segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O poder de transformar

Todos os dias nos deparamos com situações que nos causam algum desconforto. Conflitos no trabalho, no relacionamento, maus estares causados por determinadas situações muitas vezes nos faz olhar para alguém e assumir que não gostamos desta pessoa.

Um dos maiores poderes que temos é o de TRANSFORMAÇÃO. O poder de transformar permite-nos mudar o que sentimos e em consequência disso toda a forma de estar envolvendo este sentimento.

Tudo começa com a PERCEPÇÃO que se tem das situações. É necessário perceber que qualquer seja a acção, a forma de a receber depende da nossa, auto-estima, sabedoria, experiência de vida, estado emocional, mágoas, amores, entre outros factores emocionais. Neste sentido, independentemente da intenção que uma pessoa ou situação pretenda causar é ESCOLHA NOSSA DE COMO A VAMOS RECEBER.

Muitas vezes não gostamos de alguém, e por este motivo tudo e qualquer coisa que esta pessoa faz é muitas vezes recebido por si só como um mau julgamento. Muitas vezes sequer foi a intenção desta pessoa em passar esta mensagem, mas pelo facto de não gostarmos dela a nossa recepção é negativa.

Tudo se RESOLVE com AMOR. Se ao contrario de julgarmos aquela pessoa, a tentamos apreciar, essa TRANSFORMAÇÃO poderá potenciar uma melhor relação entre pessoas ou situações. O exercício prático quando sente que está acumular algum tipo de sentimento negativo em relação a uma pessoa, é pedir que não tenha este sentimento e pedir que sinta AMOR por esta pessoa. Deste modo, aos poucos, mesmo que não aconteça no plano físico, no plano astral as contendas começam a ser resolvidas, quando está a dormir e isso vai influenciar no plano físico.

Quando retiramos o nosso julgamento e TRANSFORMAMOS a nossa forma de pensar em relação a pessoa, passamos a ter outra energia na presença da mesma e isso influenciar a pessoa também. 

Muitas vezes estamos muitos agarrados a conceitos pré-definidos por sei lá quem, de que para a acção A tens que ter o sentimento B. Este tipo de programação mental nos faz simplesmente reagir sem reflectir. É necessário diferenciar que reflectir não é racionalizar.

Por exemplo, certa vez num supermercado havia uma mulher com as campanhas publicitárias de uma marca de café para ser dado gratuitamente aos cliente. No entanto existia um homem que constantemente dirigia-se a ela para pedir café, e nas n vezes que ele pedia café ela o dava. No entanto ela começou a sentir que o homem era um aproveitador, porque ele vinha várias vezes pedir café e começou a sentir aborrecida com a situação. Na conversa comigo, eu perguntei a senhora se a tarefa dela não era realmente dar o café a qualquer pessoa. Ela, respondeu que sim, mas achava que aquele homem estava a aproveitar-se, como se estivesse a roubar o direito de outra pessoa. Isso é típico da percepção de ter mais ou menos que o outro. O que disse a senhora foi que experimenta-se por cada vez que homem fosse ter com ela o tratasse como se de um novo cliente se tratasse.

São vários os conceitos pré-programados neste mundo físico. Se disser a duas pessoas para fazer braço de ferro e disser que ganha quem tocar mais vezes com a mão na mesa, o que irá observar é que imediatamente os dois oponentes tentarão fazer for para empurrar a mão do adversário contra a mesa. No entanto, o desafio era quem tocar mais vezes com a mão na mesa e não especifica de quem é a mão. Esta reacção primária vez do nosso cérebro reptiliano que nos incute a noção de território e domínio. Assim, no nosso programa a forma de ganhar é sempre fazer o outro perder.

Olhando numa outra perspectiva, ao contrário de fazer força para derrubar o adversário, bastava um dos concorrentes bater a própria mão na mesa várias vezes para poder ganhar. Até porque uma vez a mão na mesa dificilmente o adversário conseguirá levanta-la.

O mesmo acontece com algumas pessoas que têm determinadas dificuldades na vida, muitas destas dificuldades é uma pura armadilha do macaco no qual a vontade de querer ter impede o ser.

Todo pensamento negativo pode ser mudado, basta mudar a perspectiva de como se olha para as situações. Muitos são sabotadores da própria vida, mas isso é um tema para um próximo post.

A base para transformação é AMOR, para tudo e para nada. Muitas vezes julgamos as pessoas sem as conhecer. Recebemos mal determinadas situações não porque tinham esta intenção mas sim porque o nosso estado emocional condiciona a nossa percepção.

Transformar a situações também tem a ver com AMOR, principalmente AMOR PRÓPRIO, dar mais espaço para o AMOR e libertar o MEDO. É libertar de alguns julgamentos e conceitos que na maioria das vezes são os causadores da nossa dor. O nosso sentido de posso nos leva a muitas vezes ter sentimentos de perda mesmo quando não queríamos o que perdemos.
É possível transformar tudo, basta abrir espaço para o AMOR e mudar a nossa forma de pensar de reactiva para reflectiva. Porque durante o processo de reflexão filtramos o que é realmente importante, conseguimos muitas vezes absorver as causa e outros aspectos que nos farão, não tão só compreender a nós mesmo, mas também os outros.

 

2 comentários:

aventurasmentais disse...

Adorei seu Blog. Eu vou ler outros posts com calma mais tarde. Mas você reparou que você fala muito sobre o medo? Só eu, vi 3 posts falando sobre isso. E ainda não vi todos os posts. hehehe
Depois comento mais...
:)

O homem e a mente disse...

Olá

Sim falo muito sobre o medo, isso porque infelizmente é a base da nossa sociedade. Todo o nosso modelo de vida é com base na sobrevivência, ou seja medo de não poder viver.

Comente sempre, e exponha o seu ponto de vista que terei muito gosto. Bom ano para si :D

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