terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ariel a pequena sereia

Estive a ver no youtube a história da Ariel, a pequena serei, confesso que adoro desenho animado. Focando no ponto em que ela trocou a voz por amor a alguém, reflecti um pouco no nosso dia-a-dia. Pensei que se fosse hoje, a escolha feita por ela, de ter que deixar família amigos entre outras coisas tudo por um amor, é realmene um acto de corragem, aliás, existe ser mais corajoso que a mulher?

Nos dias de hoje, depois de tudo que ela fez para estar com ele, possivelmente depois separavam-me, como disse Bárbara Streisand:

- "A parte do viveram felizes para sempre que não aparece nos contos, são as discussões, lutas e desilusões que se seguem."

8 comentários:

Maria Rosa disse...

prefiro o Ratatouille e os pensamentos deliciososssssss

Ratatouille noite :)

ParadoXos disse...

grande manifesto meu bom amigo!!

epa e quando vamos beber um cafe?
abraços!!

fica bem!

O homem e a mente disse...

Eu também gosto do Ratatouille. Mas a música da pequena sereia fogo é o máximo.

Sim temos que combinar um jantar de bloggers, pelo menos os de Lisboa, acho que seria giro conhecermos os rostos por detrás das mentes.

Maria Rosa disse...

e por falar em ariel... ;)

Bom fds

O homem e a mente disse...

Simplesmente nostálgico

Susana disse...

Para além da diversão e do prazer que sempre dá ver qualquer filme de desenhos animados é muito importante reter as mensagens que são transmitidas, de coragem, de esforço, de fraternidade, de solidariedade, de partilha, de justiça....
E fazer com que as nossas crianças aprendam a conhecê-las!!!

O homem e a mente disse...

Mas muitas vezes não o fazem, lembro-me de um desenho animado que era "Captian Planet" http://www.youtube.com/watch?v=oO41GWNePDI&feature=related
e os putos nada aprendia que não deviam poluir para eles era mais um desenho e nada mais

Anónimo disse...

Ainda que eu falasse as lí­nguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o cí­mbalo que retine.

Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.

Ainda que distribuí­sse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!

A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das lí­nguas cessará, o dom da ciência findará. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.

Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.

Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face.

Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.

Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três.

Porém, a maior delas é a caridade.

Corí­ntios I, 13

Poderá interessar também..

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...