são muitas as pessoas que quando uma porta se fecha, fica preso diante à porta fechada, a espera que se abra. Estas tendem a lamentar amargamente pela porta fechada, em vez de olhar para a volta e ver quais as que se abriram.

Aprender o ciclo da sua vida, também é importante pois ajuda também a reconhecer determinados padrões. Na minha vida por exemplo, percebi que muitas vezes quando quisesse algo e não o conseguia, por mais esforço que despendesse, conseguia melhor, praticamente sem  esforço algo. Isso é resultado de acreditar que mereço o melhor para "MIM". 

Assim sendo, sempre que algo pretendo, se torna esforço excessivo, considero uma porta fecha e olho para as que se abriram, porque tem sempre outras que se abrem.

Preste sempre atenção o que lhe rodeia, preste atenção as pessoas e situações novas que lhe são apresentadas, entre outras dicas que a sábia vida nos apresenta, pois estas são as portas que se abriram. Olhe sempre a volta a procura delas!

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Integração Corpo-Alma

Com o decorrer de todo o processo evolutivo e energético que está a ocorrer na terra, cada vez sentirá mais uma integração corpo alma. A integração do corpo e alma significa que será mostrado ou vivido cada vez mais por cada ser o seu verdadeiro SER.

Isto significa que a manifestação da alma ficará cada vez mais acentuada na vivência da pessoa de modo a que transparecerá no seu corpo físico, para além do etérico. A maior integração da alma com o corpo, poderá criar algum desiquilíbrio, no que concerne aos vários aspectos associados ao SER. Este desequilíbrio advém do facto do corpo necessitar ajustar a uma vibração maior, o que provocará algumas alterações nos padrões de vida, humor, e até mesmo físicos.

As questões kármicas também estarão ao de cima, o que por si só pode parecer negativo, mas é exactamente uma possibilidade de as limpar que esta maior integração permitirá fazer. Permitirá reconciliar, todos efeitos negativos associados ao karma, para transforma-lo em perdão e AMOR incondicional.

A alma mais vibrante, numa primeira fase, passará uma sensação de falta de sincronia com o corpo, como se quando o corpo fosse para direita a alma fosse para esquerda. Este desfasamento, está directamente associado à frequência harmónica do corpo, que muitas vezes embora já tenha elevado a sua frequência, a mesma está num frequência múltipla da frequência de alma. Isso poderá causar, cansaço, tonturas, dores de cabeça, ou até alguma sensação de flutuação.

As frequências de alteração são normalmente enviadas em forma de notas para os tímpanos, são puras ondas de energia que podem ter uma intensidade maior no início com frequências mais graves, e ao longo do tempo tornarem mais agudas com menor intensidade. Esta alteração também será notada nos glândula pineal, aonde no início a frequência era mais grave e passará a ser mais aguda. A frequência com que se recebe estas ondas de energia será com base na necessidade de cada SER.

A maior integração da alma permitirá maior integração do espírito, fazendo com que a vida corpórea seja mais equilibrada. Este equilíbrio permitirá a manifestação do espírito no dia-a-dia, a manifestação da sabedoria divina, que serve de guia para ainda maior crescimento.

Com a maior integração da alma, verá que quererá viver sempre a verdade. Formas de pensar e agir que outrora faziam parte do seu ser, deixarão de ser, e sentirá a necessidade de se exprimir e manifestar-se pela verdade. Sentirá maior tolerância, amor e paz.

domingo, 6 de Julho de 2014

O Silêncio...

As vezes, o silêncio diz tudo.

As vezes o silêncio diz tudo, mas a sua compreensão pode não ser o que o silencioso espera que se perceba.

No silêncio pode existir mais ruído que a rua mais barulhenta. 

Porque do outro lado só ouve o silêncio barulhento dos seus pensamentos, cheios de incertezas, dúvidas e medos.

O silêncio até pode ser bom para o silencioso, mas é um martírio para o ouvinte não centrado.

O silêncio até pode dizer tudo,
 mas não esclarece nada,
não inicia nada,
muito menos termina.

terça-feira, 1 de Julho de 2014

Porquê agora...????


Existem momentos na vida que nos questionamos. Porquê agora...?! São situações que nos apresentam opções cuja decisão pode alterar por completo o curso da vida, abalar toda estrutura da vida, fisicamente, mentalmente e espiritual.

Estas situações ou novidades, mexem de tal forma com a nossa estrutura interna que nos faz sentir a pisar o chão em terramoto, em busca de um equilíbrio.

Solução!?!?

Bem, aí ou entra no turbilhão de mudanças, e decide abalar a estrutura, aguentando tudo e todos, tsunamis, tornados, maus olhares, críticas, julgamentos...etc, etc.

Ou....

...comece a CORRER, CORRA, FUJA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

quinta-feira, 26 de Junho de 2014

Conhecer o outro

Em qualquer relação, principalmente as amorosas, é necessário conhecer o outro. A interação humana não só implica conhecimento do outro, como de si próprio e de si próprio em relação ao outro.

Um dos maiores problemas nas relações amorosas começa com as comparações dos respectivos parceiros com outros intitulados modelos. Cada um tem uma forma diferente de exprimir emoções, e muitas vezes, o parceiro tende a comparar a forma de expressão, ou qualquer outro aspecto com outra pessoa ou modelo.

É importante que aprenda a conhecer o outro e desta forma perceber como esta pessoa expressa as suas emoções.

Conhecer o outro implica aprender também a forma de expressão, o olhar, as falas, a expressão corporal, que nos indica o estado espiritual do parceiro/a. Sem comparações, nem ideias pré-concebidas de como se deveria agir. Conhecer o outro, implica também ter AMOR,  implica aprender muitas vezes aceitar ou gostar dos defeitos, porque na realidade são todas estas particularidades que nos fizeram muitas vezes gostar desta pessoa.

Muitas vezes tentamos moldar alguém ao nosso gosto, de tal modo a que satisfaça o nosso ego. No entanto, é necessário tomar cuidado, se o que acha defeito e quer mudar no outro, na realidade não é o core que o fez apaixonar. Assim sendo, depois da mudança, a pessoa deixa de ser o que realmente É, perdendo assim a magia, e em consequência alterando completamente a relação.

Sempre que se pretenda corrigir ou até mesmo melhorar algum aspecto do/a nosso/a parceiro/a, a pior atitude é comparar-lo/a com outra pessoa, principalmente do mesmo sexo. Isso irá criar um fecho completo, e poderá até piorar a situação. A melhor estratégia muitas vezes passa enaltecer as qualidades do/a parceiro/a e fazer entender que determinada atitude não coaduna com as suas qualidades.

Conhecer o outro, implica AMAR, transformar, tolerar, à si próprio, o outro, à sim próprio em relação ao outro. Experimente olhar o seu parceiro/a não no ponto de vista do que quer que ele/a seja, mas sim do que ele/a É. A minha descrença no amor à primeira vista está exactamente pelo facto de considerar que esta pessoa se apaixonou não pelo/a parceiro/a em si, mas sim pela ideia do que ela acha que o/a parceiro/a representa.


domingo, 18 de Maio de 2014

O que não se fez



Do que não disse,
do que não nos foi dito,
da pessoa que não se amou,
da pessoa que não nos amou,
dos lábios que não beijou,
da mão que não segurou,
do caminho que não caminhou,
as palavras que não ouviu,
da emoção que não exprimiu,
da aventura que não viveu,
da paixão que não correspondeu,
da lágrima que não escorreu,
do choro que não chorou,
da decisão que não tomou,
da dor que não doeu, 
da ferida que não cicatrizou,
do adeus que não despediu,
do telefonema que não atendeu,
da mensagem que não leu,
da carta que não entregou,
do encontro que não apareceu,
do perdão que não perdoou
das infinitas coisas que não se fez...

é impressionante que muitas vezes nos arrependemos mais pelo que não fizemos do que pelo que fizemos. Grande parte deste "não feito" vêm do medo, ego e dor. Estes condicionam muita vezes a capacidade de viver, de segurar, de soltar, de amar, ser amada/o, de falar, ouvir, e vários outros infinitos factores, diversificados pela infinidade de almas que habitam no universo.

sábado, 10 de Maio de 2014

Decisões

Já pensou quantas decisões já tomou que alterou em grande o curso da sua vida?

Há pouco tempo estive a reflectir sobre isso, sobre decisões tomadas por mim. Não com o objectivo de me julgar, mas sim como mais de múltiplas ideias que me vêm à cabeça, as quais penso com alguma profundidade.

Durante a nossa vida existem várias tomadas de decisões, muitas delas são simples escolhas que quase não notamos no nosso dia-a-dia. No entanto, existem aquelas decisões. Decisões que lhe põe exactamente onde está agora, como se sente agora, e como se sentirá no futuro, independentemente do ser bom ou mau.

É interessante verificar que algumas decisões tomadas por mim, mudaram por completo o curso da minha vida, mas agora começo também eu a pensar em quantas decisões não tomadas por nós, e que também alteraram o curso da nossa vida.

Será que viemos para ser o que somos, ou éramos para ser outra coisa e acabamos sendo o que somos, por causa das decisões de outros ou nossas? 
Pense nisso!!!

domingo, 27 de Abril de 2014

A Cultura do Heroísmo


O nosso mundo é cheio de dualidade, de situações dúbias e de falsas boas intenções.

Actualmente vivemos uma fase de mudanças no mundo, e esta fase trará muitas verdades à superfície. Pretendo falar um pouco da Cultura do Heroísmo. Algo que está cada vez mais patente, principalmente nos filmes, que são na realidade máquinas de propaganda. Quero falar principalmente do "Tipical American Movie".

O TAM tem sempre o mesmo enredo, melhor a massa do bolo é sempre igual o que muda é o melaço. Nestes filmes existe sempre 1 Americano, que vai para outra parte do mundo, lutar o suposto "Bad Guys". Este personagem sozinhos mata tudo e todos, sim, porque ele é o bom e os outros são os maus. Este  conceito não se estende unicamente para os filmes, vê-se o mesmo conceito a ser apresentado em desenhos animados (Cars 2), sem documentários como National Geography. A ideia é sempre uma luta do bem contra o mal.

Este texto não é uma crítica, mas sim uma constatação, reparemos que EUA é o país com maior número de Super-heróis (Banda desenha), todos para defesa dele mesmo. Para quem já viveu em países Comunistas da Europa do leste, poderá fazer uma analogia exactamente a propaganda massiva deste sistema governativo. A actual democracia praticada em muitos países nada mais é do que um versão comunista mas num nível superior. Até porque a única diferença entre o comunismo e o capitalismo basicamente reside onde o dinheiro fica, estado ou privados respectivamente.

A cultura do heroísmo trabalha com uma área de base emocional que todo ser Humano tem, A VAIDADE (não é atoa que é um dos pecados mortais). Na realidade não é só isso, mas tem outros factores como, QUERER AJUDAR, CRENÇAS etc. Mas o principal é mesmo a VAIDADE.

Tudo começa desde criança, com a necessidade de se sentir especial, ter atenção, ser um astro, apreciado por todos e todas, forte, robusto, como o Gaston no Bela e o Monstro. Também está altamente relacionada com aspectos naturais, como o conquista de território e o acasalamento.  No mundo natural, existe uma escolha objectiva sobre os parâmetros a serem tidos em conta para o acasalamento.

A necessidade de sentir, ESPECIAL, RECONHECIDO, ACEITE, ACLAMADO, HERÓI, que é vendida pelos meios de comunicação, faz crer e justifica como certo fazer-se mal a outra pessoa desde que esta pessoa seja MÁ.

O problema desta forma de pensar, está no facto de que MAU ou BOM  é uma questão de perspectiva. Neste sentido, o herói num lado é criminoso noutro. Assim como um bandido e seus amigos festejam terem morto um polícia, os polícias o acham um criminoso, e vice-versa.

Digo isso porque vejo muitas vezes documentários sobre o poder militar do USA, e constantemente dizem que é para combater os "BAD GUYs". Isso passa uma impressão de eles são os "GOOD GUYs", mas não são. Com toda esta propaganda de heróis, se repararem, os USA é o pais com mais super-heróis. Desde, Capitão América, Homem-Aranha, Batman, e blá blá blá, em prol  da justiça, blá blá blá, e termina sempre com o Save América.

Por incrível que possa parecer, todas estas técnicas vêm do..... comunismo. Faz tudo parte de propaganda, e de criar desde pequeno o gosto de ser herói. Desta forma em adulto, estará sempre disposto a oferecer a vida pela causa. 

Se analisamos, toda esta luta contra os BAD GUYs, quem mais mata no mundo são os intitulados GOOD GUYs, ao ponto de quando não têm BAD GUYs, criam e financiam BAD GUYs (e estes são mesmo bad), para que eles possam ser GOOD GUYs (estes são tão BAD como os primeiros).

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Combatemos o racismo?


Após ver alguns filmes, que retratam a escravatura negra, como "Django", "12 anos escravo", pergunto-me se de facto estamos a "combater" o racismo.

A minha opinião é que este tipo de filme já não fazem sentido de ser. Muitos podem advogar que serve para lembrar da crueldade da escravidão, mas eu defendo que não.

Este tipo de filme só serve para incitar ódio nos negros em relação aos brancos. Quer queiram quer não, é preciso lembrar que muito embora um filme possa ser uma obra de ficção, onde os factos são muitas vezes diminuídos ou exagerados, o telespectador carregará emocionalmente como se de uma coisa real se tratasse. Noutra visão, também serve de lembrança dos negros que foram escravos e para envergonhar o branco.

Há uma parte da história que não é contada, que muitas pessoas não têm noção, até mesmo os brancos. Antes de existir a escravatura dos negros, melhor dizendo, antes de existir a escravatura dos não brancos, já os brancos eram escravos.  Sim, porque a estrutura de reinado existente iniciou com base na escravatura.

De facto, a escravatura negra ganha preponderância por causa da logística associada, com o comércio triangular. Mas não obstante a isso, acho que este tipo de filme já não devia ser feito. 

Também defendo esta opinião porque estes filmes usam a técnica de preparar o espectador para aceitação da violência desmedida. Se repararem, estes filmes apresentam cenas de de pura maldade de uma parte, para que mais tarde a outra parte possa praticar maldade, mas já com o consentimento do espectador. Criando aquela sensação de justiça e vingança justificada. Observei isso no filme Django, e confesso que não gostei.

É preciso lembrarmos que sem o apoio dos brancos não existiria a liberdade dos negros e outros, pois eles também enfileiram na luta pela liberdade dos povos.

Acredito que a luta também passa por reconciliar, pois nenhuma relação sobrevive se se mantiver a lembrança das coisas negativas infligidas um ao outro, principalmente de forma gráfica.

Quanto o conceito de racismo, sendo supostamente uma sociedade democrata, acho que qualquer um tem esse direito de pensamento, desde de que a sua ideia não o subjugue ou prejudique o outro. Até porque, hipocrisia à parte, todos nós temos qualquer tipo de preconceito.

segunda-feira, 31 de Março de 2014

Momentos


Há momentos na nossa vida que vivemos de forma tão intensa, livres e felizes que nos faz sentir que o presente não nos agrada. As vezes, há vivências tão loucas que nos faz desejar não sair das mesmas. 

O crescimento, o aumento da responsabilidade da vida, nos faz muitas vezes cair em situações as quais, de certa forma, removem a nossa felicidade. Nos faz seguir padrões sociais que nos afastam daquilo que realmente nos faz livres e felizes. Por cada ano de vida, é necessário nos reinventarmos para que possamos criar outros momentos da nossa vida de forma aumentar a vivência, e  as experiências boas.

Quando não somos capazes de recriar momentos novos na vida, a nossa felicidade tende a ficar presa no passado. Fazendo com que o presente se torne enfadonho, triste, aborrecido e muitas vezes infeliz. Este tipo de sentimento é particularmente perigoso nas relações à 2, porque provoca muitas vezes a percepção de que é o cônjuge o motivo da infelicidade.

Se paramos para reflectir um pouco, poderemos analisar que na nossa vida faz falta viver momentos intensos. Faz falta a paixão, o apaixonar, o namorar, o amar. Os casais que conseguem transportar isso  para o casamento, conseguem manter a criação de novos momentos, o que é muito bom, caso contrário a relação cai na monotonia.

A liberdade é das coisas que mais se sente falta, a forma livre como se movia, decidia, permitia naturalmente uma melhor expansão das emoções, da alegria, a despreocupação e até mesmo a irresponsabilidade.

Naturalmente que este tipo de sentimento, esta falta, está directamente relacionada com a forma de ser de cada um, a necessidade de vida de cada indivíduo. Pessoas há que não necessitam de tanta excitação em suas vidas, pelo que, ao contrário dos outros, a "monotonia" é considerada uma base segura e uma zona de conforto. Outras há, que a necessidade de excitação é tão grande, que acabam desequilibradas e acabam por não conseguir construir a própria vida.

Isso tudo faz muitas vezes questionar, porque motivo abdicamos da nossa liberdade? Se conseguir responder a esta pergunta com um sorriso nos lábios, significa então que está feliz, se não sabe, significa que ainda não percebeu o seu presente, e se responde com tristeza significa que sente que não detém o controlo para mudar o seu presente.

Na realidade o que precisa é criar novos momentos, novas vivências, para que se possa libertar do passado e aceitar melhor o presente, e assim construir um futuro, seja lá o que isso possa significar.

quinta-feira, 20 de Março de 2014

AMOR


As vezes, só queremos uma voz que nos massaje os ouvidos, para que o peito tenha uma maior abertura para um batimento cardíaco mais forte.

As vezes, o silêncio pode ser tão barulhento, que nos faz sentir acompanhados de tão só que nos sentimos.

As vezes, só um abraço especial nos preenche, nos aquece, nos faz feliz.

Mas em todas essas vezes o AMOR faz falta.

domingo, 2 de Março de 2014

O Adulto = A Criança



O Adulto de hoje é amplamente resultado da criança que foi. Muito embora se tente descontar deste facto, a verdade é que o que vivemos na nossa infância, vai afectar parte da nossa vida adulta.

Muitas pessoas adultas, não se reconciliaram com a sua criança, carregando mágoas de infância para o resto da vida. Estas mágoas, medos e traumas, muitas vezes residem dentro do subconsciente e manifesta-se na personalidade e atitude perante à vida da pessoa.

É comum observar que as raparigas que vêm de um casal onde falta a presença masculina, tendem a ser muito submissas aos rapazes, muitas vezes até sendo consideradas fáceis, por estes. No caso do rapaz a falta da mãe também o pode fazer andar atrás de raparigas, no entanto, é uma amostra mais difícil de se perceber porque a nossa sociedade já o aceita como atitude normativa.

Dependendo muito do tipo de educação, a criança que cresce sem mãe pode sentir muito fragilizado perante a energia feminina. Isso também o torna susceptível a uma busca por afecto na parceira. Muitas vezes são possessivos, carentes, principalmente quando a falta da energia feminina advém da perda da mãe enquanto criança.

A perda dos pais em criança também tem um impacto muito grande, principalmente quando esta viveu com os pais. Esta perda pode desenvolver várias personalidades, dependendo de como a criança processa os acontecimentos.

Existem crianças que tendem a crescer com poucas ligações emocionais, são mais independentes, não criam raízes. Isso é uma forma de escudo para evitar mágoas associadas à perda. Vivem muitas vezes uma alegria disfarçada mas muitas vezes choram por se sentirem desamparadas.

Muitas crianças por não terem pais, vivem sempre com a sensação de  insegurança.

Crianças que sofrem abusos, tendem a tomar três vertentes, ou se tornam complemente contra e se fecham, ou deixam de ter qualquer respeito pelo próprio corpo e simplesmente se entregam aos lobos, ou tornam-se abusadores eles próprios.

A importância da criança crescer num lar com pai e mãe está amplamente relacionada com o próprio desenvolvimento da criança, principalmente a nível espiritual. Isso se deve ao facto de que, com o pai e mãe a criança aprenderá o equilíbrio de ambas energias.

Velhas rixas entre irmãos, ciúmes dos pais em relação aos irmãos, são emoções que se carrega ao longo de toda vida, se a dado momento não se reconciliar. As vezes, mesmo numa família tradicional com pai e mãe, existem crianças que por si só têm mais necessidade de atenção que outras. E quando esta atenção não é dada na quantidade esperada, desenvolvem ciúmes.

Crianças que possuem grande necessidade de atenção, podem ser crianças que  têm baixa auto-estima, ou aquelas que têm mania da grandeza. Muitas vezes a causa está na forma como os pais tratam, mas muito está intrínseco na própria personalidade da criança.

A importância de reconciliar com a nossa criança está no facto de ela trazer ao adulto a parte mais alegre e criativa. A não reconciliação com esta, faz com que transporte muito das inseguranças de criança para a idade adulta.

domingo, 26 de Janeiro de 2014

Falsos, Libertadores, Democratas e Protectores


Feliz 2014!

Os anos a partir de 2012 têm sido reveladores. Muita informação tem vindo à superfície, muitas verdades, que estão a despertar o consciente das pessoas.

De alguns anos para cá, tem estado na moda, grupos que lutam pelos direitos humanos, ou de outra coisa qualquer. Grupos que querem a democracia, outros que querem proteger as formigas..... o que for. Observando os grupos como os "pussy riot", que as acho um nojo, e principalmente observando as suas atitudes compactuadas com as televisões ocidentais, vem demonstrar a queda que esta sociedade está a sofrer a nível de moral até mesmo aos seus conceitos de liberdade e democracia.

A maior parte destes grupos são subversivos. Atenção que a definição de subversão não está associada a, como erradamente ocorre nos filmes, em detonar, destruir etc. Subverter nada mais é que transformar algo numa outra coisa contrária qualquer, não interessa se é bom ou mau. Exemplo disso foi o que vamos vendo na TV políticos, que atestam pretender salvar pessoas, matando mais, em prol da dita "democracia".

É preciso ter muito cuidado com estes Libertadores, Democratas e Protectores pois são tão ou mais ditadores que aqueles a quem muitas vezes acusam. Vejamos, quando o grupo "pussy riot" foi para igrejas vandalizar e em consequência disso foram presas, todas TVs ocidentais, por  não gostarem da Rússia, criticaram pois era um "atentado" à liberdade. Faz-me espécie verificar que a sociedade ocidental está cada vez mais subvertida, e cada vez perde os seu valores. O pior é que se consideram modernos. Verdade seja dita, se o mesmo ocorresse em algum pais europeu, elas a mesma seriam presas. 

É preciso tomar muito cuidado, pois a atitude dela mostra extremismo. Reparemos, ao contrário do que prega principalmente países como EUA, não é correcto que pelo facto, por exemplo, de alguém ser racista eu faça qualquer tipo de descriminação a esta pessoa. Porque neste caso estou a incorrer exactamente na mesma linha de pensamento que ela. Atenção, muito embora não concorde com o racismo, é direito de cada um poder ser racista. Desde de que, a sua forma de pensar não implique acções contra a liberdade daquele de quem se tem o preconceito. Resumindo, se não gosta do outro, cada um no seu canto.

Seguindo a mesma linha de pensamento, não é aceitável que essas "putas" vão destruir uma igreja, só  porque elas não acreditam. Até porque, se reparem, o nome que as chamei anteriormente está muito ligada a raiva que me dá de ver estes falsos profetas, que acusam a igrejas de enganar as pessoas quando elas próprias fazem o mesmo.

Não sou religioso, no entanto, outras pessoas são. Logo, é preciso respeitar a escolha dos outros, não obstante da sua preferência ou não. É necessário perceber que cada alma está cá para aprender. Consequentemente, cada SER, individualmente, terá que passar pela sua experiência para atingir um nível mais alto na vida. Quem são estas "bestas" para interferir?

Pois digo quem são. Boa parte destes grupos, ONG entre outros são financiados por empresas e governos que têm interesses. O Green Peace foi preso.....BEM FEITO!!! Porque muito embora muitos que estão dentro destes grupos estão realmente pela causa,  os motivos que os movem estão subvertidos a uma agenda política e batalhas económicas. Daí se ver nos jornais, a mesma coisa num pais tem um nome e noutro outro.

Outro exemplo foi o movimento feminista, que foi patrocinado pela CIA de modo a trazer as mulheres para o mercado de trabalho e assim aumentar a colecta de impostos do estado.

A Democracia é um conceito falso do poder popular, criado para dar a sensação de escolha. Mas se observarem actualmente, com esta crise, que escolhem têm? Mais uma vez falsas profecias. Alguém pode imaginar que vota para alguém que quando reclama desce o pau a pessoa que votou? ACORDA!!!!

Muitos destes grupos são criados unicamente para servirem de fachada. Que democracia é essa a qual polícias disfarçados estão infiltrados entre manifestantes, os chamados agentes provocadores, que criam distúrbios para criar uma justificação para a polícia intervir? Num estado realmente democrático isso nunca deveria existir pois isso é manipulação. E a TV é a ferramenta explorada por estes para moldar a percepção de realidade das pessoas. No entanto, estes falsos protectores têm o desplante de se pronunciarem contra outros países cujo actos contra os manifestantes estão ao mesmo nível que o deles.

Resumindo, todo aquele que destrói algo porque não gosta ou acredita, está a destruir a liberdade do outro que gosta e acredita. Este por si só é um DITADOR e EXTREMISTA. Você se não gosta de tomate não vai destruir todo tomate do mundo, não é?

sábado, 9 de Novembro de 2013

A Man Fear


A Man should only fear it self, 

for not being able to evolve his inner soul,

for not being able to live with his inner feeling,

for not being able to express his inner love to the loved ones,

for not being able to receive love from the loved ones,

for not being able to avoid violence,

for not being able to be a better soul driving the current body in current reincarnation.

sexta-feira, 8 de Novembro de 2013

Por onde escorrem as lágrimas

Por onde escorrem as lágrimas
de alegria,
também escorrem as de tristeza.

Por onde escorrem as lágrimas 
em criança,
também escorrem em adulto.

Por onde escorrem as lágrimas 
de escassez,
também escorrem de abundância.

Por onde escorrem as lágrimas 
de dor,
também escorrem de amor.

O denominador comum é o rosto
de quem vive cada 
emoção e lacrimeja
com o sentido do que é viver.

quarta-feira, 30 de Outubro de 2013

Saudades de Nós


Quando estiver contigo
quero um abraço apertado.
Quero sentir o bater do teu coração no meu peito.
Quero-te entre meus braços 
para que possa sentir 
a vibração do teu corpo,
da tua energia,
do teu amor.


terça-feira, 22 de Outubro de 2013

História, cultura e personalidade


Hoje em dia, a cultura ocidental sobrepõe sobre as outras culturas,
o que faz com a realidade muitas vezes vividas por estas seja de alguma forma herdada nas outras culturas.

Com o advento do colonialismo muitas culturas foram destruídas, usos e constumes, e outras foram copiadas. Especificamente falando, quero referir-me a forma de encarar a Mulher. Ao contrário da história ocidental, os paises do sul, antes de serem colonizados, com preponderância em África e América sempre foram divididos entre sociedades matriacal ou patriacal. Dada a imensidão de culturas, nem todas as sociedades tratavam a mulher como na sociedade ocidental tratava. Aliás, ainda hoje se consegue presenciar alguns usos e costumes relacionados com esta cultura.

O maior problema que os países colonizados têm é exactamente a perda da sua cultura, principalmente os países africanos, pelo facto terem dificuldade de partilhar informação. A forma natural de partilha em África sempre foi de boca à boca (não é beijo:D). Acredita-se que não havia escrita. Digo acredita-se pois não se consegue saber dado que ouve uma grande destruição por parte do colonizador bem como dos próprios africanos.

Com o colonialismo os conceitos de tratamento da mulher mudaram, principalmente trazidos pelos Cristãos, que inferiorizavam a mulher como SER. Parte deste "desprezo" vinha não pelo facto de ela possuir algum tipo de problema, mas sim pelo facto de possuir algo que atrai todo homem VAGINA. Por este motivo, várias religiões, inclusive até ao dia de hoje, tentam sempre submeter a mulher ao homem.

Isso leva a fazer uma pequena análise ao Islão. De certa forma os países que por lei obrigam as mulheres a cobrirem o corpo todo, o cabelo, não é bem uma questão religiosa. Retirando a minha opinião pessoal sobre o assunto, o objectivo claro de controlo sobre a mulher, é exactamente para evitar um dos grandes motivos de lutas e disputas, a Mulher do outro. De facto, no Islão, existe uma grande (até mesmo excessiva, dependendo da região) protecção em relação as mulheres. Ao contrário do que se prega, o maltratar uma mulher por parte de um homem é punido com grande castigo. Não obstante a isso não há nada perfeito.

Algo que vivi, e observei foi que os muçulmanos tendem a proteger muito a suas mulheres, querendo-as puras. No entanto, muitos destes quando estão num ambiente ocidental, tendem a tratar as raparigas ocidentais quase como prostitutas. Trantando-as mesmo como lixo. Isso de certa forma revoltou-me, mas percebia muito bem o motivo pelo qual isso acontecia.

Tudo isso tem a ver com a coesão familiar, em geral quanto mais próxima da família, e quanto mais valores familiares uma cultura tiver, maior auto-estima terá os seus membros. No ocidente estes valores foram praticamente usurpados para um conceito de liberdade fictício.

Muito embora muita gente não saiba, o movimento feminista que ocorreu nos anos 70 foi organizado e patrocinado pela CIA. Objectivo subversivo era permitir ter a mão de obra feminina na indústria. Com tudo isso também iniciou a alteração da forma como a mulher olha para si mesma, definido por homens que usando actrizes passavam um conceito de mulher sexy, ousada, e adorada por todos os homens. Esse tipo de treino ocorre até hoje, onde séries e filmes cada vez criam a imagem de que a promiscuidade tanto da parte do homem como da mulher é algo bom e moderno.

Em culturas com um grau de ligação familiar muito forte esse tipo de influência é difícil de estabelecer. Com a saída da mulher do papel principal de educar os filhos, a educação desta feita passou para o exterior, as famílias têm pouco tempo para de estarem juntas. Quando refiro a mulher como educadora, não estou a retirar esta responsabilidade do pai, mas verdade seja dita, quem sempre educou os filhos, por estar presente em casa, sempre foi a mãe. Logo, as raparigas com uma boa estrutura familiar preservam-se muito mais, e são muito mais estáveis na sua relação com o lado masculino.

A questão relacionada com a história, tem a ver com desenvolvimento do país em si, e a sua mídia. A primeira forma de conquista de qualquer país é exactamente pela cultura. Neste sentido, a TV é um factor de extrema importância, para divulgação e propaganda

Um exemplo prático é o facto de que a maior parte dos nossos noticiários recebem notícias de agências noticiosas inglesas e francesas, logo o que eles disserem passa como verdade para qualquer um, mesmo que outras agências estejam a desmentir. E esta escolha está muito relacionada com as línguas mais populares que determinado país reconhece, neste caso inglês e francês.

Actualmente temos uma mentalidade que é réplica do colonizador, porque foi esta a cultura que se absorveu, logo, é a que nos identificamos, e temos os mesmos comportamentos descriminatórios que eles, exceptuado aqueles que são contra nós próprios.

sexta-feira, 18 de Outubro de 2013

Mulheres Fáceis?


Mulheres fáceis???

Este é um conceito que se ouve muitas vezes na recorrente disputa entre homens e mulheres. Para muitos homens, uma mulher que aceita namorar ou ter qualquer tipo de relação mais próxima com um parceiro  sem apresentar nenhum algum tipo de resistência ou manha, é considerada fácil.

Acho primeiro que quem pensa assim não é HOMEM é ainda miúdo ou garoto. Não existem mulheres fáceis, mas existem sim mulheres que têm diferentes perspectivas na abordagem a mesma problemática.

Existe mulheres que sabem o que querem, e que muitas vezes de alguma forma ela já tinha algum interesse na pessoa. Existem também aquelas que preferem algo como "amor mágico", amam-se e desaparecem, outras que gostam da aventura, muitas que facilmente se iludem, entre outras diversidades

Tive oportunidade de viajar por diferentes países e observar a diferença na gestão da mulher quando o homem a aborda. E isso está muito relacionado com a auto-confiança que a mulher tem e a cultura. A mulher por natureza é insegura, é esta insegurança que a torna muitas vezes indecisa e por consequência, pare ser mais ou menos difícil. 

A real dificuldade na conquista está exclusivamente  associada ao pouco ou mesmo falta de interesse. Porque de resto é só um jogo para apimentar e atiçar a fera. Este jogo é importante, mas não é garantia de nada. Porque não serve de indicador do tempo de que esta relação durará. Muito menos serve de indicador se ambos ser darão bem. Logo, o único sentido que faz a dificultar é somente para jogar com a ansiedade.

Na minha opinião quando um homem está na presença de uma mulher que o aceita sem excitações talvez é um claro sinal que esta pessoa já estava de alguma forma interessada. Logo, deve ser tratada com tanto ou mais carinho como qualquer outra.

Muitos homens preferem perseguir mulheres que os desprezam em vez de olharem para aquelas que os amam. Muitos são capazes de andar atrás de uma donzela meses e até anos. Muitas raparigas interpretam isso como sendo amor. Mas na realidade, pode ou não ser. Porque ser forem ver, quando tem que terminar, termina como qualquer outro relacionamento em que ambos aceitaram no mesmo dia. Muitas vezes aquele namoros selvagens duram mais precisamente pela componente aventureira.

Isso não é ciência, é AMOR, e AMAR precisa é de SABEDORIA.

Eu particularmente, não acredito no amor à primeira vista, porque se alguém ama outra pessoa sem a conhecer, não ama esta pessoa, mas sim ama a pessoa que ele/a imagina que essa outra pessoa é. Humm....tanta pessoa numa frase, qual será o total?

Para mim, paixão e amor só aparecem com a convivência, com a partilha, com a conversa.

A análise de mulheres fáceis também podemos entra no campo espiritual e psicológico. Muitas vezes pode estar directamente relacionada com a falta de energia masculina durante a infância, falta de pai, que torna-a um ser que necessita de ter a energia masculina para se sentir segura. 

Isso são preconceitos masculinos, toda mulher somente procura afecto e carinho, ser amada. Umas aceitam receber mais cedo, outras....mais tarde, e ainda outras....................vão se lixar, deixa de perder tempo.

sábado, 31 de Agosto de 2013

A Felicidade


A felicidade é constituída por momentos felizes.

A continuidade da felicidade
 não depende necessariamente
de momentos felizes contínuos,
mas sim das lembranças eternas
dos momentos felizes.

A felicidade não se constrói
na falta de dor ou do medo,
mas sim no equilíbrio do AMOR.

A felicidade na realidade não existe,
o que existe é o que você escolhe para ser feliz.

Ser feliz é uma escolha,
viver feliz é uma arte.

A felicidade é única,
é invariavelmente variável,
é intransmissível,
no entanto, partilhável.


SÊ FELIZ!

sexta-feira, 23 de Agosto de 2013

Entre o medo e o desejo

É recorrente estarmos em situações em que se deseja o fruto proibido. Este fruto pode ser proibido por diferentes motivos, não é o que está em causa, mas sim o que fazer quando se deseja, mas se sente medo do que se deseja.

Muitas vezes este medo está relacionado com sentimentos, bons ou maus, com a perpetuidade de uma ligação, entre outros motivos. O desejo as vezes é tão forte que magoa tanto, que se tenta fugir, fazendo jus ao velho ditado: 

- O que o olhos não vêm o coração não sente.

O problema é que a fuga até pode afastar os corpos, mas dificilmente os sentimentos. Nesta secção é tudo mais difícil, não existem fórmulas, de resolução. Muitas vezes, a opção é por uma dor menor, pois a situação de medo e desejo simultaneamente causa dor também. A questão é:

A questão é como sabemos o que causará menor dor? Dado que o até o amor tem a sua cota de dor?

A única coisa que é garantido, independentemente da opção tomada é o RISCO. O risco associado a cada escolha que fazemos, a cada passo que damos.

Muitas vezes o combater o medo e avançarmos nos permite desmistificar o desejo, tornando mais controlado, mais vulgar. Muitas vezes o avançar nos faz desejar ainda mais. E é esta última opção que normalmente se leva mais em conta quando se está com medo. A questão é: 

- E se eu desejar ainda mais?

Soluções para este dilema só depende da filosofia da vida de cada um. Para muitos mais vale nunca tentar, outros preferem avançar e viver o momento, outros vivem o momento e arrependem-se amargamente porque avançaram, outro arrependem-se por nunca ter avançado.

O QUE FARIA VOCÊ?

Agora pergunto será que Adão e Eva se arrependeram?

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