quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

America propaganda



Nos dias que correm com a agitação e busca por parte EUA para um novo motivo para fazer guerra, gostaria de fazer alguma análises. Este texto vem para realçar as falsas crenças e incutidas nas mentes das pessoas que a levam acreditar em algo mesmo vendo o contrário.

Todos nós desde que a TV existe somos educados a olhar para EUA como sendo o salvador do mundo. Esta educação começa pela TV e filmes. Repare que no filme o americano é sempre  o que vai para o país do outro salvar, chega mata o supostos (maus) e salva o supostos (inocentes). A grande necessidade de super heróis faz desta terra a que mais super heróis tem, será um problema de auto-estima?. No filme Salt, existe uma cena que é típico de propaganda de superioridade. A cena está é na chegada do presidente Russo para o funeral do vice-presidente americano. Nesta cena o presidente russo cumprimenta o presidente americano dizendo:
- Senhor presidente. A qual o presidente americano respondeu ao seu homólogo, chamando pelo nome. Isso é uma demonstração de superioridade. O que faz com que as pessoas realmente acreditem que na vida real o EUA é tão poderoso que todos se rebaixam para eles. Tipicamente são filme de Holywood, que como nome diz traduzindo, pau mágico, serve precisamente para criar ilusão.

Se observarmos, não existe nenhum outro país que tenha tido tantas guerras, e de notar que as guerras não são no seu próprio país, o que retrata a mentalidade de conquista. Para explicar melhor, ninguém matou mais gente que ingleses, franceses e americanos no mundo todo. O pior é que continuam a matar além fronteiras, sempre passando a mensagem que estão a ajudar, só não dizem a quem. No entanto é o país que se apresenta como sendo mais cristão, a própria bíblia fala disso, aquele que de Deus falam mas do diabo praticam.

Toda crença do estado poderoso que existe nos EUA vem mais da manipulação da informação e de propaganda. Canais como History, CNN, Fox, Discovery, entre outros, são usados para passar a imagem de como EUA é grande e poderoso, enquanto todos os seus supostos "inimigos" são apresentados como "maus". Este tipo de treino é largamente visível em filmes, cuja a ameaça vem sempre dos mesmos países.

A advogacia da democracia, liberdade e direitos do homem é largamente utilizada para conquistas, infiltração, "salvamento", entre outras criações de realidade. Mas se observarmos durante a história foi país que mais ditadores suportou. Existe pobreza, aliás miséria no país ainda assim se aponta para dos outros países. O jogo é de reputação. A reputação é manipulada para que possa ser utilizada como disfarce para domínio. A falsa percepção de um pais democrático é criada simplesmente pelo propaganda feita de como são importantes, e a demonização de todos que não queriam seguir as políticas impostas sobre outros países.

Este grande império que pretende conquistar o mundo, pela alteração de percepção depende necessariamente da guerra para sobreviver pois sem ela a sua indústria principal, a militar não sobrevive. Daí a necessidade constante de criar inimigos para poder combate-los e com isso gerar receitas.

Estas guerras são aceitas com truques na linguagem, onde termos são aplicado para retirar impacto no objecto ou sujeito. Termos como "complexo","vítimas colaterais", "regime", "violação de mulheres e morte de crianças" são utilizado respectivamente para desviar atenção quando  foram destruídos alvos civis, morte de pessoas inocentes, para apontar algum presidente que se quer passar como ditador mesmo que tenha ganho as eleições, sempre que se pretende fazer com que a opinião pública fique do lado de  e não do outro. Em todas as guerras essas mesmas técnicas são utilizadas.

As técnicas são sempre as mesmas, de divisão, separação, ilusão, manipulação da mídia, propaganda através de filmes e documentários criados para mudar a forma de pensar. Boa parte das guerras e seus motivos foram criados artificialmente, inclusive as duas guerras mundiais. Não são só as armas que matam, as ditas sanções matam muito mais gente que uma bala, e é uma forma bastante eficaz de subjugar vários países. Aliás foi um dos motivos da guerra de Hitler para além da criação do império foi a inveja da inglaterra e frança perante o crescimento económico alemão de forma independente.

O bom é que estes males estão em queda, daí a precipitação actual, porque estão a tentar salvar um barco que está a afundar, por enquanto como controlam a informação  ainda não está no domínio público, até chegar ao ponto de que não há solução.


5 comentários:

Ana Santos Silva disse...

Uau gostei mesmo!
Dizes, e muito bem, que os EUA são mestres em levar a guerra aos quatro cantos do globo (and beyond – lembras-te da Guerra das Estrelas do Reagan?). Posso só dar mais uma achega? O único dia em que a guerra lhes bateu à porta, a 11 de Setembro, é apresentado como uma catástrofe sem nome, uma mortandade gigantesca. Longe de mim menosprezar o valor da vida humana: foram duas mil pessoas que morreram, e isso é terrível. Mas eles falam desse desastre como se de uma Hiroshima se tratasse, diria que com tiques histéricos. O ruído que criaram – e criam e criarão – em torno do assunto ultrapassa toda a "lógica". Ou talvez não. É que, a bem da hipocrisia, ai quero dizer, diplomacia, precisam de arranjar desculpas, por mais esfarrapadas que sejam, e o 9/11 tem-lhes dado imenso jeito. O número de vítimas das Torres Gémeas tem sido multiplicado por quanto desde que inventaram a War on Terror?
Sobre o filme em que o presidente trata o seu homólogo pelo nome próprio em vez de pelo título, também há outra leitura interessante. Já se sabe que as coisas têm sempre várias planos de interpretação, e esta tem muito a ver com a maneira como os norte-americanos se vêm. É que eles acham-se muito cool, munta fixes, e com os presidentes, os CEO e quejandos é o tu cá tu lá. Eu sou tão superior a ti, venho de um país tão superhipermegademocrático que tanto o vice-presidente como o limpa-chaminés da Casa Branca me tratam por Zé.
Pois, um país que é o supra-sumo da democracia e onde há pena de morte...

O homem e a mente disse...

Espectáculo adorei a outra interpretação do tratamento pelo nome e concordo plenamente. É algo que se vê muitos nos paises nórdicos o tratamento não baseado em títulos que na maioria das vezes são fictícios.

O 11/09/2001 não foi acidente, foi criado para retirar exactamente as ilações que foram tiradas. Repara que um prédio queima e caí não se encontra quase nada porque ficaram em pó no entanto é encontrado o dito passaporte do suposto terrorista. Tal como outros aspectos técnicos que torna impossível. A técnica é sempre o trauma, a criação de trauma aumenta em grande o medo, o que diminui os reflexos de um pensamento mais profundo, pondo na flor da pele todos os sinais de necessidade de sobrevivência.

Por este motivo gosto dos comentários, mesmo que não concordem porque assim aprende a outra visão do mesmo assunto, já que não existe verdade absoluta. Volte sempre por favor.

António Gallobar disse...

Excelente texto, parabens pela lucidez, não falta muto... já se ouvem ao longe os tambores da guerra, destruir para construir, dominar o petroleo e as nações que dele necessitam, é assim...

Parabens uma vez mais

O homem e a mente disse...

Obrigado, mais estão em preparação conforme o tempo permite, mas o feedback é importante para também ir aprendendo.

ParadoXos disse...

estou sempre a aprender contigo, mano! olha, perdi o teu contacto do facebook, quando puderes envia-me, por favor, um pedido!

feliz continuação!

abraços

Heduardo Kiesse

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