terça-feira, 29 de setembro de 2009

Julgamento


As vezes, por não julgarmos os outros, estes pensam que não pecam o suficiente para julgar a nós e aos outros.

18 comentários:

Nininha disse...

ou será que o nosso ego é tão culposo que nos vemos julgados quando os outros "estão nem aí"?
Gosto deste espaço, vou voltar mais vezes.

O homem e a mente disse...

Isso também é muito comum acontecer, bom ponto de vista.

Obrigado e volte sempre.

Susana disse...

A nossa capacidade de julgar os outros depende da forma como nos vemos a nós próprios. Mas, por outro lado, o que não falta por aí são injustiças e mas julgamentos.Os que mais pecam são quae sempre imunes aos julgamentos, e por vezes nem têm consciência das suas acções. Ou não se importam com os outros....
Este tema não se esgota.

O homem e a mente disse...

É um tema quase sem fim. Mas infelizmente crescemos e aprendemos a julgar, as pessoas muitas vezes por não as conhecemos, outras pelo aspecto, modo de vida. Muitas vezes é difícil aceitar a escolha dos outros.

Stella Tavares disse...

A vida é um longo aprendizado. Vamos aprendendo nos ensaios e erros até alcançarmos o sábio momento do não julgamento. Um passo elevadissimo na nossa evolução.Gosto muito das reflexões a que nos conduzem os seus pensamentos. Aproveito para convidá-lo e a conhecer o meu blog de textos infantis:
http;//mundodashistoriasmagicas.blogspot.com
Ficarei muito honrada com a sua visita.
Bjs

O homem e a mente disse...

Obrigado, fico honrado pelo convite e passarei por lá.

Maria Rosa disse...

Querida Mente (tudo junto tb diz:)

Procuro não julgar ninguém. Acredito sinceramente que a minha incompreensão de alguém ou de alguma coisa significa apenas que alguma verdade me escapou mas devo admitir que não julgar é difícil.

Acho que podes ajudar-me a compreender uma verdade que me escapa; - O que pode fazer um homem de bem não se apresentar quando as consequências das suas acções deram para o torto?

noite boa

O homem e a mente disse...

De facto não julgar é difícil até porque é quase um impulso humano. O julgamento que me refiro não é pela lei do homem, mas pela lei da consciência.

O problema de não é muitas vezes saber a verdade, mas aceita-la como ela é.

Maria Rosa disse...

falava da cosciência tb

não entendi. Vai mais longe?

O homem e a mente disse...

É que a verdade é tão multidimensional que é difícil. Por exemplo, por mais que se diga que um assassino tenha feito mal, se na sua consciência não existir este conceito de mal é escusado julgar. Daí a necessidade de saber se realmente está arrependido. Quando me refiro em aceitar a verdade como ela é, é aceitar as diferenças, escolhas.

Se esta pessoa de bem fez algo que deu para o torno somente a sua consciência o julgará para o fazer mudar e corrigir o seu erro. O que quero dizer com isso é que independentemente do que o mundo disser, cabe a consciência dele chegar ao ponto de aceitar esta outra verdade. Quando me refiro a outra verdade, refiro assim porque existe a outra verdade, que pode ou não satisfazer as consciências externas, tendo em conta que a verdade é fruto da crença de cada consciência.

Maria Rosa disse...

Seria bom que fossemos capazes de aguardar que a consciência chegasse ao ponto do reparo sincero.
na verdade não somos. Nem somos capazes de aguardar nem somos capazes de um reparo sincero.

Enquanto isso batemos com o martelo na mesa e julgamos, julgando ter o poder... não o temos mas temos a ilusão desse poder.

Todo o momento é um momento de julgamento. A vida dos Homens é feita da decisão e a decisão faz-se do julgamento.

quando decidimos julgamos ter o poder de um martelo ordenando mas na realidade não é a vontade que bate. bate o que nos deixamos que bata.Decidimos conforme a nossa memória de acontecimentos passados nos permite decidir e a memória mais bem gravada é a da erro.

Errar é humano... perdoar é divino.

O erro carece de reaparo para que seja ultrapassado pelos Homens e o tempo da consciência no inimputável é o tempo da dor no imputável.

Não oborreço mais
Um beijo

O homem e a mente disse...

Concordo, com tudo. O reparo pode ser feito mas o erro nunca será esquecido.

Não incomodou, pelo contrário.

Maria Rosa disse...

Ainda bem que não aborreceu...

Se o erro é ou não esqueciso, do meu ponto de vista, não tem importância.

O que é importante é que o reparo liberta a mente e o coração para aceitar o que o futuro tiver a oferecer.

Esperar o perdão verdadeiro é desejar ser amado. O segredo da felicidade, bom amigo, é amar.

Felicidades

Chá das Cinco disse...

Oi meu lindo!
Sabe, eu uso o julgamento como forma de proteção e é assim que eu escolho os meus afins.Portanto, sem fazer um pré julgamento eu não seria seletiva.
Quer um exemplo? Eu te julgo neste exato momento, senti que você é do bem.
Bjs da tua amiga

O homem e a mente disse...

Na realidade quando o que está a fazer é avaliação e não um julgamento, visto que o julgamento vem depois de uma avaliação, e claro o resultado da avaliação é o julgamento.:) E obrigado pela avaliação.

Bjo

Nininha disse...

:)

Anónimo disse...

A lei dos homens existe para que possamos julgar os outros como se fôssemos nós mesmos. Ou seja, não faça com os outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você.

O homem e a mente disse...

É verdade, pena é que maior parte das pessoas não se lembra disso.

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